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Quem gostaria de ver ao vivo em Portugal?
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Comprar Bilhetes para D.A.M.A
08 DE ABRIL – COLISEU DO PORTO
Os D.A.M.A começaram como um projeto pop/ rap, liderado por Francisco ‘Kasha’ Pereira e Miguel Coimbra, a quem se juntou, algum tempo depois, um amigo de longa data, Miguel Cristovinho. O grupo foi-se gradualmente libertando de quaisquer restrições musicais, passando a escrever canções com que as pessoas se pudessem relacionar, mantendo sempre uma mensagem positiva.

Em 2013 os D.A.M.A participaram em dois grandes festivais de Verão – as Festas do Mar em Cascais e o Meo SW, onde foram recebidos calorosamente por uma enorme multidão de fãs.

Desde então, os D.A.M.A têm vindo a conquistar os palcos portugueses onde quer que atuem. Em julho de 2014, abriram para os One Direction no Estádio do Dragão no Porto, provando ser capazes de arrebatar uma verdadeira multidão de fãs e manter um estádio inteiro a cantar as suas canções.

Com o primeiro disco, 'Uma Questão de Princípio', os D.A.M.A tornaram-se no grupo revelação de 2014, alcançando o estatuto de Dupla Platina. Lançado em setembro desse ano, 'Uma Questão de Princípio' entrou diretamente para o terceiro lugar do Top de álbuns, o que foi uma conquista incrível para um disco de estreia.

'Uma Questão de Princípio' liderou ainda o streaming de álbuns no Spotify em Portugal durante mais de seis meses consecutivos. O disco teve vários singles de sucesso, como 'Balada do Desajeitado', 'Luísa' e 'Às Vezes', que alcançou o primeiro lugar na lista de Singles, bem como no Top do iTunes, estando entre as canções mais tocadas nas estações de rádio portuguesas.

Gravado entre Lisboa e Porto, o primeiro álbum foi co-produzido pelos consagrados músicos e produtores Alexandre Manaia e Vitor Silva, bem como por Miguel Coimbra. O disco contou com convidados especiais, como o cantautor brasileiro Gaby Luthai, e os cantores portugueses Mia Rose e Salvador Seixas. As relações humanas e os sentimentos delas resultantes foram o tema central das letras do álbum, escritas pelo trio de cantores/ compositores.

Os D.A.M.A conseguiram criar um estilo de música que resume o espírito das personalidades dos três membros da banda, e que resulta num som harmonioso, transmitindo uma mensagem positiva e contemporânea, assente em canções de refrões fortes e contagiantes.
O segundo álbum, 'Dá-me um Segundo', lançado em 2015, atingiu o estatuto de Platina e estabeleceu definitivamente os D.A.M.A como o mais querido e admirado grupo de pop português.

Desde então a banda já realizou mais de 300 espetáculos em Portugal, esgotando salas como o Pavilhão Multiusos de Guimarães (6.000 pessoas), o Campo Pequeno em Lisboa (10.000 pessoas) e, mais recentemente, o Rock in Rio Portugal (mais de 80.000 pessoas) e o MEO Arena em Lisboa, onde mais de 14.000 fãs entusiasmados cantaram e dançaram ao longo de um concerto de duas horas e meia.

Os números dos canais Youtube/ VEVO dos D.A.M.A provam a enorme popularidade do grupo: 'Luísa', que foi o primeiro vídeo, tem perto de oito milhões de visualizações; 'Balada do Desajeitado' oito milhões e meio; 'Não Dá' tem mais de dez milhões e 'Ás Vezes' está acima dos onze milhões de visualizações!

O novo single 'Era eu', lançado em setembro de 2016, já tem mais de quatro milhões e meio de visualizações no Youtube / VEVO.
'Era eu' será incluído no terceiro álbum dos D.A.M.A, a ser editado em 2017.

Cartaz Dama
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Comprar Bilhetes para GHOST + Guests
15 de Abril | MEO Arena (Sala Tejo) | Lisboa
O Papa Emeritus III e os seus acólitos regressam a Portugal para uma atuação única em Lisboa... E a Páscoa, na capital, promete nunca mais ser a mesma.

Haverá melhor altura para uma “missa negra” que a reta final da Quaresma, a escassas horas de mais um Domingo da Ressurreição?

Enquanto lá fora, pelo país, se ultimam todos os preparativos para a principal celebração do ano cristão, na Sala Tejo, em Lisboa, os GHOST vão inverter o paradigma litúrgico, numa atuação que promete ficar cravada – a ferro e fogo – na memória da horda de devotos que, em de Novembro de 2015, esgotaram totalmente a lotação do Hard Club e do Paradise Garage, no Porto e em Lisboa, respetivamente.

Outra coisa não seria de esperar, de resto. Apresentados ao mundo como “um ministério de adoração ao Diabo, que – de forma a difundir um evangelho profano – decidiu usar o rock para atingir os seus objetivos”, a banda é, sem dúvida, uma das propostas mais entusiasmantes surgidos no universo da música pesada moderna no Séc. XXI. Seja em estúdio ou ao vivo, onde brilham como ninguém, ao longo dos últimos seis anos os músicos anónimos têm mostrado exatamente como deixar a sua marca ao combinarem de forma cuidadosamente coreografada uma forte componente teatral com a força contagiante de canções que, ao primeiro impacto, ficam coladas ao ouvido.

O resultado desta misteriosa alquimia transforma-se numa experiência memorável, que merece ser testemunhada ao vivo e a cores – preferencialmente de negro.

Vencedores de um Grammy e a vender o chifrudo às massas desde 2010, não deixa de ser curioso que uma banda com uma mensagem como a dos GHOST tenha conseguido ganhar uma expressão tão significativa junto de um público mais mainstream. Sobretudo quando o modus operandi que adotam parece evitar a todo o custo as armadilhas do mundo virtual em que vivemos hoje. Isto porque são um projeto anónimo a mover-se sorrateiramente numa sociedade obcecada pelas celebridades e cega pelas redes sociais, mas num curto espaço de tempo conseguiram atingir níveis de sucesso com que a maioria dos grupos de rock/metal só pode sonhar e, mantendo-se firmemente envoltos numa nuvem de mistério, cultivaram a excelsa personalidade de subversão e simbolismo que os destaca de toda a competição.

Engana-se, no entanto, quem pensar que o sucesso da banda de Linköping se deve única e exclusivamente a um elaborado plano de promoção estratégica e muitíssimo inteligente do fascínio pela intriga e curiosidade que os seis músicos cultivam – e, surpreendentemente, conseguem manter – desde que, há quase uma década, emergiram como uma mancha negra das profundezas.

Firmemente apoiados na mestria com que, desde que lançaram a estreia «Opus Eponymous» em 2010, fundem um cenário de horror macabro que vai beber influência ao legado de artistas como Arthur Brown e Alice Cooper com os riffs dos Blue Öyster Cult e Mercyful Fate, a dose certa de psicadelismo e melodias que deixariam os The Beatles e os Abba profundamente orgulhosos, os GHOST conquistaram fiéis dentro e fora do universo do metal. A música, mais refinada em «Infestissumam» e «Meliora», o segundo e terceiro discos de longa-duração, de 2013 e 2015, respetivamente, afirma-se sem grande dificuldade como algum do mais credível e tecnicamente competente heavy metal de que à memória recente – e, além de um Grammy, tem-lhes valido rasgados elogios de personalidades tão respeitadas e influentes como James Hetfield, Phil Anselmo, Fenriz e Dave Grohl, com quem gravaram inclusivamente o EP «If You Have Ghost».

Entretanto andaram pelo mundo a tocar para plateias totalmente rendidas, ao lado de bandas como os Metallica e Iron Maiden, estabelecendo-se como um verdadeiro bastião de entretenimento e como sinónimo de uma noite bem passada. Já em 2016, o misterioso sexteto sueco editou o muito aplaudido EP «Popestar», que serve agora de mote ao seu regresso ao nosso país.

Os bilhetes para o concerto custam 25€, à venda a partir do dia 29 de Novembro, nos seguintes locais:
Blueticket (www.blueticket.pt), Fnac, Worten, El Corte Inglés, Carbono (Amadora), Glam-O-Rama (Lisboa), Masqueticket (Espanha) e no local.

Websites: www.ghost-official.com // www.facebook.com/thebandghost 


Cartaz Ghost
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DREAMTHEATER2
Comprar Bilhetes para DREAM THEATER
30 Abril – Coliseu Porto
IMAGES, WORDS & BEYOND 25TH ANNIVERSARY TOUR

Os Dream Theater, mestres incontestados do metal progressivo, regressam a Portugal para comemorar o 25º aniversário do icónico «Images And Words».

Três anos após terem deixado a plateia do Coliseu do Porto totalmente rendida à qualidade inequívoca da sua música e à proficiência técnica irrepreensível de um coletivo formado por músicos de exceção, os DREAM THEATER vão estar de regresso “ao local do crime” no dia 30 de Abril de 2017.

O espetáculo integra-se na rota europeia da digressão Images, Words & Beyond, que celebra o 25º aniversário da edição de «Images And Words», um dos lançamentos mais icónicos e celebrados de que há memória no espectro do heavy metal progressivo e, sem dúvida, um dos pontos mais inspirados numa carreira que, por esta altura, já ultrapassou a marca do quarto de século de existência – sem que os músicos norte-americanos tenham alguma vez dado mostras de abrandamento criativo.

Com início a 30 de Janeiro, em Roma, esta imponente tour europeia vai mostrar o quinteto a interpretar o «Images And Words» na totalidade, assim como uma seleção de alguns dos temas mais aplaudidos de um catálogo amplamente aclamado, mantendo a banda no velho continente até ao final de Abril, com o espetáculo em solo nacional a marcar o final de uma sequência de trinta datas que reúnem todos os condimentos para ficarem marcadas para sempre na memória dos seus seguidores.

Editado originalmente a 7 de Julho de 1992, «Images And Words» é o segundo álbum da carreira dos DREAM THEATER e marcou a estreia do vocalista James LaBrie no coletivo após a promissora estreia três anos antes com «When Dream And Day Unite». Mostrando desde bem cedo toda a resiliência que sempre os caracterizou, os músicos não se deixaram abater pelo abandono súbito de Charlie Dominici e, após terem feito audições a quase 200 candidatos e assinado um contrato com a multinacional Atco, deram continuidade ao seu percurso com um engenho impressionante. Assinando uma mistura equilibrada de metal e rock progressivo com vocalizações sinceras e letras provocadoras, John Petrucci, John Myung, Mike Portnoy e Kevin Moore mostraram uma habilidade impressionante nos seus respetivos instrumentos, traduzida numa coleção de canções muito fortes e construídas de forma intrincada, que funcionaram como a base perfeita para LaBrie dar azo a toda a sua criatividade, espelhada na impressionante amplitude do seu registo vocal. Da complexidade de «Metropolis, Pt. 1» à épica «Learning To Live», passando pela emblemática «Pull Me Under» (que, com direito a vídeo-clip e edição em formato single, se transformou no primeiro grande êxito do grupo), «Images And Words» afirmou de vez os DREAM THEATHER como uma proposta musical acima da norma e, um quarto de século depois, continua a manter a sua posição como o álbum mais bem sucedido comercialmente da banda até à data.

Ao longo do seu já longo percurso, os DREAM THEATER conseguiram, de forma muito surpreendente, estabilizar uma síntese sublime de melodias inconfundíveis, instrumentação progressiva e sensação de peso agressivo incomparável no espectro do heavy metal. Graças a uma espantosa alquimia estética e criativa, o nome da banda é hoje sinónimo da força do talento, da habilidade e do poder criativo, assim como do resultado obtido na junção destes três elementos num coletivo de músicos com capacidades extraordinárias. À medida que o mundo vira à sua volta, se desenvolve, se estende e marcha para um destino incerto a nível económico, político e espiritual, o grupo hoje formado por James LaBrie na voz, John Petrucci na guitarra, John Myung no baixo, Jordan Rudess nas teclas e Mike Mangini na bateria não se coíbe de ir remodelando progressivamente o caminho, protagonizando sucessivas reinvenções que lhes permitem manter-se estoicamente como uma das propostas mais inovadoras e influentes da sua geração. Excelsos, três décadas depois de terem dado os primeiros passos, continuam a cultivar e a proteger o seu inabalável estatuto como formadores de opinião e figuras de proa de um estilo em que se pensa que tudo já foi inventado.

Os bilhetes para o concerto custam entre 32 e 37€.
A pré-venda e bilhetes VIP, através do site oficial dos Dream Theater, a partir das 09h00 de dia 20 de Dezembro.
A venda geral arranca dia 21 de Dezembro, nos locais habituais.

Ticketline (1820 - www.ticketline.sapo.pt). Espanha: Masqueticket (www.masqueticket.com).
Websites: www.dreamtheater.net  // www.facebook.com/dreamtheater 

Cartaz Dream Theater
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Slayer2
Comprar Bilhetes para SLAYER
5 Junho - Coliseu Lisboa
Ilustres representantes dos Big Four, ao lado dos Metallica, Megadeth e Anthrax, os líderes incontestados do thrash mais impiedoso regressam por fim a Lisboa para apresentar «Repentless», o aclamado 11º registo de originais.

É certo e sabido que, mesmo no seio de um grupo com interesses em comum, as opiniões tendem a dividir-se quando chega a hora de discutir quais as bandas mais importantes ou definidoras de uma determinada época. Poucos são, no entanto, aqueles que se atrevem a questionar a relevância de um grupo como os SLAYER – ou o impacto de discos como «Reign In Blood», «South Of Heaven» ou «Seasons In The Abyss», apenas três dos mais aplaudidos num catálogo sem mácula. É exatamente por isso que Araya, King, Hanneman e Lombardo são, há mais de três décadas, os porta-estandartes de tudo o que é hoje o som extremo. Do death ao black metal, são eles a referência maior, uma força unificadora num universo cada vez mais dividido por uma quantidade incontável de géneros e subgéneros. É precisamente esse sentimento de união, transversal a tantos estilos e gerações, que se vai materializar no próximo dia 5 de Junho quando os SLAYER, uma das bandas mais consensuais de sempre no espectro da música pesada, subirem ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Quando os SLAYER editaram o terceiro álbum de estúdio, o influente «Reign In Blood», a 7 de Outubro de 1986, já tinham gravado outros dois discos muito promissores, mas foi nesse preciso momento que se transformaram na lenda que são hoje. Pelo caminho, influenciaram tudo, ou quase tudo, o que foi feito em termos de música pesada desde então. Uma boa prova disso é que, tanto tempo depois, o álbum de 1986 continua a carregar o mesmo apelo animal que deixou tanta gente de queixo caído na altura em que foi lançado. É claro que, ao longo dos anos, muitos foram os músicos que tentaram recriar o génio e a perfeição contidos naquela contundente coleção de dez temas, mas nunca ninguém conseguiu chegar nem lá perto. E isso não é exatamente estranho; os próprios músicos perceberam rapidamente que nem valia a pena tentarem e, no disco seguinte, o «South Of Heaven», trataram de colocar um pé no travão. Hoje, oito álbuns depois e já sem os elementos fundadores Jeff Hanneman e Dave Lombardo na formação, são definitivamente uma banda bem diferente, mas há uma coisa que ninguém lhes pode negar – serão, para a eternidade, um dos nomes mais revolucionários, influentes, emblemáticos e resilientes saídos da música extrema.

Dúvidas restassem em relação à sua vitalidade, algo estranho se tivermos em conta o intocável fundo de catálogo da banda, o mais recente registo de estúdio, «Repentless», editado há dois anos, tratou de desfazê-las. Quando, já após o polémico afastamento do baterista Dave Lombardo na reta final da tour mundial de promoção a «World Painted Blood», o guitarrista Jeff Hanneman faleceu inesperadamente em Maio de 2013, o futuro dos SLAYER tornou-se subitamente incerto. Valeu-lhes, a eles e à sua vasta e devota base de seguidores, a resiliência do guitarrista Kerry King que, com o baixista/vocalista Tom Araya estoicamente ao seu lado e a preciosa ajuda de Gary Holt na guitarra e Paul Bostaph na bateria, tornaram real o 11º álbum do mítico quarteto californiano. Com o furioso tema-título, «Take Control», «Cast The First Stone», «When The Stillness Comes» ou «You Against You» a manterem inalterada a agressividade selvagem que os tornou famosos, os SLAYER renasceram como se ainda tivessem algo a provar e, três décadas depois de terem dado os primeiros passos, continuam a afirmar-se como uma das mais distintas e poderosas bandas sobreviventes do boom thrash dos anos 80.

Os bilhetes para o concerto custam 32€, à venda a partir do dia 20 de Janeiro, nos locais habituais.
Ticketline (1820 - www.ticketline.sapo.pt). Espanha: Masqueticket (www.masqueticket.com).

Websites: www.slayer.net // www.facebook.com/slayer

Cartaz Slayer
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HIM2
Comprar Bilhetes para HIM | CONCERTO ESGOTADO
17 Junho – Hard Club (Porto)
Depois de uma ausência de mais de uma década dos palcos nacionais, os finlandeses HIM estão, por fim, de regresso a Portugal.

Amem-se de paixão ou odeiem-se de morte, porque são daquelas bandas em relação às quais não parece haver meio-termo, a verdade é que não há como negar o impacto que os HIM, os criadores do love metal, tiveram no cenário da música pesada desde que, em 1997, lançaram o seu disco de estreia. Parece, de facto, incrível que entretanto já se tenham passado duas décadas.

A verdade é que, ao longo dos últimos vinte anos, transformaram-se numa das mais bem sucedidas exportações musicais finlandesas, num caso raro de sucesso estratosférico, não só no seu país de origem mas também do outro lado ao Atlântico.

Em 2017, o ano em que se comemora o vigésimo aniversário da edição de «Greatest Lovesongs, Vol. 666» e após uma demasiado longa ausência dos palcos nacionais, a banda de Helsínquia vai estar por fim de regresso a Portugal para um concerto intimista no Hard Club, no Porto, no dia 17 de Junho.

Forjadas no início dos anos 90 pelos pioneiros do death doom britânico como Paradise Lost ou My Dying Bride, as melódicas e melancólicas atmosferas do metal gótico sugeriram desde bem cedo um lado mais suave e comercialmente viável para o rock herdeiro dos Black Sabbath, mas foram mantidas sob controlo pelo underground mais sombrio até ao momento em que, do outro lado do Atlântico, Peter Steele e os seus Type O Negative decidiram, de uma vez por todas, arriscar uma estética mais sexy e acessível aos riffs compassados.

No entanto, acabaram indubitavelmente por ser os finlandeses HIM a escancarar as proverbiais portas do panteão metálico para todos os sons lustrosos e sensuais que se foram tornando populares durante a viragem do milénio. Apoiados na sua visão muito pessoal, gótica e romântica q.b. do rock que não rejeita as influências de metal ou até mesmo de pop, a banda liderada por Ville Valo construiu um percurso exemplar e um fundo de catálogo repleto de temas icónicos.

Cada geração tem seus ícones e – de Johnny Cash aos Black Sabbath – as últimas décadas têm sido definidas pelos sons que produzem. Os HIM não são uma exceção a esta regra e, desde que se juntaram em 1992, têm vindo a destilar a sua fusão de sons pesados e envolventes, pejados de teclados luxuriantes e melodias orelhudas, para criar uma fermentação sónica excecionalmente potente.

Criada por um grupo de adolescentes obcecados não só com os imortais Black Sabbath, mas também com a sagacidade sardónica e pesada dos Type O Negative, a banda cresceu para se transformar num dos ícones nacionais da sua nativa Finlândia – e não se ficou por aí.

A sua marca registada, o Heartagram, deixou um selo indelével por todo o globo, graças a uma sequência de lançamentos de qualidade superior e a uma dedicação que os viu a calcorrear o mundo de lés a lés. Hoje, com um total de mais de oito milhões de discos vendidos a nível mundial, «Join Me In Death» a afirmar-se como o single mais vendido por qualquer artista finlandês até à data e a honra de terem sido, efetivamente, a primeira banda finlandesa a conquistar um disco de ouro nos Estados Unidos com «Dark Light», de 2005, os HIM são uma força como nenhuma outra.

Os bilhetes para o concerto custam 25€, à venda a partir do dia 22 de Dezembro, nos locais habituais.
Ticketline (1820 - www.ticketline.sapo.pt). Espanha: Masqueticket (www.masqueticket.com).

Websites: www.heartagram.com // www.facebook.com/theheartagram


Cartaz HIM
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MASTODON1
Comprar Bilhetes para MASTODON + Special Guests
21 Junho – MEO Arena (Sala Tejo)
Cinco longos anos de ausência depois, os MASTODON regressam por fim a Portugal no próximo dia 21 de Junho, para uma atuação em nome próprio na Sala Tejo da Meo Arena, em Lisboa.

Durante as últimas décadas tornou-se óbvio que há muito de válido a acontecer criativamente no submundo da música extrema – feitas as contas, é a versão mainstream do género que começa a precisar desesperadamente de um novo conjunto de super-heróis.
Por muito que nos custe admiti-lo, é cada vez mais notório que os pioneiros da tendência parecem já não ter força suficiente para contrariar o sistema, verdadeiros colossos vergados ao peso de uma indústria que, como qualquer outra, tem como principal objetivo o proveito ao invés da arte.
Cabe, portanto, às gerações mais jovens, e com mais sangue na guelra, ocuparem um lugar de liderança na insurreição e ajudarem à criação de novos padrões, providenciando a proverbial injeção de sangue saudável numa tendência que corre o sério risco de estagnar mais cedo do que previsto. No limiar do salto para a primeira divisão da tendência, os MASTODON são – sem margem para quaisquer dúvidas – quem melhor consegue uma carreira equilibrada na ténue linha que separa a validade criativa e o sucesso em larga escala. Um caso raro de talento aliado à perícia técnica e a doses de inteligência ímpar, traduzido num fundo de catálogo substancial e sem mácula, aplaudido de forma consensual pelo público e pela crítica.

Somando já quase duas décadas de carreira, sete álbuns de estúdio, dois registos ao vivo, uma coletânea e mais de uma dúzia de EPs, splits e singles, a banda oriunda de Atlanta tem mostrado saber exatamente como progredir sem nunca estagnar, afirmando-se como um daqueles nomes de que, por esta altura, já ninguém espera outra coisa que não seja o inesperado. Desde bem cedo apostando numa identidade pessoal muito vincada e mostrando uma solidez invejável – os MASTODON são, desde o lançamento do EP de estreia em 2001, Troy Sanders no baixo/voz, Brann Dayior na bateria/voz, Bill Kelliher na guitarra/voz e Brent Hinds na guitarra/voz –, souberam como agarrar-se ao seu eclético leque de influências para criarem uma sonoridade muito própria e difícil de catalogar de forma estanque, capaz de agradar de igual forma a fanáticos do peso extremo, a adoradores do rock mais orelhudo ou a intelectuais dos sons progressivos. Uma coisa é certa, não há, hoje em dia, outra banda como esta, apesar de todos os copycats que foram surgindo em cena desde que começaram a partilhar palcos com gigantes como os Metallica e a transformar-se numa fonte de inspiração para toda uma nova geração de músicos apostados em fugir ao óbvio.

Alicerçado na força e genialidade melódica dos riffs e leads dedilhados pela dupla Kelliher/Hinds, no talento irrequieto de Dailor atrás da bateria, no ritmo pulsante do baixo de Sanders e num potente ataque vocal quadruplo, que lhes permite harmonizar refrães que ficam
de imediato colados no córtex do ouvinte, a cada disco novo que grava, o quarteto norte americano tem-se atirado sucessivamente de cabeça a novas experiências sonoras mirabolantes, que – sem fugirem muito ao esquema que delinearam desde bem cedo para a sua sonoridade – tem dado origem a alguns dos discos mais interessantes e desafiantes da última década. Das descargas colossais de «Remission» e «Leviathan» à atitude consideravelmente mais direta e orelhuda de «Once More 'Round The Sun», passando por exigentes exercícios conceptuais como «Blood Mountain», «Crack The Skye» e «The Hunter», para cada lugar de destaque na tabela de vendas da Billboard, para cada concerto esgotado ou para cada nomeação para os Grammys, há uma coleção de grandes temas e sucessivas demonstrações de um talento sem igual.

A mais recente chama-se «Emperor of Sand», tem data de edição agendada para o próximo dia 31 de Março e vai servir de mote a um muito aguardado regresso dos MASTODON a Portugal, marcado para 21 de Junho, na Sala Tejo da
Meo Arena, em Lisboa.

Os bilhetes para o concerto custam 28€, à venda a partir do dia 15 de Março, nos seguintes
locais: Blueticket (www.blueticket.pt), Fnac, Worten, El Corte Inglés, Carbono (Amadora),
Glam-O-Rama (Lisboa), Masqueticket (Espanha) e no local.

Cartaz Mastodon
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TOM1
Comprar Bilhetes para TOM CHAPLIN
MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 14 DE JULHO
Tom Chaplin é a mais recente confirmação para o MEO MARES VIVAS, dia 14 de Julho no palco MEO. Conhecido nos dois lados do Atlântico, desde os inícios de 2000 como líder da banda de rock britânica KEANE.

O primeiro álbum a solo de Tom Chaplin, 'The Wave', estreou-se em 3º lugar nos top ´s britânicos em Outubro de 2016 e apresenta onze canções incrivelmente honestas e escritas por Tom, produzidas por Matt Hales e gravadas em Pasadena, Califórnia e Londres.

É a primeira vez que Tom sai do lado dos Keane, a banda britânica de vários milhões de álbuns, que conquistou 5 álbuns número um entre 2004 e 2013.

Impulsionado pela sua voz inconfundível, 'The Wave' é um álbum poderoso que tem sido criticado pelos críticos. The “Sunday Times Culture” deu-lhe o “Album Of The Week”, o The Telegraph, "a música mais linda e edificante da carreira de Chaplin", e o Standard, o Sun, Q e Mojo todos premiando com 4 estrelas nos seus comentários.

A sua banda apresenta MD, baterista e o programador Sebastian Sternberg; Rosie Langley no violino, synths e guitarra; O pianista e violinista com formação clássica Tobie Tripp e Beau Holland na guitarra, synths e piano.

https://www.facebook.com/TomChaplinMusic/
https://twitter.com/tomchaplin
https://www.youtube.com/channel/UC6IFIHMoH5gohcHt0yo_t8A
https://www.instagram.com/tomchaplin/
http://www.tomchaplinmusic.com/music/

Cartaz MV Tom Chaplin
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Diogo1
Comprar Bilhetes para DIOGO PIÇARRA
MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 14 DE JULHO
No dia 14 de Julho é a vez de subir ao Palco MEO o artista português – DIOGO PIÇARRA, com a estreia novo espectáculo, “do=s”!

2017 será um ano marcante na carreira de Diogo Piçarra. No dia 31 de Março lança “do=s”, o segundo álbum de estúdio que marcará também o lançamento de um novo espectáculo.

Diogo Piçarra levará “do=s” a percorrer o país, de Norte a Sul, Ilhas e também com algumas aventuras internacionais. Será um espectáculo com uma forte componente visual e com a energia que tem caracterizado os seus últimos lançamentos.

Em palco, Diogo Piçarra na voz, guitarra e piano, estará acompanhado pelo seu habitual e irrepreensível trio de músicos: Francisco Aragão (guitarras, teclados e programações), Filipe Cabeçadas (bateria e programações) e Miguel Santos (baixo e teclado).

Um espectáculo que se espera emocionante e de partilha com o seu público – a sua enorme família - onde Diogo Piçarra vai percorrer os grandes Hits que têm marcado a sua carreira: ‘Tu e Eu’, ‘Dialeto’, ‘Verdadeiro’, ‘Entre as Estrelas’, ‘Wall of Love’ e o novo single ‘História’, dando
também a conhecer as canções que compõem o novo disco “do=s”.

https://pt-pt.facebook.com/diogopicarra
https://twitter.com/diogopicarra

Cartaz MV Diogo Piçarra
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Agir(1)
Comprar Bilhetes para AGIR
MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 14 DE JULHO
E logo no primeiro dia do festival, a 14 de Julho: AGIR - compositor, produtor e intérprete desde os 12 anos de idade, Agir herda dos pais a paixão pelas artes performativas decidindo rapidamente que é na música que quer viver. Aos 20 anos gravou o seu primeiro álbum “Agir”,
seguindo-se o EP “Alma Gémea” (2013) e a mix-tape #agiriscoming, em 2014.

“Leva-me A Sério” é o novo álbum de Agir, que nele mostra o imenso talento de um dos principais cantores da nova música portuguesa de expressão urbana, sendo todas músicas escritas e produzidas por si.

Os videoclipes dos singles “Tempo é Dinheiro” e “Ela Parte-me o Pescoço” foram já visualizados por muitos milhões de fãs que insistem também em marcar presença em massa nos seus concertos, fazendo destes verdadeiras enchentes como se viu nos Centros Comerciais Colombo e Fórum Algarve e festivais Sumol Summer Fest, MEO Sudoeste e Sol da Caparica, entre muitos outros por todo o País.

Antes do final do ano, Agir ainda teve tempo de ganhar o Best Portuguese Act da MTV Portugal, representando assim Portugal na gala MTV EMA 2015, em Milão. GOT IT!!!

MAIS INFORMAÇÕES:
http://www.agirofficial.com/ 
https://www.facebook.com/AgirOfficial/


BILHETES E PONTOS DE VENDA
O preço dos bilhetes para a edição de 2017:
- Bilhete Diário: 35.00 eur
- Passe Geral: 60.00 eur
- Passe Geral VIP: 150.00 eur

Locais de venda: Ticketline, Blueticket, FNAC, CTT, masqueticket.com

Cartaz MV Agir
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Bastille2
Comprar Bilhetes para BASTILLE
MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 14 DE JULHO
Bastille, a banda inglesa de Indie Rock e Rock Alternativo,  formada em 2010 e composta por  Dan Smith (voz e piano), Kyle Simmons (piano, guitarra e 2ª voz), Will Farquason (baixo e 2ª voz) e Chris “Woody” Wood (bateria e 2ª voz) atua a 14 de Julho no Palco MEO do MEO MARÉS VIVAS.

A banda alcançou enorme sucesso em 2013 com o single “Pompeii” e desde aí o seu reconhecimento foi sempre aumentando. A palavra Bastille trás à mente Revolução, a mudança e o assalto do velho por um espirito novo. Mas quando Dan Smith deu o nome de Bastille à sua banda, estava apenas a pensar no dia do seu aniversário – 14 de Julho – Dia da Bastilha Francesa.

Os presságios de que Bastille seriam uma grande “marca” estavam lá muito antes do seu álbum de estreia em 2013 – “Bad Blood”. O quarto single Pompeii tournou-se um dos hinos alternativos dos últimos anos, vendendo mais de 10 milhões de singles em todo o mundo e tornou-se no nº1 nas rádios americanas em 2014.

Todas as conquistas feitas pela banda foram reconhecidas pelos juízes dos prémios – com nomeações para quatro BRIT AWARDS, uma nomeação para um Grammy e duas nomeações para os AMERICAN MUSIC ASSOCIATION AWARDS e ainda um TEEN CHOICE AWARD nos EUA para melhor canção rock.

No ano de 2015 os Bastille escalaram novas alturas e completaram uma tour de verão que incluiu festivais como: Benicassim, Lollapalooza Berlin e ainda um concerto secreto no Gastonbury.

Em 2017 regressam a Portugal para um concerto único no MEO MARÉS VIVAS e logo no primeiro dia do festival – a 14 de Julho.

MAIS INFORMAÇÕES:
http://www.bastillebastille.com 
http://bastilleuk.tumblr.com/
https://twitter.com/bastilledan
https://www.facebook.com/bastilleuk
https://www.youtube.com/user/BASTILLEvideos
https://soundcloud.com/bastilleuk

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AmorElectro1
Comprar Bilhetes para AMOR ELECTRO
MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 15 DE JULHO
Desde a sua estreia em disco, os AMOR ELECTRO não têm parado de crescer, tendo-se já tornado num projeto de referência no panorama musical português.

Com dois álbuns editados, “Cai o Carmo e a Trindade” (2011), “(R)Evolução” (2013) e já a trabalhar no terceiro disco, os AMOR ELECTRO contam com vários sucessos, entre os quais, “A Máquina”, “Rosa Sangue”, “Mar Salgado”, “Juntos Somos Mais Fortes”, e o mais recente “Sei”.

A junção entre a modernidade e o tradicional, entre as raízes populares e a eletrónica é posta à prova em cada espetáculo pelos músicos Tiago Pais Dias, Rui Rechena, Ricardo Vasconcelos e Mauro Ramos, a acompanharem a voz carismática e inconfundível de Marisa Liz, numa simbiose de energia eletrizante entre artistas e público, que é característica desta banda.

Um espetáculo emocional, intenso e uma experiência única para todo o público é a promessa para o palco do MEO Marés Vivas. Uma noite memorável, vivida e cantada em uníssono, até porque “Juntos Somos Mais Fortes”!

Dia 15 de Julho no MEO Marés Vivas, a energia e a emoção sobem ao palco com muito… AMOR ELECTRO.”

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http://www.amorelectro.com/
https://pt-pt.facebook.com/AmorElectroPT

BILHETES E PONTOS DE VENDA
O preço dos bilhetes para a edição de 2017:
- Bilhete Diário: 35.00 eur
- Passe Geral: 60.00 eur
- Passe Geral VIP: 150.00 eur

Locais de venda: Ticketline, Blueticket, FNAC, CTT, masqueticket.com

Amor Electro


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Comprar Bilhetes para SCORPIONS
MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 15 DE JULHO
Os Scorpions são a mais recente confirmação do MEO MARÉS VIVAS. No dia 15 de Julho a banda alemã regressa a Vila Nova de Gaia 8 anos depois.

Tendo assinalado cinco décadas de carreira no ano passado, prometem oferecer ao público do MEO MARÉS VIVAS um conceito cheio de energia, onde os clássicos serão revisitados. O seu último álbum “Return to Forever”, o 18.ºda banda foi editado em fevereiro de 2015.

Os Scorpions - Klaus Meine, Rudolf Schenker e Matthias Jabs – os três jovens de Hannover tornaram-se ao longo da sua carreira uma das mais bem-sucedidas bandas de rock. Nestes 50 anos foram considerados a melhor banda da Alemanha, ou melhor da Europa Continental, e são a prova viva de que não só a VW, MERCEDES ou BMW são capazes de competir internacionalmente, mas a música rock clássica feita na Alemanha também.

Uns sem número de bandas, incluindo os The Smashing Pumpkins, os Green Day, Korn, System Of a Down, realizaram covers dos Scorpions ao longo das últimas décadas. Só a “Rock You Like a Hurricane” contabilizou 150 interpretações diferentes.

Devem ainda ser mencionados os mais de 100 milhões de discos vendidos até à data. Isto faz com que sejam a banda rock de maior sucesso de toda a Europa. Os inúmeros prémios de ouro, prata ou platina são apenas um lado da história de Scorpions. O outro é o lado de viajar.

Nenhuma outra banda rock deste calibre, depois de tantos anos sobe ao palco como os nativos de Hannover. Já estiveram no Rio de Janeiro, Tóquio, Moscovo, Washington, Dubai, Paris e Berlim. E no dia 15 de julho sobem ao palco do MEO MARÉS VIVAS para uma noite memorável e única.

MAIS INFORMAÇÕES:
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BILHETES E PONTOS DE VENDA
O preço dos bilhetes para a edição de 2017:
- Bilhete Diário: 35.00 eur
- Passe Geral: 60.00 eur 
- Passe Geral VIP: 150.00 eur 

Locais de venda: Ticketline, Blueticket, FNAC, CTT, Masqueticket

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Sting2
Comprar Bilhetes para STING
MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 16 DE JULHO
FESTIVAL  MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA -  Após o recente lançamento do esperado álbum Rock & Pop “57th & 9th” de Sting e com concertos já confirmados na América do Norte e Europa, a Cherrytree Management, a Live Nation & PEV Entertainment têm o prazer de anunciar que STING actuará em Vila Nova de Gaia a  16 de Julho - FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS.

Os Bilhetes para o Sting's 57th & 9th Tour a 16 de Julho já estão à venda. Os membros do clube de fãs oficial podem igualmente adquirir os bilhetes em: Sting.com .

Mais informações em www.sting.com/tour. 57th & 9th é promovido pela Live Nation Global Touring, produzido pela RZO Entertainment.

No 57th & 9th Tour, Sting será acompanhado por uma banda de 3 pessoas, incluindo o seu guitarrista de longa data, Dominic Miller, mais Josh Freese (bateria) e Rufus Miller (guitarra).

O duodecimo álbum de estúdio de Sting, 57th & 9th é o seu primeiro projeto de rock / pop em mais de uma década, foi lançado a 11 de Novembro pela A & M / Interscope Records. A coleção de dez músicas representa uma ampla gama de estilos musicais e de composições de Sting do primeiro single  "I Can not Stop Thinking About You", estridente e violento, ao feroz estilo "Warrior" de "Petrol Head".  O álbum foi produzido por Martin Kierszenbaum, foi gravado em poucas semanas com os colaboradores de longa data de Sting, Dominic Miller (guitarra) e Vinnie Colaiuta (bateria), bem como o baterista Josh Freese (Nine Inch Nails, Guns n 'Roses), o guitarrista Lyle Workman e os backing vocals da banda Tex-Mex de San Antonio The Last Bandoleros.

SOBRE STING: Compositor, cantor, autor, ator e ativista – tornou-se conhecido enquanto vocalista dos The Police - banda que formou com Setwart Copeland e Andy Summers, em 1977.

A carreira a solo do cantor de “Englishman in New York” e “If I Ever Lose My Faith in You” arancou nos anos 80. Sting ao longo da sua Carreira já lançou mais de uma dezena de álbuns de estúdio, CD´s ao vivo e compilações, tendo já sido premiado com 17 Grammys, 2 Brit Awards, 1 Globo de Ouro, 1 Emmy e 1 MTV VMA, três nomeações ao Oscar e  uma nomeação ao TONY, Prémio Century do Magazine da revista e MusiCares 2004 Personalidade do Ano. Também membro do Songwriters Hall of Fame, em Dezembro de 2014,  recebeu o Kennedy Center Honors, e mais recentemente recebeu o American Music Award of Merit. Ao longo da sua carreira duradoura, vendeu cerca de 100 milhões de álbuns de seu trabalho como membro dos  The Police e como artista a solo.

O apoio de Sting a organizações de direitos humanos como o Rainforest Fund, a Amnistia Internacional e o Live Aid espelha a sua arte no seu alcance universal. Juntamente com a esposa Trudie Styler, Sting fundou o Rainforest Fund em 1989 para proteger as florestas tropicais do mundo e os povos indígenas que vivem lá. Juntos, eles realizaram 17 concertos de beneficiência para angariar  fundos e consciencialização dos recursos ameaçados e em extinção do planeta, com o próximo evento agendado para 14 de Dezembro no Carnegie Hall. Desde a sua criação, o Rainforest Fund expandiu-se para uma rede de organizações interligadas que trabalham em mais de 20 países em três continentes.

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Miguel Araujo2
Comprar Bilhetes para MIGUEL ARAÚJO
MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 16 DE JULHO

MIGUEL ARAÚJO já é artista da casa e no dia 16 de Julho regressa para um concerto muito especial. É um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa. Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer n’Os Azeitonas, a banda portuense que aos poucos se
foi afirmando como um dos mais interessantes fenómenos de culto do panorama nacional (Anda Comigo Ver os Aviões, Quem és Tu Miúda, Ray-Dee-Oh, etc).

Em Maio de 2012 estreou-se a solo com “Cinco dias e Meio”, de onde se destacam temas como Os Maridos das Outras (single de estreia), Fizz Limão ou Capitão Fantástico. O single de estreia foi nomeado para “melhor canção do ano” nos prémios da Sociedade Portuguesa de
Autores, nos Globos de Ouro e na gala da RTP dos melhores do ano. Miguel Araújo foi ainda nomeado para “melhor intérprete individual” nos globos de Ouro e como “personalidade masculina do ano na categoria de música” na revista Lux. O álbum foi considerado um dos 10
melhores do ano e “Capitão Fantástico” foi eleita uma das melhores músicas do ano pela revista Blitz.

Logo no ano do lançamento do disco de estreia, Miguel Araújo atuou em cerca de 40 espetáculos, com destaque para o concerto de apresentação do disco na sala principal da Casa da Música, com lotação esgotada, participação em alguns festivais e uma actuação em Macau.

Paralelamente, participou, como cantor, no álbum “O Grande Medo do Pequeno Mundo”, de Samuel Úria. Compôs a banda sonora do monólogo “Como Desenhar Mulheres, Motas e Cavalos”, de Nuno Markl, que passou (sempre com casa cheia) pelos principais auditórios do
país. Compôs para António Zambujo (“Reader’s Digest” e “O que é Feito Dela”) e Ana Moura (“E Tu Gostavas de Mim”).

O sucessor de "Cinco Dias e Meio", "Crónicas da Cidade Grande", foi lançado em Abril de 2014 e entrou diretamente para o número 1 do top de discos do Itunes e para o top 3 de vendas.

“Balada Astral”, o primeiro single, foi nomeado na categoria de “melhor música” nos Globos de Ouro.

Os concertos de consagração: CCB em Lisboa (Outubro de 2014) e Coliseu do Porto (Novembro de 2014), ambos com convidados especiais (Luisa Sobral, António Zambujo, Ana Moura, entre outros), foram um verdadeiro sucesso, tendo a lotação da mítica sala portuense esgotado
semanas antes do espetáculo. O concerto no Coliseu do Porto foi um dos mais memoráveis da carreira do cantor que, cerca de um ano antes, se tinha estreado no palco daquela mesma sala, mas com Os Azeitonas.

2015 revelou ser mais um ano cheio de sucessos para Miguel Araújo. Em Março estreou-se a solo em palcos internacionais, com uma mini-digressão pela Galiza, que passou por Santiago de Compostela, Lugo e Ourense, e onde foi muito bem recebido e reuniu elogios por parte do
público e da crítica. Subiu ainda ao palco principal do festival MEO Marés Vivas (Vila Nova de Gaia) naquele que foi considerado um dos melhores concertos do festival nesse ano.Tem esgotado todas as salas por onde tem passado, tendência que parece ter vindo para ficar.

Em 2016 estreou-se na Suíça e em Inglaterra, sempre com excelente receção do público. Este ano ficou, no entanto, marcado pelos concertos com António Zambujo nos Coliseus de Lisboa e Porto, e pelo recorde que atingiram, ao serem marcadas 28 datas. A dupla terminará a aventura em Beja e na Maia, as suas terras natais.

Tanto “Cinco Dias e Meio” como “Crónicas da Cidade Grande” atingiram a marca de Disco de Ouro, e a edição limitada e numerada de “Cidade Grande ao Vivo” esgotou, tendo sido posta à venda uma segunda edição, com o registo áudio do concerto no Coliseu do Porto.
Atualmente, Miguel Araújo encontra-se a trabalhar no sucessor de “Crónicas da Cidade Grande”.


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O preço dos bilhetes para a edição de 2017:
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SeuJorge 2
Comprar Bilhetes para SEU JORGE
MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 16 DE JULHO
Seu Jorge, nasceu em 1970 em Belford Roxo no Rio de Janeiro – Brasil.

Músico dos pés à cabeça, cantor, compositor, instrumentalista, produtor e ator, define-se a si mesmo como um cantor e compositor popular, que gosta de inúmeros géneros musicais, mas cujo fundamento é o samba:
“…O samba é a nossa verdade, nossa particularidade, é nossa medalha de ouro, nosso baluarte, nosso estandarte brasileiro. “ 

Com uma carreira internacional brilhante, tem em Portugal uma legião de fãs que fazem dele um dos artistas brasileiros mais ouvidos e reconhecidos atualmente no nosso País.

E no dia 16 de Julho sobe ao palco MEO do MEO MARÉS VIVAS para um grande espectáculo.
 
MAIS INFORMAÇÕES:
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O preço dos bilhetes para a edição de 2017:
- Bilhete Diário: 35.00 eur
- Passe Geral: 60.00 eur 
- Passe Geral VIP: 150.00 eur 
Locais de venda: Ticketline, Blueticket, FNAC, CTT, Breakpoint.es

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Jamie (1)
Comprar Bilhetes para JAMIE CULLUM
28 DE JULHO | JARDINS DE SERRALVES
No dia 28 de Julho, o belíssimo Jardim de Serralves no Porto, vai receber um dos maiores artistas de sempre – JAMIE CULLUM, para um concerto que promete ser muito especial.

Num dos jardins mais notáveis do mundo esta promete ser uma noite única, ao som do piano e dos muitos temas, como “Don´t Stop de Music” ou de “Edge of Something”, Jamie Cullum vai cantar, tocar e encantar.

O multifacetado pianista, cantor e compositor JAMIE CULLUM é a maior estrela de Jazz do Reino Unido. 

O músico britânico, um astro maior do Jazz, deixou a sua marca no mundo da música através da sua originalidade e criatividade: sabe como ninguém polvilhar o Jazz com sons contemporâneos e Pop. Mas sem esquecer a multiplatina com “Twentysomething” e todo o seu conhecimento e amor pela música que o fizeram crescer nos palcos de todo o mundo. Vencedor de um Grammy, dois Brit Awards, dois Globos de Ouro, entre outros prémios conquistados.

BILHETES À VENDA A PARTIR DO DIA 24 DE FEVEREIRO

INFORMAÇÕES:
Jardins de Serralves
28 de Julho - Porto

Abertura Portas: 20h00
Início do Espetáculo: 22h00

Bilheteira
Plateia VIP – 50.00 €
Plateia A – 40.00 €
Plateia B – 30.00 €
Plateia em pé – 20.00 €

À venda nos locais habituais

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Comprar Bilhetes para Apocalyptica, Epica, The Dillinger Escape Plan, Childrain e Colosso
VOA – Heavy Rock Festival | de 4 a 6 de Agosto | Parque Urbano Quinta de Marialva
Apocalyptica, Epica, The Dillinger Escape Plan, Childrain e Colosso adicionados ao cartaz.
Palco secundário com curadoria da revista LOUD!

Com regresso agendado para o Parque Urbano Quinta de Marialva nos dias 4, 5 e 6 de Agosto, o VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL adiciona agora mais cinco nomes de referência a um cartaz que, como comunicado no passado mês de Dezembro, conta já com a presença dos norte-americanos TRIVIUM, DEATH ANGEL e OBITUARY, dos finlandeses INSOMNIUM, dos espanhóis KILLUS e dos portugueses TERROR EMPIRE. Solidificando ainda um pouco mais o conceito de diversidade que desde sempre dominou o evento, vão passar também pelo palco do anfiteatro de Corroios os muito aplaudidos finlandeses APOCALYPTICA, que regressam a Portugal, desta vez para, com toda a pompa e circunstância, comemorarem o vigésimo aniversário do aclamado álbum de estreia, «Plays Metallica By Four Cellos»; os holandeses EPICA que, após dois espetáculos arrebatadores há três anos, vão aproveitar a ocasião para mostrar ao vivo toda a força do seu mais recente álbum, «The Holographic Principle»; e os norte-americanos THE DILLINGER ESCAPE PLAN que, já na sequência da edição do explosivo «Dissociation», andam em tour pelo mundo a despedir-se da sua vasta legião de fãs antes de colocarem um ponto final numa carreira brilhante. A reforçar a presença ibérica no cartaz, os espanhóis CHILDRAIN e os lusos COLOSSO prometem dar conta do excelente estado em que se encontra hoje o underground da península. Pelo primeiro ano, e aproveitando o crescimento do evento para três dias, o VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL vai alargar a sua programação a um segundo palco, que contará com curadoria da revista LOUD! – do rock'nroll ao death/black metal, passando por todas as vertentes e subgéneros da música pesada e extrema, a mais antiga publicação mensal dedicada aos sons pesados em território nacional pretende fazer deste espaço uma mostra do que de melhor se tem produzido por cá nos últimos anos.

APOCALYPTICA
Quando surgiram “em cena”, corria o ano de 1996, os finlandeses APOCALYPTICA eram a verdadeira anomalia. Se não um projeto impensável, um conceito meio inusitado para a grande maioria do público que tinham como alvo. Bem vistas as coisas, o mais estranho ainda é que, antes de Eicca Toppinen, Max Lilja, Antero Manninen e Paavo Lotjonen, quatro jovens roqueiros e violoncelistas com formação erudita, ninguém tivesse tido a brilhante ideia de fazer algo do género. É certo e sabido que o heavy metal e a música clássica têm, desde sempre, mais em comum do que o melómano menos dado a extremismos gosta de admitir, por isso... A ideia de ver quatro músicos com formação clássica a fazerem versões de temas de heavy metal acabava por fazer todo o sentido. Neste caso, começaram por dar novas roupagens a originais dos Metallica e, com o álbum de estreia «Plays Metallica By Four Cellos», encantaram plateias por esse mundo fora com as suas interpretações muito próprias de êxitos como «Enter Sandman», «Master of Puppets» e «The Unforgiven». Entretanto passaram-se mais de duas décadas, os músicos alargaram o seu repertório a material dos Sepultura, dos Pantera e dos Faith No More, entre outros, começaram a compor também os seus próprios originais, mudaram de formação e, em álbuns como «Reflections» «Worlds Collide» ou «7th Symphony», encetaram colaborações com músicos tão respeitados como Dave Lombardo, Til Lindemann e Joe Duplantier, dos Slayer, Rammstein e Gojira, respetivamente. Pelo caminho, enquanto iam desenvolvendo uma identidade muito além da “banda de covers” glorificada pelo exotismo, conseguiram estabelecer-se também como um fenómeno de massas, subindo às tabelas de vendas e marcando presença nos palcos dos grandes festivais. O último registo de estúdio do grupo chama-se «Shadowmaker» e foi editado há dois anos, mas em 2017 os músicos vão redescobrir as suas raízes, com uma tour de comemoração do 20º aniversário de «Plays Metallica By Four Cellos», que inclui por fim a estreia no VOA.

EPICA
Quase duas décadas depois de terem dado os primeiros passos pela mão do guitarrista e mentor Mark Jansen, pouco tempo depois de ter abandonado os também muitíssimos aplaudidos After Forever, a popularidade gerada pelo coletivo holandês não dá mostras de abrandamento. Destacando-se desde muito cedo, não só por serem tão influenciados pelo rock como pela corrente sinfónica do metal, mas pela paixão que Jansen nutre pelas épicas bandas-sonoras compostas por nomes como Danny Elfman e Hans Zimmer, o grupo – cuja formação fica hoje completa com a carismática e talentosa Simone Simons na voz, Issac Delahaye na guitarra, Coen Janssen nos teclados, Rob Van Der Loo no baixo e Arien Van Weesenbeck na bateria – gravou uma sequência de álbuns irrepreensíveis, da estreia «The Phantom Agony» ao mais recente «The Holographic Principle», do ano passado, que lhes valeram elogios rasgados por parte da imprensa especializada e dos fãs. Garantindo lugar de destaque nas tabelas de vendas de países como Alemanha, França, Áustria, Suíça, Finlândia, Bélgica e até Portugal, são hoje porta-estandartes incontestados do fenómeno female fronted metal, neste caso em particular um poderoso e envolvente híbrido de thrash/death e heavy/power metal sinfónico. Uma proposta de exceção que, numa tendência dominada por exuberantes vocalizações femininas e sons orquestrais, tem mostrado saber exatamente como progredir e evoluir renunciando aos clichés.

THE DILLINGER ESCAPE PLAN
Caos. Confusão. Barulho. Dissonância. Matemática. Perigo. É disso tudo que tem mesmo de se falar ao mencionar o nome dos icónicos THE DILLINGER ESCAPE PLAN, um dos grupos mais inovadores e desafiantes surgidos no espectro da música extrema na reta final do Séc. XX. Construídos de fibra punk/hardcore, movidos a adrenalina e abençoados com uma arrogância muito própria de instrumentistas muito jovens, mas exímios na arte de debitar notas, solos e batidas à velocidade da luz, o quinteto de Nova Jérsia afirmou-se desde cedo como uma proposta incomum com uma explosiva mistura de pós-hardcore, metal, arranjos alucinados e quebras rítmicas com mais em comum com o free jazz do que com qualquer categoria do rock. Apesar de terem em bandas como Converge, Cave In ou Botch verdadeiras almas gémeas, foram os primeiros a chegar a uma audiência mais vasta graças a um contracto com a Relapse e, na senda do lançamento de bombas refratárias como «Under The Running Board» e «Calculating Infinity», o underground não mais voltou a ser o mesmo. A dada altura não havia metrópole europeia que não tivesse, pelo menos, um clone da máquina demolidora formado por Ben Weinman e companhia. Talvez por isso, a partir do exato momento em que colaboraram com o camaleónico Mike Patton no EP «Irony is a Dead Scene» e acolherem Greg Puciato como vocalista permanente em «Miss Machine», não mais voltaram a deixar de trocar de pele a cada novo passo. Álbuns como «Ire Works», «Option Paralysis» ou «One Of Us Is The Killer» mostraramnos a explorar toda a elasticidade do seu som e, entre várias peripécias e algumas mudanças de formação, cimentaram-nos como uma das mais respeitadas bandas de peso da geração pré-MySpace. Surpresa das surpresas, em 2016 decidem anunciar um ponto final do seu percurso, mas não sem antes lançarem o explosivo «Dissociation» e embarcarem numa digressão de despedida pelo mundo. Portugal, desta vez, não vai ficar de fora.

CHILDRAIN
Formados em Vitoria-Gasteiz corria o ano de 2008, os CHILDRAIN são um jovem quinteto que pratica um estilo de metal moderno, cujas influências abarcam desde os primeiros discos dos Metallica até aos Lamb of God, combinado essas referências de peso com uma clara devoção pelo hardcore melódico dos 90s. Surgiram em cena em 2009 com o seu primeiro registo de estúdio, um EP intitulado «A Place Between Hell and Heaven», hoje em dia totalmente esgotado. Dois anos e muitos espetáculos depois, editam por fim o que seria o seu longa-duração de estreia, «Life Show». Revelando uma ética de trabalho forte e o delinear de uma identidade cada vez mais própria, os dois discos foram recebidos com rasgados elogios pela imprensa especializada e, ao longo da sua curta mas muito promissora carreira, o quinteto formado por Iñi na voz, Iker e Álvaro nas guitarras, Rodri no baixo e Mikel na bateria, partilhou palcos com bandas de nomeada como Napalm Death ou Hatebreed afirmando-se paulatinamente como uma das mais excitantes propostas saídas do país vizinho. Segue-se então a edição do terceiro e quarto álbuns, «A Fairy Tale for the Dissent» e «Matheria», em 2013 e 2015, respetivamente, com a banda a cimentar de vez a sua, aparentemente imparável, ascensão no movimento underground de nuestros hermanos.

COLOSSO
Os COLOSSO são uma banda de death metal progressivo e começaram a tomar forma, na cidade do Porto, como um projeto a solo de Max Tomé que, desde bem cedo, traçou as linhas do conceito a explorar – música intensa, sem fronteiras estilísticas ou filosofias específicas. Em 2011, Max convidou o francês Dirk Verbeuren (ex-Scarve e Soilwork, atualmente nos Megadeth) para gravar as partes de bateria para a estreia «Abrasive Peace», registando ele próprio todos os outros instrumentos e a voz. Entretanto, o multi-instrumentista já tinha contactado também Marcelo Aires, ex-Oblique Rain, que acabaria por ocupar a posição atrás da bateria como elemento permanente. A primeira formação do grupo ficaria completa escassos meses depois, com André Lourenço no baixo. Com a química entre o trio a crescer, infelizmente a banda viu-se impossibilitada de tocar ao vivo aquando do lançamento de «Abrasive Peace», em Março de 2012; o que fizeram foi concentrar-se na composição do EP «Thallium» e, durante o processo de gravação, António Carvalho aceita o convite para integrar o projeto na guitarra. Com esta formação expandida, focam-se por fim nos concertos durante grande parte de 2013. Durante o ano seguinte, já após o lançamento do duplo-single «Foregone Semblances», André Macedo junta-se ao grupo na voz e, ainda antes do ano chegar ao fim, começam a compor o terceiro álbum, que seria editado, sob o título «Obnoxious», a 9 de Setembro de 2016.
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Comprar Bilhetes para VOA – Heavy Rock Festival
VOA – Heavy Rock Festival | de 4 a 6 de Agosto | Parque Urbano Quinta de Marialva
O VOA – Heavy Rock Festival regressa ao Parque Urbano Quinta de Marialva, em Corroios, nos dias 4, 5 e 6 de Agosto. Trivium, Death Angel e Obituary, entre outros, estão entre as primeiras confirmações para a nona edição do festival, que retoma o formato de três dias de duração.

Na sequência de uma última edição de enorme sucesso – que, no Verão de 2016, fez deslocar à Margem Sul do Tejo uma vasta legião de fiéis do som eterno para assistir a atuações de bandas tão reputadas como Paradise Lost, Kreator ou Abbath, o VOA – Heavy Rock Festival vai regressar ao Parque Urbano Quinta de Marialva no próximo ano. Crescendo de dois para três dias, em 2017, o evento acontece a 4, 5 e 6 de Agosto, prometendo solidificar a sua posição como o mais representativo dos festivais de peso em solo nacional e ponto de paragem obrigatório para quem aprecia a música pintada em tons de negro, em toda a plenitude da sua miríade de géneros e subgéneros.

Para começar, são seis as confirmações a figurar num cartaz que, muito à semelhança do que se passou no ano transato, aposta sobretudo na diversidade e no dinamismo estilístico capaz de satisfazer os melómanos mais exigentes. Com a qualidade como único ponto em comum para além do peso, da abordagem intemporal ao metal dos norte-americanos TRIVIUM, ao thrash inventivo dos DEATH ANGEL, passando pelo death metal demolidor das lendas dos 90s OBITUARY, pela melodia agressiva dos finlandeses INSOMNIUM, pela singularidade rara dos espanhóis KILLUS ou pelas elevadas doses de sangue na guelra dos portugueses TERROR EMPIRE, o que não faltam são ótimas razões para reservar já o primeiro fim-de-semana de Agosto na agenda.
Porque o que é metal ou rock pesado, passa pelo VOA – Heavy Rock Festival.



TRIVIUM
Provenientes do centro da Florida, nos Estados Unidos, os TRIVIUM tomaram forma em 2000 e, de um momento para o outro, apanharam a onda gerada pelo enterro do nu-metal e consequente florescer do fenómeno metalcore, começando a gerar um zumbido na comunidade headbanger de Orlando. De zumbido a rugido, o projeto começou a dar que falar no underground e, com as redes sociais a servirem já de ferramentas de divulgação, fez chegar a sua curiosa mistura de metalcore, thrash e metal progressivo além-fronteiras. Não demoraram a assinar contrato com o selo alemão Lifeforce, que lançou «Ember To Inferno», o muito aplaudido álbum de estreia do grupo idealizado pelo jovem vocalista e guitarrista Matt Heafy, em Outubro de 2003. Apoiados no enorme talento técnico e composicional do seu estratega, num mundo pós-sucesso estratosférico de «Alive Or Just Breathing», foram rapidamente “agarrados” pela Roadrunner Records, numa movimentação que marcaria de forma indelével o crescimento que sofreram nos anos seguintes. Já com a formação estabilizada, assente em Heafy, Travis Smith na bateria, Paolo Gregoletto no baixo e Corey Beaulieu na segunda guitarra, lançam «Ascendancy» em Março de 2005 e saltam num ápice dos players do MySpace para as capas de revistas como a Metal Hammer e Kerrang!, num incremento de exposição o que lhes permitiu começarem a delinear então a rota ascendente que, hoje em dia, permite olhar para eles como os porta-estandarte do metal contemporâneo produzido do outro lado do Atlântico. Apoiados na sequência de títulos «The Crusade» (2006), «Shogun» (2008), «In Waves» (2011) e «Vengeance Falls» (2013), passaram a última década a tocar pelo mundo frente a plateias cada vez maiores ao lado de “ícones” como Iron Maiden, Metallica, Machine Head e até Cannibal Corpse, a trepar às tabelas de vendas, a estabelecer um som cada vez mais próprio e, em suma, a estabelecer a sua reputação como uma das mais brilhantes e bem-sucedidas propostas da sua geração. Já com mais de um milhão de discos vendidos a nível mundial, o último registo de estúdio do quinteto norte-americano, que tem hoje Mat Madiro sentado atrás da bateria, chama-se «Silence In The Snow», foi editado em Outubro de 2015 e prova uma vez mais que, com um pé na velha escola e outro bem firme no presente dos metais pesados, não há quem lhes faça frente quando se fala de metal moderno, fiel às raízes e com tanto de acutilante como de melódico.

DEATH ANGEL
Criados em 1982, quando os membros fundadores da banda eram ainda adolescentes, os DEATH ANGEL são uma das pérolas mais brilhantes saídas do fenómeno thrash metal da Bay Area de São Francisco durante a sua época áurea. Rotulados como “os meninos pródigos do movimento”, pese a tenra idade com que deram os primeiros passos, afirmaram-se de imediato como um caso raro de dedicação à causa. «The Ultra-Violence», álbum de estreia, editado em 1987, afirmou-os desde logo como uma proposta a ter seriamente em conta num universo que, na altura, já incluía nomes tão respeitados e aplaudidos como Testament, Exodus e Possessed. Apoiados em «Frolic Through The Park» e «Act III», entre 1988 e 1990 estabelecerem-se como uma banda incrivelmente enérgica em palco e, contra as expectativas, quando já tinham um culto à sua volta, decidiram colocar o seu crescimento em stand by na viragem para os anos 90. Exatamente uma década de silêncio depois, voltam então à carga com alguns concertos de reunião e, em 2004, oficializam o muito antecipado regresso com a edição do aplaudido «The Art Of Dying». Desde então têm sabido manter um percurso consistente, apoiado numa sequência de lançamentos que, apesar de vários acertos de formação, provam que o quinteto liderado por Rob Cavestany e Mark Osegueda continua a manter a mesma capacidade para escrever thrash furioso e inventivo, que – apoiado numa técnica muito apurada e numa criatividade aparentemente sem limites – continua a renegar os conceitos mais óbvios e previsíveis do género em que se inserem. Disso são ótimas provas «Killing Season» (2008), «Relentless Retribution» (2010), «The Dream Calls For Blood» (2013) ou o mais recente «The Evil Divide», de 2016.

OBITUARY
São hoje um dos sobreviventes irredutíveis da explosão de death metal que, ali na transição dos anos 80 para os 90s, começava a ganhar forma na Florida, nos Estados Unidos. A par dos Death, Deicide e Morbid Angel, entre outros, conquistaram uma posição de destaque inegável no cenário da música extrema e, nos tempos que correm, é justo dizer que muito do que foi feito nesse espectro durante as três últimas décadas, provavelmente não seria possível caso não existissem discos como «Slowly We Rot», «Cause Of Death» e «The End Complete». Gravados no período compreendido entre 1989 e 1992, foi com essa trilogia de registos amplamente aplaudidos e elogiados que estabeleceram reputação e definiram as regras para a sua abordagem muito própria ao género. Apoiados nos riffs bem balançados, herança dos Hellhammer e Celtic Frost, debitados por Trevor Peres, pelas batidas pulverizantes de Donald Tardy e pelo inimitável rugido gutural do seu irmão mais velho, John, o quinteto transformou-se num fenómeno underground. Votada a um autoimposto período de congelamento em 1997, a banda – cuja formação fica hoje completa com Kenny Andrews na segunda guitarra e Terry Butler no baixo – voltou à atividade seis anos depois, disposta a reclamar o seu lugar de destaque entre os pioneiros do death metal. Desde então não voltaram a olhar para trás, mantendo um intenso desempenho em palco e no estúdio, sendo que o álbum ao vivo «Ten Thousand Ways To Die», lançado na reta final de 2016, é o mais recente exemplo da vitalidade musculada que continuam a conservar.

INSOMNIUM
Não deixa de ser curioso que, nos tempos que correm, o melhor death metal melódico seja feito fora da Suécia. No caso dos INSOMNIUM, na Finlândia. Mesmo ali ao lado, separados apenas por água, estes naturais de Joensuu são hoje líderes e fieis representantes de um som que, durante os anos 90, fazia de Gotemburgo o seu solo mais fértil. Foi, de resto, para chegar à primeira divisão do género que o quarteto muito tem trabalhado ao longo da última década. Criados já fora de época, em 1997 os metalheads já viviam num mundo pós-«The Jester Race», «The Gallery» e «Slaughter Of The Soul», os talentosos músicos finlandeses pegaram nas regras básicas do género e, sem quaisquer pretensões a reinventarem a roda da N.W.O.S.D.M., entre 2002 e 2011, fizeram uma sequência de sete álbuns a que ninguém, que goste deste tipo de som, poderá apontar o dedo. Em «In The Halls Of Waiting» (2002), «Since The Day It All Came Down» (2004), «Above The Weeping World» (2006), «Across The Dark» (2009) e «One For Sorrow» (2011) depuraram a fórmula e tornaram-na tão sólida quanto possível, desenvolvendo uma capacidade imensa para a composição de canções com tanto de pujante como de melódico, com tanto de agressivo como de envolvente. Em «Shadows Of The Dying Sun», há dois anos, mostraram-se por fim ao mundo com os ganchos todos nos sítios em que devem estar, materializando por fim todo o potencial que lhes andavam a vaticinar há anos. Para 2016 reservaram o seu registo mais ambicioso de sempre, «Winter's Gate» é um tema único de 40 minutos, que revela a versatilidade dos quatro músicos e prova que, afinal, até num espectro em que tudo parecia ter sido já inventado, ainda é possível surpreender.

KILLUS
Este explosivo quarteto juntou-se há uma década na cidade de Vila-Real, em Valência, Espanha, tendo conseguido forjar uma atitude vincada e um som único, misto de metal, industrial e gótico, ao longo de uma carreira em crescendo exponencial. Assumindo como influências fortes nomes como Nine Inch Nails, Marilyn Manson, Ministry, Dope ou Depeche Mode, e tendo partilhado palcos com grupos tão famosos como os Guns N' Roses, os Nightwish, os In Flames ou mesmo o Sr. Brian Warner himself, são provavelmente uma das propostas mais interessantes saídas do solo vizinho. Equipados com um som poderoso e uma imagem impactante, que os transforma num turbilhão de eletricidade ao vivo, começaram com um trio de EPs que provocaram imenso falatório na sua região e, em 2007, gravaram «God Bless Us». Ao primeiro álbum, recolheram elogios da imprensa espanhola e internacional, com as reações a darem o tiro de partida para o crescimento que sofreram ao longo da última década – são cinco os álbuns no currículo, com a sequência composta por «Extinction» (2009), «Never Something Was So Real» (2011), «Feel The Monster» (2013) e, o registo de estúdio mais recente, já de 2016, intitulado «Ultrazombies».


TERROR EMPIRE
Os TERROR EMPIRE são uma banda de thrash metal de Coimbra, criada em 2009. Lançando o EP de estreia, «Face The Terror», em 2012, o quinteto – a formação é composta por Ricardo Martins na voz, Rui Alexandre e Sérgio Alves nas guitarras, João Dourado na bateria e Rui Ruga no baixo – começou de imediato a espalhar o seu nome de norte a sul do país, sendo que todo o trabalho árduo acabou por resultar na assinatura de um contrato com a Nordavind Records. Foi com o selo da independente de Ovar que «The Empire Strikes Back» foi, por fim, lançado a 23 de Fevereiro de 2015, constituindo um petardo de thrash inconformista, numa explosiva bomba refratária de batidas rápidas, influências de death metal e uma abordagem vocal corrosiva. Com o vídeo-clip do single «The Route Of The Damned» a servir de mote para a campanha, o grupo fez-se à estrada para apoiar a distribuição mundial do álbum com vários espetáculos em Portugal e Espanha. Com a Empire Tours Black já na reta final, os músicos estão agora a preparar o segundo longa-duração, que tem lançamento previsto para o início de 2017.

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1 de Fevereiro de 2018 na MEO Arena, em Lisboa

 

 Digressão mundial de promoção a “Hardwired... To Self-Destruct” passa por Lisboa

1 de fevereiro de 2018 na MEO Arena, em Lisboa Bilhetes à venda a partir de 24 de março


Cartaz Metallica4

Os Metallica acabam de anunciar as datas europeias da digressão “WorldWired Tour”, de promoção ao novo álbum “Hardwired… To Self-Destruct”, sendo que Lisboa é uma das datas contempladas. O grupo norte-americano regressa assim a Portugal no início do próximo ano, a 1 de fevereiro de 2018, à MEO Arena. A digressão arranca com dois concertos em Amesterdão, nos dias 4 e 6 de setembro. Os noruegueses Kvelertak vão fazer as primeiras partes da digressão. 

Os bilhetes estarão disponíveis em regime de pré-venda para membros do Legacy Met Club a partir da próxima terça-feira, 21 de março, pelas 9h da manhã, enquanto os bilhetes de todos os Fifth Members dos Metallica ficarão disponíveis em pré-venda a partir das 10h do mesmo dia. Os ingressos serão colocados à venda ao público em geral a 24 de março, sexta-feira. Consulte www.metallica.com para todas as informações quanto a bilhetes.

Os bilhetes que forem adquiridos nas lojas oficiais incluem o álbum “Hardwired… To Self-Destruct”, em formato físico e digital, edição standard. Serão enviadas informações mais detalhadas por e-mail  quanto a esta oferta, sendo que em caso de já se ter o disco é possível oferecê-lo, informações que também serão dadas via e-mail. A versão física do álbum acresce taxas de envio.

Os Metallica associaram-se à CID Entertainment para oferecer três opções que permitem uma experiência mais completa desta digressão, incluindo bilhetes premium e outras facilidades, acesso prévio à sala de espetáculos, uma visita à exposição de memorabilia “Memory Remains”, bem como meet & greets, através dos quais é possível conhecer a banda. Para informações detalhadas quanto a estas ofertas consulte: 

http://www.cidentertainment.com/events/metallica-europe-tour-2017/ 

Hardwired… To Self-Destruct” foi lançado a 18 de novembro de 2016, com o selo da Blackened Recordings, dos próprios Metallica, tendo entrado para o 1.º lugar dos tops de vendas em todo o mundo, ultrapassando as 800 mil cópias vendidas na semana de lançamento. O álbum foi produzido por Greg Fidelman com James Hetfield e Lars Ulrich e está disponível em vários formatos em www.metallica.com. 

Em Portugal, o álbum também teve entrada direta para o 1.º lugar do top de vendas, tendo atingido o Galardão de Ouro.

Hardwired… To Self-Destruct” foi bastante aplaudido pela crítica. O New York Times escreveu: “Os Metallica abraçaram a idade adulta, reclamando o ataque da sua música, ao mesmo tempo que colocam de parte a imagem de banda hard rock jovem, veloz e fora de controlo”. “Em ‘Hardwired’ os Metallica voltam ao terror vintage dos anos 80”, escreveu a Rolling Stone. O The Guardian afirmou: “Os Metallica acabam de fazer o seu melhor disco em 25 anos”, enquanto a NME referiu: “Os Metallica mantêm-se vitais e inovadores”.

Informações:

01 de Fevereiro 2018

MEO ARENA - Lisboa

Preços de bilhetes: 50 a 80 euros

SOBRE METALLICA

Os Metallica foram formados em 1981 pelo baterista Lars Ulrich e pelo guitarrista e vocalista James Hetfield e tornou-se uma das mais influentes e comercialmente bem sucedidas bandas de rock na história, tendo vendido 110 milhões de álbuns em todo o mundo enquanto toca para milhões de fãs em literalmente todos os sete continentes. Compilaram vários álbuns multiplatina, incluindo o “Metallica” de 1991, conhecido por “The Black Album”, com vendas de quase 17 milhões de cópias nos Estados Unidos, tornando-o o álbum mais vendido da história da Soundscan. Metallica também recebeu inúmeros prémios e elogios, incluindo nove Grammy Awards, dois American Music Awards e vários MTV Video Music Awards, e foram induzidos no Rock and Roll Hall of Fame e Museum em 2009. Em Dezembro de 2013, os Metallica fazem história quando dão um concerto raro na Antártida, tornando-se a primeira banda a tocar em todos os sete continentes num ano, o que lhes rendeu um lugar no Guinness Book of World Records.

SOBRE KVELERTAK

Formada em Stavanger, na Noruega, Kvelertak é uma banda vencedora de prémios e aclamada pela crítica em todo o mundo, além de quatro prémios Spellemann conquistados. Lançaram três álbuns. O seu mais recente LP, “Nattesferd”, obteve os elogios "Most Anticipated" da Rolling Stone, Stereogum e Consequence of Sound, aquando do seu lançamento em Maio de 2016 e rapidamente estabeleceu-se como um dos mais aclamados lançamentos do ano. Stereogum escolheu “Nattesferd” como o álbum #16 na sua lista dos "50 melhores álbuns de 2016", afirmando: "... é um estimulante convite para um mundo inteiro", e a Rolling Stone elogiou a coleção nos seus "Best Metal Records of 2016" afirmando, "... Kvelertak tornaram-se no crossover mais atraente e convincente do heavy metal".


Cartaz Metallica 2018

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