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JAMES ARTHUR
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18 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia
A PEV ENTERTAINMENT, a CÂMARA MUNICPAL DE GAIA e o MEO apresentam pela primeira vez em Portugal e ao vivo no Meo Marés Vivas a 18 de Julho – JAMES ARTHUR.

Uma confirmação que nos deixa a todos muito entusiasmados e ansiosos por ver ao vivo o cantor e músico vencedor da nona temporada do programa Factor X do Reino Unido em 2012. James Arthur não estaria à espera que a sua vida mudasse tão repentinamente. Nasceu em Middlesbrough, no Reino Unido e não encontrava forma de partilhar com o mundo o seu talento único.

Avançando para o inicio de 2013 e apenas com 24 anos de idade, James Arthur começou a actuar para mais de 10.000 pessoas por noite em todo o Reino Unido como headliner no espectáculo “The X Factor Live Tour”. Nunca se imaginou chegar ao número 1, ter um crescente número de fãs e ser aplaudido todos os dias pela crítica, o que o levará certamente a ser a próxima grande estrela da Grã-Bretanha.

Desde muito cedo que era um compositor e guitarrista excepcional, sendo a música a sua verdadeira paixão, a sua libertação numa vida que nem sempre foi fácil. Os pais divorciaram-se quando James tinha apenas dois anos de idade e só voltaram a falar em benefício da inscrição de James no programa Factor X, que requeria a autorização de ambos. Aos 9 anos, muda-se para o Bahrein com a mãe, regressando ao Reino Unido aos 14 anos. Após o seu regresso, as coisas rapidamente começaram a dar errado e James Arthur sai de casa. Vive momentos muito difíceis e no meio do caos e da dor, começa a escrever e a compor canções. Faz as suas primeiras gravações aos 15 anos como artista a solo e em bandas [Moonlight Drive; Cue The Drama; Save Arcade e Emerald Skye] e vai dando alguns concertos locais.

James Arthur procurava ansiosamente por uma oportunidade, uma forma de fugir à vida complicada que levava e quando estava prestes a perder a esperança, um amigo sugere-lhe que faça a audição para o “The X Factor”.

Tendo como mentora Nicole Scherzinger durante as actuações, James Arthur rapidamente empolgou todo o país com a sua aparição. Interpretações únicas de “The Power of Love”, Let´s Get It On” e “Hometown Glory” de Adele, cimentaram o seu estatuto como músico extremamente promissor e extremamente talentoso.

James Arthur ganha a competição e passa a ter o single mais vendido do ano – “Impossible”, que é lançado no final do programa. Em cinco semanas, chega ao número 1 do top britânico e vende mais de um milhão de cópias, o que o torna no segundo best-seller do programa. 

O álbum oficial de estreia, homónimo, foi lançado em Novembro de 2013. É também nomeado como Melhor Single Britânico no Brit Awards.

E, finalmente o mundo está pronto para ouvir James Arthur e o Meo Marés Vivas será o palco para o público português conhecer um músico excepcional. Dia 18 de Julho no Palco Meo, os nossos festivaleiros vão ser arrebatados, esta é a nossa garantia.

Links:
http://www.jamesarthurofficial.com/uk/home
https://www.facebook.com/JamesArthur/info
https://twitter.com/JamesArthur23
http://www.youtube.com/watch?v=Mhj15W23IjA
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JAMES
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18 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia

Com data marcada para o dia 18 de Julho no Festival Meo Marés Vivas, a PEV ENTERTAINMENT, a CÂMARA MUNICIPAL DE GAIA e o MEO apresentam JAMES.

Com uma longa e estável relação com o público português, James sobem ao palco MEO no dia 18 de Julho para um concerto electrificante.

No ano de 1980 formaram-se os Venereal and the Diseases, que em 1982 mudaram definitivamente o nome para James. Paul Gilbertson (guitarra), Jim Glennie (baixo) e Gavan Whelan (bateria) conheceram Tim Booth (vocalista) na Universidade de Manchester e convidaram-no para para se juntar à banda. No ano seguinte, começaram a tocar com regularidade no circuito de bares, e em 1983, assinaram com a Factory, onde lançaram os seus primeiros dois EP's (Jimone, nesse ano e James II, dois anos depois) e abriram alguns concertos para Morrisey, o seu "padrinho musical".

No Verão de 1985, Larry Gott substituiu Gilbertson e o grupo assina pela Sire Records. O álbum de estreia, “Shutter”, surge um ano depois e recebe várias críticas positivas. Nos dois anos seguintes os James tocaram frequentemente, construindo uma base sólida de fãs.

O segundo trabalho, editado em 1988, é de cariz mais folk e dá pelo nome de "Strip Mine". Este álbum não conseguiu captar a energia dos concertos ao vivo e a banda abandona a Sire Records e assina com a Rough Trade. Com a nova editora, gravaram o álbum ao vivo, "One Man Clapping", que chegou ao primeiro lugar das tabelas independentes.

Em 1990, Gavan Whelan abandona a banda e entra para o seu lugar David Bayton-Powell, numa altura em que os James se tornaram num septeto com a inclusão do teclista Mark Hunter, do violinista Davies e do trompetista Andy Diagram. A formação, agora renovada, assina desta feita, pela Fontana Records, editando "Gold Mother", no decorrer de 1990.

Este álbum gerou uma série de hits menores na altura da sua edição, mas veio a revelar-se um sucesso um ano depois, quando uma versão regravada do tema "Sit Down" galgou até ao segundo lugar dos tops britânicos. A música tornou-se então na sua bandeira, sendo conhecidos por grande parte do público por essa canção. Este facto irritou a banda de tal modo que nos concertos tocavam quase exclusivamente material novo, e o seu disco seguinte, "Seven", de 1992, foi entendido como uma reacção face a uma tendência.

Para o sucessor de "Seven", os James prescindem de Diagram e Davies e trabalham com o reconhecido produtor Brian Eno. O resultado foi "Laid", um álbum mais calmo e ambicioso que recebeu algumas das melhores críticas da banda. Durante a composição deste trabalho, tiveram ainda tempo para gravar outro álbum mais experimental com Eno que editaram no final de 1994, "Wah Wah", que teve críticas opostas e levou o grupo a retirar-se durante o ano de 1995.

Em 1997 os James regressam com "Whiplash", um disco franco e que, mais uma vez, não agradou a todos. "Millionaires" seguiu-se em 1999, e "Pleased To Meet You", em 2001, o mesmo ano em que Tim Booth anunciou a sua intenção de abandonar a formação da banda para se dedicar à escrita e à representação, sem, no entanto, deixar de continuar a estar ligado à música, mas desta feita a solo. No final de 2001, a banda editou ainda um conjunto de lados B e raridades, intitulado "Ultra: B Sides".

Em 2008 a banda voltou a juntar-se. Lançou o novo álbum de originais “Hey Ma” a 7 de Abril e três dias depois iniciaram uma tour de promoção com a duração de três semanas. A tour teve o nome de “We Are Sound” e quem assistiu podia ouvir a duas das novas músicas da banda (“Porcupine” e “Look Away”). Ainda no mesmo ano foi lançado o álbum “Live in 2008” que continha uma selecção de músicas gravada durante a tour.

Em 2012 subiram ao palco do Rock In Rio Lisboa, no ano em que completavam 30 anos de carreira. Do repertório do projecto britânico fazem parte sucessos como "Laid", "Sometimes", "Sit Down" ou "Born of Frustration".

Já passaram pelos maiores festivais do mundo: Glastonbury, Lollapalloza,  Rock in Rio, Coachella, Hard Rock Calling, Isle of Wight, Latitude e muitos mais.

Em 2012 lançaram uma box “The Gathering Sound” – com os sucessos dos 30 anos de carreira, além de material inédito, vídeos, DVD ao vivo e um livro.

O ano de 2013 foi passado em estúdio com Max Dingel (Killers, Muse) – Regressam agora com um novo album (6 anos depois) – “La Petite Mort” que sai dia 02 de Junho.

Produzido por Max Dingel e escrito como sempre, pela banda, com letras de Tim Both, este novo álbum está entre os melhores da sua longa carreira de 30 anos.

Os destaques incluem o poderoso single “Moving On”, o hino “Curse Curse” e “Frozen Britain”. Max Dingel é o último de uma longa linha de produtores de primeira classe com quem trabalham – já o fizeram com Brian Eno, Gil Norton e Youth.

Já foram anunciados como cabeças de cartaz para “Summer in the City” Castlefield Bowl  em Manchester a 11 de Julho (esgotando em menos de uma hora) e dia 18 de Julho marcam presença no Meo Marés Vivas.

La Petite Mort foi gravado ao mesmo tempo que         Tim Both perde a sua mãe e o melhor amigo e, compreensivamente muitas das canções falam da mortalidade e de como saber lidar com ela, daí o titulo. No entanto, La Petite Mort é um registo extremamente edificante.

E no dia 18 de Julho, o MEO MARÉS VIVAS vai receber uma das bandas mais aplaudidas e veneradas em Portugal. Será um concerto cheio de novidades.

Sites oficiais:

http://www.wearejames.com/

https://www.facebook.com/jamesisnotaperson

https://myspace.com/jamesisnotaperson

http://www.flickr.com/groups/james-on-flickr/

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CLÃ
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18 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia
Com data marcada para o dia 18 de Julho no Festival Meo Marés Vivas, a PEV ENTERTAINMENT, a CÂMARA MUNICIPAL DE GAIA e o MEO apresentam CLÃ.

Conhecidos e reconhecidos como uma das bandas com mais expressão no panorama nacional, são os responsáveis pelo que de melhor se faz em Portugal. Os Clã completam o cartaz do palco Meo do MEO MARÉS VIVAS no dia 18. Será a primeira vez que a banda de Manuela Azevedo pisa as tábuas do palco do carismático festival de Gaia. Para esta primeira apresentação os clã trazem na bagagem o novíssimo e aclamado disco novo, "Corrente", mas também uma grande e inesperada convidada especial:

O Festival MEO MARÉS VIVAS testemunhará o improvável encontro entre o rock dos clã e a voz rara da (des) fadista Ana Moura.

Sites oficiais:
https://www.facebook.com/musica.CLA
http://www.cla.pt/

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SKRILLEX
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18 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia

Pela primeira vez no MEO MARÉS VIVAS, SKRILLEX sobe ao Palco no dia 18 de Julho.

Skrillex é composto pelo dj e produtor Soony Moore, a sua música é uma mistura de electro com dubstep, usando as batidas simples do electro com as linhas de baixo agressivas de dubstep em muitas das suas músicas, com isto Soony Moore criou um estilo novo que muitos chamam de “electro step”.

Os seus primeiros projectos foram “Gypsyhook EP” que contou com 3 faixas e em Junho de 2010 laçou oficialmente o projecto “My Name is Skrillex”. O seu talento incrível já foi referido por Deadmau5, quando lançou “Scary Monsters e Sprites Nice”, EP que ficou nas primeiras posições do Beatport. Em 2010 acompanhou Deadmau5 na sua tournée.

Skrillex esteve nomeado em 5 categorias para os Grammy Awards o que contribuiu para o aumento do seu sucesso. O lançamento de “Bangarang”, valeu-lhe a entrada directa nos tops de todos o mundo, com destaque na Austrália, Canadá e Nova Zelândia.

Em Fevereiro de 2012, venceu duas categorias nos Grammy Awards com o single “Scary Monsters and Nice Sprites”. Também em 2012 foi convidado para actuar no festival Lollapalooza Brasil. E mais recentemente esteve no mega festival belga Tomorrowland, causando sensação.

Além das produções próprias, Skrillex já fez remisturas mais comerciais para os conhecidos “Black Eyed Peas, Bruno Mars e Lady Gaga (“Bad Romance”, “Alejandro” e “Died This Way”). É um dos DJ´s do momento e promete um grande espectáculo no Meo Marés Vivas em Julho de 2014.

 

 

 

 

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PALCO SANTA CASA | MEO MARÉS VIVAS | SANTA CASA APOIA A MÚSICA NACIONAL
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17, 18 e 19 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se pelo terceiro ano consecutivo ao Festival Meo Marés Vivas e apoia, uma vez mais, a cultura e os músicos nacionais. Na edição de 2014 do festival, a Santa Casa vai dar novamente nome ao palco da música portuguesa – Palco Santa Casa, promovendo também visibilidade às suas principais áreas de atuação no recinto.

O apoio à Música Portuguesa nos festivais de verão tem sido uma aposta da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa para se posicionar junto dos jovens e fazer chegar as bandas nacionais aos eventos de norte a sul do país.

Aos artistas como THE GIFT, XUTOS & PONTAPÉS e WE TRUST, já anunciados para a edição deste ano no palco MEO, juntam-se também os restantes nomes que irão compor a participação nacional no Meo Marés Vivas, já que o palco SANTA CASA será inteiramente dedicado à música e à cultura portuguesa, o alinhamento será:

Dia 17 Julho: Capitão Fausto e The Lazy Faithful
Dia 18 Julho: Plaza e João Só
Dia 19 de Julho: Black Mamba e Mimicat


E sobem ao palco Santa Casa no dia 17 de Julho, os CAPITÃO FAUSTO – Os Capitão Fausto são cinco. São de Lisboa, mas poderiam ser de qualquer parte. Em 2009 quiseram ter uma Banda. Não se recordam porque lhe chamaram Capitão Fausto. Mas sabem os nomes uns dos outros… Manuel Palha (guitarra), Domingos Coimbra (baixo), Francisco Ferreira (teclas), Tomás Wallenstein (voz e guitarra) e Salvador Seabra (bateria). Amigos desde sempre, decidiram que juntos fariam boa música (uma decisão sensata, sabemos agora).

Os Capitão Fausto já nasceram na geração do shuffle, cresceram com iPods, YouTube e redes sociais mas a dieta sonora vem de longe, do fascínio pelos ritmos psicadélicos dos anos 60. Depois de alguns concertos de Verão em terras lusas, em Cascais são vistos pela dona de uma cadeia de hotéis em Ibiza que os convida a actuarem por lá. Com uma linha musical diferente daquela com a qual se identificam, os Capitão Fausto aceitaram tocar em Ibiza um repertório que oscilava entre os Beatles, Elvis Presley, Chuck Berry e Doobie Brothers. Pelo menos é o que reza a lenda…

GAZELA Depois da estreia – um EP homónimo que os dá a conhecer ao público – os Capitão Fausto quiseram saber o que pode doer gravar o primeiro Álbum. E em 2011 chega aos escaparates o brilhante “Gazela”. Afinal não foi assim tão dolorosa a experiência e o primeiro single “Teresa” rapidamente se tornou numa das canções com maior airplay em 2012. “Gazela” é como uma reportagem sobre a Lisboa juvenil – são ruas à noite, os relatos na manhã seguinte, as companhias e os que ainda ficaram por conhecer. Com “Gazela” ou “Teresa”, a verdade é que a Digressão foi extensa e “obrigou” os Capitão Fausto a incluir os cartazes de alguns dos maiores Eventos e Festivais de Portugal – Vodafone Mexefest, Optimus Alive, SBSR, Paredes de Coura, Bons Sons, entre outros.

PESAR O SOL “Pesar o Sol” dos Capitão Fausto saiu a 27 de Janeiro de 2014 e tem sido apontado pela crítica como um álbum seminal do rock português. Foi gravado na Adega da Quinta de Stº Amaro, misturado por Nuno Roque, masterizado por Greg Calbi e editado pela Sony Music Portugal. Em antecipação ao lançamento do Álbum a Banda quis fazer uma pré apresentação de algumas das novas canções. Foram 10 Espectáculos em pequenos clubes onde os Capitão Fausto descobriram que afinal “Teresa” não era a melhor canção que já tinham escrito. Nem a pior. Os Capitão Fausto conduzem a vaga psicadélica portuguesa e demonstram neste segundo Álbum o porquê de tanto alarido à volta dos 5 de Lisboa. “Pesar o Sol” foi apresentado em Fevereiro em dois Espectáculos esgotados – Lux em Lisboa e Hard Club no Porto. Diz quem viu que foram memoráveis e que lançaram os Capitão Fausto para uma nova vida no palco. Porque é no palco que os Capitão Fausto se revelam como um dos mais coesos e vibrantes aparelhos de rock do novo Talento português.

Durante os meses de Março, Abril e Maio a banda está de volta à estrada, com uma Digressão de clubes.
No Verão há muitos Festivais! E a colecção Outono / Inverno promete muitas novidades. Muitas!
www.facebook.com/capitaofausto http://capitaofausto.com/

E no mesmo dia o palco Santa Casa recebe THE LAZY FAITHFUL são uma banda de estilo Rock criada no Porto, é caracterizada pela sua irreverência em palco e na sonoridade, tem influências como Sex Pistols, The Beatles e The Rolling Stones.

A banda já deu concertos em locais como Plano B, Casa da Música e HardClub, foi vencedora do Optimus Teen Fest 2011 e já actuou nos festivais Vodafone MEXEFEST (Porto) 2012, Vodafone Porto Sounds 2012 e TMN Marés Vivas 2012.

Também já participaram com 2 músicas originais na rádio Antena 1 e Antena 3.

A 18 de Julho o Palco Santa Casa recebe os PLAZZA: Quase dez anos depois da estreia, os Plaza regressaram com "All Together", nova incursão pela pop eletrónica dançável.

Outro dos artistas que vai subir ao palco Santa Casa no último dia do festival é JOÃO SÓ - Compositor, cantor, produtor, João Só, de 24 anos, é um dos artistas mais completos do actual panorama musical português.

Lançou em 2009 o primeiro disco ‘João Só e Abandonados’ do qual se destacam os singles ‘Meu Bem’ e ‘A Marte’, um álbum que lançou João Só numa extensa tour nacional.

Um ano depois surge ‘Mendes e João Só, um trabalho em parceira com Miguel Araújo, produzido pela Optimus Discos, que foi muito bem recebido pelo público, tanto em festivais de Verão, como o Marés Vivas, ou na Queima de Coimbra.

2011 foi ano de novo disco, ‘Ela Só’, uma onda mais rock, com participação de Frankie Chavez e Zé Pedro dos Xutos e Pontapés. Do alinhamento, destaque para ‘Fogo’, ‘Vamos a Jogo’ e ‘Sorte Grande’. Este último tema regravado com Lúcia Moniz, uma versão que cimentou a presença do músico nas principais rádios portuguesas.

João Só tem assinado também a produção de discos de outros músicos como André Sardet, Carolina Deslandes, Biancard, Asterisco Cardinal Bomba Caveira.

Pelo meio, João Só foi protagonista do Telebaladas, com Nuno Markl, no Canal Q. Um programa de baladas por encomenda, com 26 baladas em três meses e 14 duetos com estrelas nacionais.

Em 2013, João Só lança mais um disco, o primeiro em nome próprio, numa linha pop com produção pessoal, com a ajuda do produtor Nuno Rafael.

No terceiro dia do MEO MARÉS VIVAS, a 19 de Julho, o Palco Santa Casa dá as boas vindas a BLACK MAMBA e MIMI CAT - Em maio de 2010 aconteceu a primeira reunião entre estes três músicos que compõem os The Black Mamba. A empatia entre eles foi imediata e os espectáculos tornaram-se habituais em vários tipos de eventos e locais. The Black Mamba leva o seu público a fazer uma viagem única através da música SoulBlues e goodold Funk. A banda editou o seu primeiro álbum em maio de 2012, tendo já participado em vários espetaculos nacionais e internacionais: Rock in Rio; Volvo Ocean Race; Paradise Garage; Apresentação do novo Beetle VW; Out Jazz; Teatro S. Jorge; Ritz Club, Tertúlia castelense; Tribeca; Pitch; Estados Unidos da América (Brooklin, Philadélphia); Espanha (Madrid, Sevilha). Pedro Tatanka (voz e guitarra), Ciro Cruz (baixo) e Miguel Casais (bateria) são a núcleo dos The Black Mamba que, entre vozes, metais e teclados, eleva-se a oito músicos em palco. Com um ritmo poderoso, Ciro Cruz (ED MOTTA, GABRIEL O PENSADOR, HOWARD LEVY, banda de apoio do ROCK IN RIO, ETC.), Miguel Casais (AUREA, MAFALDA VEIGA, NU SOUL FAMILY, ETC), combinados com a inegável voz especial e desempenho de Pedro Tatanka, compositor e guitarrista.

Mimi Cat - Marisa Mena nasceu em Coimbra. Canta “desde que sabe falar” e desde sempre arranjou maneira de se fazer ouvir, de modo que cedo se revelou, primeiro aos coleguinhas da primária, depois à sua mãe – fadista na sua juventude - até gravar pela primeira vez para a BMG com a tenra idade de 9 anos. Restante infância e adolescência foram passadas entre escola, estúdios de gravação e palcos.

Com 20 anos ingressou no projecto de Pedro Janela, The Casino Royal, como vocalista e autora de grande parte das letras. Gravou dois álbuns que foram editados pela label alemã “ Mole Listening Pearls”. Nessa altura ingressou no curso de Som e Imagem e foi durante esses anos que desenvolveu o seu gosto pela escrita de canções e composição de melodias.
Pronta para a assumir o protagonismo de uma carreira a solo, criou Mimicat , o seu alter ego que nos dá a conhecer o seu lado mais sincero como artista.

Com o apoio do produtor Sérgio Costa, também director musical da banda, desenvolveu os temas que compõem o seu álbum de estreia como Mimicat , editado pela Sony Music Portugal, em que estão presentes as influências dos estilos musicais que preencheram as décadas de 50 a 70, hoje chamados de “oldies” e que foram fundidos às batidas de hip-hop, que são a base de muitas das canções do disco . Enquanto cantora tem como referências pessoais Ella Fitzgerald, Jill Scott, Ray Charles entre muitos outros. O disco espera-se para breve, livre de rótulos conservadorismos. Apenas amor pela música.

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Moche Room
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17, 18 e 19 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia
No Festival Meo Marés Vivas 2014 as portas do recinto não se fecham com o fim dos concertos no Palco Meo.
Nos três dias do festival (17, 18 e 19 de Julho), a Moche Room promete dar ainda muita música aos nossos festivaleiros, entre as 2 e as 6 horas da manhã.

Cartaz Moche Room

MOCHE ROOM 2014






SLIMCUTZ

É seguro dizer que Dj SlimCutz já recebeu o cinturão negro do Djing. Depois de se sagrar 2x campeão do DMC PT na categoria individual, entrou recentemente nas competições na categoria de equipas, com o seu grupo. E voilá, também se tornou campeão nessa classe. No DMC. E no IDA.

Mas ele não anda cá (só) pelos títulos. Com mais de 80 datas por ano, Portugal já conhece o seu nome. Ou como se diz por aí, "sabes que é ele pelo rasto de pistas destruídas". Literalmente. Porque as pessoas têm uma tendência a saltar e a dançar com tanta força durante os seus sets que os donos dos clubes estão-se a começar a habituar à ideia de terem que substituir os seus pisos regularmente.

Esteja ele a tocar em casas cheias ou em festivais ao ar livre, é fácil encontrá-lo a partilhar a cabine com nomes como Flux Pavilion, Doctor P, Skream, Emalkay, Delta Heavy, Borgore, Pharoahe Monch, M.O.P, Beatnuts, The Alchemist, Oh No, GrandMaster Flash, X-Ecutioners, Beat Torrent e muitos outros. Até os Mind da Gap, provavelmente a mais lendária banda de Hip-Hop em Portugal, o convidaram para ser o seu Dj oficial.
Para terminar, é de referir o seu papel enquanto parte do colectivo musical e artístico Monster JInx, uma referência nortenha de independência e autonomia dentro dos meios culturais nacionais.
Tudo isto, aos 22 anos. E se os seus sets ao vivo continuarem a evoluir para performances cada vez mais arrojadas e cerebrais, não há como saber onde é que ele vai parar.
Ah, já para não dizer que, também é o maior a cozinhar com uma Bimby.."

ACE (MIND DA GAP)
Membro fundador de uma das bandas pioneiras do Hip-Hop nacional, os Mind Da Gap. Uma referência como MC, com um curriculo invejavel. Para além dos álbuns lançados com os MDG, lançou também um álbum a solo em 2003 (Intensamente) de onde se retirou um single com bastante sucesso: "Côr de Laranja". Voz de alguns dos refroes mais cantados e de algumas das rimas mais rebobinadas do rap tuga.

DJ D-ONE
Em meados de 2001 D-One inicia a sua carreira musical, hoje é um dos mais proeminentes DJ’s e produtores de Hip-Hop Nacional que vem fazendo literalmente, bastante barulho de norte a sul de Portugal, sempre com sonoridade urbanas que oscilam entre o Hip-Hop, Ragga e o R&B com suas influencias sonoras passam por desde os clássicos da "Golden Age" da musica urbana até às sonoridades mais "New School" e electrónicas, animando sempre a pista sem quaisquer preconceitos musicais.
É o produtor e DJ oficial de projectos de enorme sucesso como Capicua e Deau.

BAILE TRANQUILO – JOÃO DINIS e ANGELO B
Representada ao longo de inúmeras edições por vários projectos de referência, entre eles: Marcelinho da Lua, Fernanda Porto, Bossacucanova, Mo´Horizons, Drumagick, Dj Farrapo, o "Baile Tranquilo" encontra nas sonoridades alternativas a sua banda sonora. Reggae, Ska, Hip Hop, Drum&Bass e Dubstep, são alguns dos estilos que percorrem o universo musical


Nesta edição de Verão (especial Marés Vivas) a missão é da responsabilidade dos suspeitos do costume: João Dinis & Ratusfari que convidam diretamente do Rio de Janeiro/Brasil, o MC Angelo B, músico de projetos como Gabriel o Pensador, Marcelinho da Lua e Kizomba.
Se bailar, baile com moderação, baile tranquilo!

JOÃO DINIS – “Sempre alerta a`s raridades e novidades do balanc¸o mundial e acompanhado do "Long Play" (em quantidades sempre superiores ao recomenda´vel), este colecionador de grooves vai da modernidade a` raiz, desfilando um reperto´rio fino e de alto astral que reflecte mais de uma de´cada de estrada.
As aventuras no Brasil e um pouco pela Europa renderam para o seu reperto´rio muitas aquisic¸o~es da mais alta malandragem, contribuindo para um arquivo extenso que reu´ne va´rias reli´quias das mais diversas sonoridades.
Posso afirmar que a sua mu´sica e´ garantia de festa boa, pista cheia e a sensac¸a~o que na~o sai´mos de casa so´ para danc¸ar, mas acima de tudo, para aprender algo de novo sobre o novo, o velho que faz o novo, e entender que no mesmo momento e´ possi´vel curtir o jazz, a bossa, o samba, o reggae, dub, ska, o funk, boogaloo, afrobeat, drum&bass e muito, muito mais
”.
Tudo isso e´ sino´nimo de Joao Dinis, e e´ autentico. {Texto: Marcelinho da Lua}

MC ANGELO B (BRASIL) - Mestre de cerimónias nato, talento que já o levou a apresentações ao lado de artistas como Marky, Patife, Marcelinho da Lua, Adam F e Andy, entre muitos outros. Angelo também faz parte da banda do Gabriel o Pensador, cantando e tocando baixo. Nos shows, invariavelmente arrepia as plateias quando empresta a voz as versão que Marcelinho Dalua para inúmeras regravações. Naturalmente não para por ai,no bloco Quizomba do circo voador é um dos cantores e interpreta sambas, alem de vários sucessos de compositores consagrados da MPB,tais como Lenine,Chico Science,Gil,Seu Jorge Marcelo D2, Planet Hemp ,e por ai vai…

RATUSFARI
Tem a música como a sua casa, amante dos ritmos quentes e frenéticos e grande entusiasta enquanto MC. Ratusfari já teve o privilégio e a responsabilidade de subir aos maiores palcos do nosso país, como um dos vocalistas da banda Souls of Fire. É também um dos membros dos Youth Culture Sound System e parte activa da produtora 1*Linha. A sua energia contagiante aliada a um rico vocabulário fazem dele um artista singular, capaz de entreter gregos e troianos, está sempre pronto para a festa.

DJ RIDE
DJ Ride é muitas coisas. É metade dos Beatbombers com Stereossauro. É campeão do mundo de scratch. É detentor de seis títulos de campeão a nível nacional. É um nerd do scratch, um DJ com capacidade para rockar festas sejam elas de que tamanho forem. É sound designer e produtor com vários eps e dois álbuns no currículo e mais um – Life in Loops – a caminho. É um digger dedicado, como muito bem o demonstra o documentário Discos Perdidos. É um pioneiro, facto que pode ser justificado, por exemplo, com o seu espetáculo Pixel Trasher. Ride é, mesmo, muitas coisas. Mas basta uma para o definir da forma mais profunda e mais simples possível: Ride é um apaixonado por música.
Com os skills correntemente ao rubro, fruto de uma incansável vida na estrada que o leva a contabilizar centenas de gigs por ano, em clubes e festivais, de Lisboa a Londres, da Sérvia à Polónia, de Ibiza a França, DJ Ride demonstra igualmente uma enorme generosidade e abertura no que à música diz respeito: dubstep, hip hop, drum n’ bass, eletrónica dos mais diferentes recortes. Nenhum território é deixado inexplorado pela natural curiosidade de DJ Ride. A recomp’ensa tem chegado de muitas formas, com convites para os mais conceituados festivais e clubes e com a partilha de palcos e cartazes com referências como Q-Bert, Gaslamp Killer, Dam-Funk, A-Trak, Flying Lotus, Steve Aoki ou Moderat. E é com nomes dessa dimensão que Ride está verdadeiramente entre os seus pares.
Tudo isto tem valido a Ride um reconhecimento por que qualquer DJ anseia: o de que é igualmente um músico. Convites para tocar com músicos tão distintos como André Fernandes ou Legendary Tiger Man, para remisturar bandas como Balla, Micro Audio Waves ou artistas como Kika Santos são justa conta do alcance da sua visão musical. O nome de Ride já não é, por isso mesmo, estranho na imprensa, na tv, na rádio ou na web. É uma certeza.
O mais recente capítulo desta autêntica saga é Life In Loops (2012), um álbum carregado de surpresas que confirmou Ride como sinónimo de talento, qualidade, inovação e espírito de aventura, valores que devem ser sempre procurados na música e que o homem de Psychedelic Soundwaves e Turntable Food nunca perdeu de vista. A solo ou com os Beatbombers, num clube ou no estúdio, Ride tem pautado a sua carreira por um desejo se ir mais longe, de desbravar caminho, de inventar o próximo groove que abalará as frequências dos sistemas de som. Quer estejam instalados num clube, no palco de um festival à frente de milhares ou nos teus auscultadores.


PIPA AFONSO

DJ PIPA AFONSO foi a DJ revelação do FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2013.

PIPA AFONSO, nome artístico de Filipa Afonso.
Este projecto surgiu em finais de Fevereiro, inícios de Março, de 2013, fruto de um gosto irreverente pela música, o objectivo é colocar toda a gente a dançar e animar qualquer boa noite de festa.
Pipa Afonso adora festas, boa música, e nada melhor do que poder contribuir para algo que lhe dá prazer!

O estilo musical é o House Progressivo.

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MODESTEP | SKINDRED | THE GIFT | WE TRUST
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17, 18 e 19 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia

Porque o MEO MARÉS VIVAS é sinónimo de música para todos os gostos… os dias 17, 18 e 19 de Julho serão pautados por dias de festa e muita música, em que o maior festival do Norte ocupa já um lugar de grande destaque na agenda de todos os festivaleiros.

Paredes meias entre o rio e a cidade, num cenário paradisíaco, o MEO MARÉS VIVAS vai receber no palco MEO mais quatro bandas de luxo – MODESTEP | SKINDRED | THE GIFT e WE TRUST.

Oriundos do Norte de Londres, os MODESTEP vão subir ao palco MEO no dia 17 de Julho para um concerto absolutamente estrondoso.

Tendo na sua génese de Dubstep e Rock Electrónico, contam com outros estilos e sonoridades, com a introdução de elementos electrónicos, tais como Dubstep e D&B, incluíram ainda Hard Rock ao seu estilo, dando-lhes uma qualidade e diferenciação únicas.

Chamaram a atenção com o seu primeiro single que conquistou o top 10 britânico, mas a consagração veio com o segundo single “Sunlight” que teve 1 milhão de visualizações no Youtube em apenas 4 dias.

Encontrando-se actualmente em estúdio a gravar um novo álbum para lançarem no inicio de 2015, os Modestep já actuaram um pouco por todo o mundo, tendo já passado por festivais - como Readind and Leeds, Global Gathering, Coachella, Australia´s Parklife, Lollapalooza e Japan´s Summer Sonic e partilhando palco com  bandas como The Prodigy e Pendulum, devido ao estilo musical, mas também ao lado de Script, Skrillex, Ed Sheeran e Flux Pavilion.

Uma sonoridade cheia de boa energia que vai por toda a gente a dançar no primeiro dia do MEO MARÉS VIVAS.

No mesmo dia, a 17 de Julho, sobem também ao palco MEO os SKINDRED. Para entender a história dos SKINDRED, temos de voltar aos anos 90 e analisar a banda Dub War. Uma das primeiras a fazer a inusitada mistura de pegar em elementos do Reggae e do Dub e misturar ao Rock Hardcore, os Skindred contém três integrantes da banda Dub War, com uma sonoridade mais acessível, ligado ao movimento New Metal do final dos anos 1990. Apesar de mais comercial, os Skindred também gostam de fazer experiências entre o Rock pesado e outros géneros como Hip-Hop, electro, Reggae e Ska.

Durante os seus quase treze anos de existência o grupo conseguiu obter mais sucesso comercial quando uma de suas músicas, “Nobody”, participou na banda sonora do jogo Need For Speed Underground 2. Em 2007 lançam o álbum Roots Rock Riot, CD que contem músicas como State of Emergency, que deixam ainda mais evidente o lado reggae do grupo. Já no Shark Bites and Dog Fights de 2009 o grupo coloca mais elementos de electrónica. Em 2011, lançam “Union.

O dia 17 vai ser desta forma, um dia pautado por muitas surpresas, sendo os Skindred uma delas.

O cartaz do MEO MARÉS VIVAS fica completo com os extraordinários THE GIFT, a banda de Alcobaça que se estreia no MEO MARÉS VIVAS  dia 19 de Julho no placo MEO, para um concerto cheio de cor e emoção.

Iniciaram o seu percurso em 1994, trilhando um caminho de sucessos, conquistando a aceitação do público. Com o lançamento de “Digital Atmosphere” em 1997, a singularidade sonora da banda mereceu a atenção da crítica. A digressão por várias cidades portuguesas, rendeu-lhes ainda mais fãs, oferecendo a garantia de continuidade da banda de Alcobaça.

Com o segundo álbum “Vinyl” fizeram mais de 80 datas, encerrando a tour no Coliseu dos Recreios em Lisboa, passando por festivais de Verão como o MEO Sudoeste e Paredes de Coura.

Os The Gift continuaram o seu percurso sempre em crescente, tendo em 2001 lançado um novo álbum de originais, intitulado “Film”. Temas como “Waterskin”, “Question Of Love”, “Me, Myself And I” foram a confirmação absoluta de que os The Gift vieram para ficar.

Depois de inúmeras visitas ao estrangeiro, lançaram “AM/FM” em 2004 – o novo registo apresentou dois conceitos – “AM” num registo mais calmo e introspectivo e “FM” mais dançável e extrovertido.

Vencedores do troféu Best Portuguese Act na MTV Europe Music Awards, iniciaram em 2006 uma digressão pelo Brasil. Após a aventura bem-sucedida com  “Amália Hoje” regressam em 2011 com o álbum “Explode”. Meses depois lançam “Primavera” [2012], facto que se deve à gravidez da vocalista Sónia Tavares.

São uma banda muito especial e 100% nacional e sobem ao palco para um super concerto no dia 19 de Julho.

Com também data marcada para subir ao palco principal do MEO MARÉS VIVAS a 19 Julho, WE TRUST é André Tentúgal. O jovem realizador português que já trabalhou com algumas das maiores bandas portuguesas como os X-Wife, Old Jerusalém, The Weatherman, Mind da Gap, Os Tornados, Teratron, e que trabalhou também alguns nomes internacionais como os Kap Bambino, Divine Comedy, Scout Nibblet, Tiny Vipers ou Ariel Pink dá agora espaço a uma outra faceta, até agora oculta: a de músico. Na estreia do single de lançamento de um disco que saiu em Setembro, todas as canções e arranjos foram escritos pelo próprio. "Time", uma viagem musical, também ela extremamente visual, é o nome da primeira faixa deste álbum, cujo vídeo foi feito por Rickard Bengtsson, também este um jovem realizador.

O álbum de WE TRUST começou a ser gravado em Dezembro de 2010 e inclui um grupo de canções que foram escritas ao longo dos últimos anos por André nos intervalos do seu trabalho enquanto realizador. Algumas foram escritas no campo, outras na cidade. Mais do que uma experiência autocentrada ou até "autista" André Tentúgal queria que o disco transmitisse um sentimento de amizade e união entre músicos. Convidou amigos de outras bandas e até um jovem escritor (John Almeida) para se juntarem ao projecto e nele participarem.

A ideia de André Tentúgal sempre foi tornar este projecto, num projecto colectivo e nunca numa experiência egocêntrica. Segundo ele, o próprio nome “We Trust” indica isso. Este disco fala de tempo, espaço e mudança… mudanças de mentalidades e de novas viagens, espaços de união e de amor.

Um concerto único a não perder no dia 19 de Julho no Meo Marés Vivas.

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XUTOS & PONTAPÉS
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17 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia

Com data marcada para o dia 17 de Julho no Festival MEO Marés Vivas, a PEV ENTERTAINMENT, a CÂMARA MUNICIPAL DE GAIA e o MEO apresentam XUTOS & PONTAPÉS

Foi há 35 anos que tudo começou…

…Conhecidos e reconhecidos como uma das melhores bandas ao vivo da actualidade em Portugal e trinta e cinco anos depois do seu arranque (13 de Janeiro de 1979), os Xutos & Pontapés são o emblema do que significa rock & roll em português, por portugueses. Donos de um acervo de clássicos que faria muitas bandas roerem-se de inveja.

Deram início à celebração dos seus 35 anos de carreira com dois concertos no MEO ARENA, recebidos em apoteose por cerca de 17 mil pessoas. Uma celebração conjunta, onde se ouviram as novidades (novo álbum “Puro”) e houve espaço para relembrar as histórias antigas. E, agora, a celebração vem para Norte e será no MEO Marés Vivas que os fãs irão recebê-los, no dia 17 de Julho.

Duas guitarras a abrir, uma bateria a bombar, o baixo a marcar a pulsação, 1-2-3-4, três acordes básicos e a correria desenfreada do cavalo à solta.

Há 35 anos que é assim e vai continuar a sê-lo enquanto Tim, Zé Pedro, Kalu, João Cabeleira e Gui continuarem a acreditar na força do rock´n´roll, na energia de estar em palco, continuarem a querer partilhar estas canções com o público que fez delas hinos.

35 anos depois os Xutos não pararam e continuam a ser a locomotiva rock & roll que arrasta multidões, gerações inteiras, pais e filhos, juntos a celebrar canções que já fazem parte da nossa história, da nossa vida. Em Janeiro lançaram o mais recente álbum “Puro” como garantia do sucesso e do estatuto que foram conquistando ao longo dos anos.

Dia 17 de Julho o MEO MARÉS VIVAS tem o prazer de apresentar Xutos & Pontapés para um concerto que promete ser memorável.

Sites oficiais:

https://www.facebook.com/XutosePontapes

http://www.xutos.pt/abertura.html

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