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LA ROUX
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19 de Julho | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia 

Sobem ao palco no dia 19 de Julho a dupla britânica LA ROUX, formada pela compositora Elly Jackson e pelo teclista / produtor Ben Langmaid.

La Roux significa em francês “uma ruiva” e Elly Jackson faz jus ao nome da sua banda, sendo ela também ruiva. Começa a trabalhar com Ben Langmaid em 2006, mas só lançam o single de estreia “Quicksand” no Outono de 2008. Ganhando a atenção por parte da BBC e do The Guardian.

Fazem no ano de 2009 a tourné de Lily Allen por todo o Reino Unido, ao mesmo tempo que na primavera desse mesmo ano lançam o segundo single “In for The Kill” – influenciado pelo synth pop dos anos 80. Atingem os primeiros lugares dos tops e logo de seguida surge o terceiro single “Bulletproof”, uma semana antes do álbum de estreia “La Roux”.

Esta dupla vai actuar pela primeira vez no Meo Marés Vivas acompanhada por mais dois músicos, ao ritmo de uma batida dançante com os sintetizadores a dominar as músicas. A carismática Elly Jackson refere entre as suas influências Michael Jackson, Prince, David Bowie, Justice, Hot Chip, Human League ou Depeche Mode. E boas influências só podiam resultar neste projecto que já conquistou um Grammy Awards for Best Electronic/Dance Album.

A não perder no dia 19 de Julho no MEO MARÉS VIVAS – LA ROUX.

Sites Oficiais:

http://www.myspace.com/larouxuk

https://www.facebook.com/laroux/info

http://www.laroux.co.uk/

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James Morrison 2
JAMES MORRISON
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19 de Julho 2013 | Festival Marés Vivas | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia

Para a edição de 2013, o Festival Marés Vivas apresenta a sua segunda confirmação: JAMES MORRISON.

James Morrison sobe assim no dia 19 de Julho pela primeira vez ao palco principal do Festival Marés Vivas´13, para um concerto emocionante e onde a voz rouca do cantor e guitarrista britânico não deixará de estar presente para embeiçar o público festivaleiro.

E por mais vezes que James Morrison tenha pisado os palcos nacionais, nunca será demais a presença desta estrela mundial naquele que é o maior festival de Verão do Norte… o cariz do cantor e a forma como se entrega de corpo e alma em cada concerto prometem um momento de euforia e ovação por parte dos fãs.

Com temas que perduram agradavelmente no tempo, como “You Give Me Something”, “Wonderful World” ou “Broken Strings”, irão seguramente fazer parte do alinhamento. Bem como vários temas do seu último álbum “The Awakening”, editado em Setembro do ano passado: temas como “Up” cantado com Jessie J. e “I Won´t Let You Go” serão seguramente dos mais esperados.

O sucesso de James Morrison começa no ano de 2006, aos 21 anos de idade lança o seu álbum de estreia “Undiscovered” e dessa forma alcança os primeiros lugares do top em todo o mundo, tornando-se mundialmente uma estrela da música pop.

“You Are Give Me Something” foi o single que lhe granjeou o sucesso comercial e ainda três nomeações para os Brit Awards – arrecadando o galardão de Melhor Artista Britânico.

Já em 2008 edita “Songs For You, Thruths For Me”, o segundo álbum da sua carreira e que uma vez mais lhe garante o acesso directo ao número um do top britânico. Muito se deveu também ao dueto com a luso-canadiana Nelly Furtado com o tema “Broken Strings”.

Surpreendeu o público recentemente com o seu terceiro álbum “The Awakening” – um álbum que se inspira no falecimento do seu pai e na sua experiência enquanto pai também.

Espera ao público do Festival Marés Vivas´13 um concerto recheado de melodias pop que nos irão inspirar a todos.

https://www.youtube.com/watch?v=sgRb_lfIZ6

 

Sites oficiais:

http://www.myspace.com/jamesmorrisonmusic

http://www.jamesmorrisonmusic.com/

http://www.facebook.com/jamesmorrison

https://twitter.com/jamesmorrisonok

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Orelha Negra
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19 de Julho 2013 | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia

A paixão pelos discos no seu formato mais puro, no seu registo profundo, em rodelas de vinil embaladas em capas que se podem agarrar, quase absorver é o que veio a juntar os cinco músicos lisboetas, estrelas do Groove com créditos firmados Cruz, Ferrano, Gomes Prodigy, Mira Profissional e Rebelo Jazz Bass nesta aventura que se chama Orelha Negra.

Não lhe chamamos aventura por acaso. É de aventura que se trata quando do confronto entre passado e presente resulta o futuro, e esse é o maior argumento da estreia em disco dos Orelha Negra. 

Nele cruzam-se sampler e gira-discos com uma bateria, um baixo e teclados, programação certeira com a mais natural das orgânicas, num corpo único e de uma coesão surpreendente. 

Nele a herança pesada da Soul, o mais irreverente Hip Hop e a singular alma portuguesa são o ponto de partida para uma música que tem a modernidade como ponto de chegada. 

Nele pessoas e música confundem-se na forma genial como as imagens gráficas que os marcaram são agora parte integrante da sua personalidade absolutamente original.

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DAVID GUETTA
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19 de Julho 2013 | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia

Considerado em todo o mundo um dos melhores DJ´s da actualidade, DAVID GUETTA sobe ao palco principal do MEO MARÉS VIVAS no dia 19 de Julho para um momento extraordinário e triunfal.

Entre confettis, fogo-de-artifício e muito fumo espera-se um momento de muita festa e de muita emoção.

O DJ e produtor francês, cresceu na cidade de Paris e desde muito cedo desenvolveu a sua paixão pela música, com apenas 13 anos já fazia remisturas dos seus vinis originais. Demasiado precoce ou não, aos 14 anos organizava algumas festas e mais tarde torna-se pioneiro do estilo “French House”, mas só inicia verdadeiramente a sua carreira aos 17 anos.

Cria a Gum Productions juntamente com Joachim Garraud e nessa mesma época produzem o 1º single “Just a Little More Love” com Chris Willis. O álbum de estreia só é lançado em 2002 pela Virgin Records e vendeu mais de 250.000 cópias. Segue os hit singles “Love Don´t Let me Go” e “Give Me Something”.

Dono de um estilo Club House/Dance, no ano de 2004 lança mais uma das suas glórias: “Guetta Blaster” que continha um dos maiores êxitos de sempre e que ocupou em todo o mundo o top dos top ´s: “The World is Mine”, uma parceria com o DJ Davis.

Só em 2007 volta a lançar álbum novo, o terceiro da sua carreira – “Pop Life” que foi muito bem-sucedido em toda a Europa e o single “Love is Gone” conquista o nº 1 no “American Dance Chart”.

Em 2009 lança o 4º álbum “One Love” e o 1º single “When Love Takes Over” que contou com a participação de Kelly Rowland e alcançou o primeiro lugar no Reino Unido, sendo líder em muitos outros países de todo o mundo. Assim como o segundo single do álbum: “Sexy Bitch” com Akon que foi outro estrondoso sucesso.

Brilhou ainda ao lado de Estelle com “One Love”, com Kid Cudi em “Memories”, “Gettin Over” com Chris Willis, Fergie e LMFAO logo depois. Este álbum vendeu mais de 3 milhões de cópias em todo o mundo. Lançando ainda “Who´s That Chick?” com Rihanna.

O quinto álbum só seria lançado em Agosto de 2011: “Nothing But the Beat”. Com uma forte inspiração em bandas de rock como Kings of Leon e Coldplay, o Dj francês adicionou estas influências às suas produções – “Where Them Girls At” com Nicki Minaj e Flo Rida foi um êxito mundialmente, “Little Bad Girl” com Taio Cruz e ainda “Without You” com Usher.

Lança ainda para promover este último álbum “Nothing But the Beat” três singles promocionais: “Titanium” com Sia, “Lunar” com Afro Jack e “Night of Your Life” com Jennifer Hudson e ainda “Sweat” com Snoop Dogg.

Com uma carreira recheada de grandes êxitos, David Guetta já produziu remixes importantes para outros artistas como Moby, Benny Benassi, Deep Dish entre tantos outros.

E no dia 19 de Julho o MEO MARÉS VIVAS espera uma noite triunfal ao som de um dos melhores e mais acarinhados DJ´s do mundo: DAVID GUETTA – um momento que ficará na história do nosso festival.

Sites Oficiais:

http://www.davidguetta.com/

http://www.myspace.com/davidguetta

https://www.facebook.com/DavidGuetta

https://twitter.com/davidguetta


BEWARE OF DARKNESS // ORELHA NEGRA // VIRGEM SUTA

Beware of Darkness são uma jovem e promissora banda americana de rock alternativo, composta por três membros. O grupo formou-se no ano de 2010, mas só no próximo mês de Maio irão lançar o primeiro álbum “Ortodoxa” nos EUA. Abrem o palco MEO no dia 18 de Julho.

Orelha Negra abre o palco MEO no dia 19 de Julho e estão prontos a mostrar ao público festivaleiro que a experiencia individual e um objectivo comum é o lema que os une. A capacidade de transformarem as suas influências num som novo e único é o desafio. Os Orelha Negra são o resultado de várias peças de um quebra-cabeças. Em cada peça a história da música, as raízes da música negra como o jazz, soul, funk, groove ou hip-hop e ainda a cultura portuguesa representada por músicos de renome. Espera-nos um concerto muito especial.

Virgem Suta no MEO MARÉS VIVAS, no último dia do festival a 20 de Julho. Uma dupla natural de Beja e que até alcançarem o vislumbre tivera de percorrer tantas vezes Portugal de Norte a Sul e apenas com duas guitarras, voz e a quase ousadia de uma mão cheia de canções. Os Virgem Suta transpiram portugalidade e assumem-no.

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MEO MARÉS VIVAS ESGOTADO DIA 20 JULHO
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18, 19 e 20 de Julho | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia

A um dia do início do festival Meo Marés Vivas 2013 informamos que o 3º dia do festival está já esgotado.

Já não estão disponíveis para venda os bilhetes para 21 de Julho, onde os Thirty Seconds to Mars são cabeça-de-cartaz.

 Anunciamos ainda que os passes de três dias para o festival que decorre no Cabedelo em Vila Nova de Gaia também já esgotaram, estando apenas disponível para venda os bilhetes diários para os dias 18 e 19.

A 11ª edição do Meo Marés Vivas apresenta para esta edição um cartaz único e surpreendente. 

Grandes artistas no maior festival do Norte. 

Um evento que espera atingir as 25.000 pessoas por noite.

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PALCO SANTA CASA APOIA A MÚSICA NACIONAL
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18, 19 e 20 de Julho | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se pelo segundo ano ao Festival Meo Marés Vivas e apoia uma vez mais a cultura e a música nacional. 

Para a SCML “a música é um meio privilegiado de ligação dos valores da marca a um target mais jovem (…) ” e na edição de 2013 do Meo Marés Vivas vai dar nome a um palco do festival: PALCO SANTA CASA

Um palco que será inteiramente dedicado à música e à cultura portuguesa. A artistas como RUI VELOSO, ORELHA NEGRA, VIRGEM SUTA e WE TRUST, já anunciados para a edição deste ano, anunciamos também aos restantes nomes que irão compor a participação nacional no Meo Marés Vivas: 

E sobem ao palco Santa Casa no dia 18 de Julho, os THE GLOCKEWISE – para eles o rock´n´roll cru é o bastião da sua música transgeracional. Depois do álbum de estreia “Building Waves”, de 2011 a banda portuguesa de Rafa, Fiusa, Cris e Nuno lançaram o segundo trabalho em Maio, intitulado “Leeches”. 

Os The Glockewise andaram a partilhar palcos com nomes grandiosos da esfera musical, cá dentro e além-fronteiras, e isso nota-se em “Leeches”. Os temas das letras da banda de Barcelos mudaram e a sua musicalidade apurou-se, conseguindo a proeza de se reinventarem mantendo-se fiéis a si mesmos. O álbum promete um regresso às origens – a fusão do caos carismático dos Black Lips com a robustez dos Stooges, embebida na adrenalina dos MC5. Outra das influências do novo disco são os lendários Beatles. A banda confessa ter devorado a discografia da mítica banda de Liverpool de uma ponta a outra. 

E no mesmo dia o palco Santa Casa recebe THROES + THE SHINE: Igor Domingues e Marco Castro são os THROES. As suas músicas, além das suas vozes, incluem uma bateria, uma guitarra e um piano. Os seus riffs provocadores chegam-nos do Porto e depressa se infiltram no espirito de qualquer um. Os THE SHINE são compostos por André do Poster e Diron Romão, que partilham a voz das suas canções. O seu estilo encontra-se no Kuduro, vindo de Angola, de onde são originários. 

Certo dia conheceram-se e decidiram unir os dois estilos. O resultado é um cocktail explosivo de ritmos fortemente dançáveis e um dos projectos mais frenéticos e electrizantes que Portugal já conheceu. O álbum “Rockuduro” lançado no passado mês de Maio, trouxe exactamente aquilo que promovem: a criação sólida e firme do Rockuduro, um estilo de música inovador que parece despertar já vontade a outros músicos de seguir esta vertente. 

No segundo dia do MEO MARÉS VIVAS, a 19 de Julho, o Palco Santa Casa dá as boas vindas a MÁRCIA: nasceu em Lisboa, a 19 de Fevereiro de 1982. Com 12 anos, começou a meter as mãos na música. Às escondidas, punha-se a tocar e a experimentar sons na guitarra de 12 cordas do irmão. Quando tinha 18 anos deu o passo seguinte. O namorado de uma amiga tinha uma banda que precisava de uma vocalista. Ela, na audição, cantou temas de Tracy Chapman e convenceu os restantes membros. Nessa altura ainda escrevia e cantava em inglês. Mais tarde, durante o seu curso de Belas-Artes, esteve em França para um semestre do programa Erasmus. Há emoções que só sabemos dizer em português. Márcia sentiu a falta da sua língua e o inglês deixou de ter lugar nos versos que iam rabiscando. Findos os estudos a música agarrou-a de vez. Estreou-se em 2009 com um EP de cinco temas e chamava-se apenas “Márcia”. O segundo, “Dá”, saiu em 2010 e foi reeditado em 2011. Foi com essa reedição em mente que surgiu o desafio a JP Simões para estender a letra de ‘A pele que há em mim’ – que já estava gravado no EP – e fazerem uma gravação a dois. Depois da maternidade, Márcia lançou um novo disco em 2012, chama-se “Casulo”. Com as canções deste disco Márcia criou uma realidade alternativa e fez da sua música um escudo protector da difícil realidade que vive o país e a Europa. É o seu “Casulo”. 

Também a 19 de Julho foram convidados os THE HAPPY MESS: “Dizem-nos muitas vezes que estamos a surfar esta nova vaga da música portuguesa... mas às tantas andamos só enrolados na nossa própria onda. Caminhamos para o segundo ano de vida e se é para catalogar... sentimo-nos bem no universo Indie, com indisfarçáveis referências a tudo o que mexe. Queremos sobretudo criar música, fugindo deliberadamente a preconceitos e ideias feitas.” É assim que se apresentam os The Happy Mess, que são Gaspar Borges, que é 

também publicitário e que forma a banda com o pivot da Sic Notícias Miguel Ribeiro, o psicólogo Rui Costa, a arquitecta e bailarina Joana Duarte, o estudante de arquitectura paisagística João Pascoal e Tim, o único membro que é músico de profissão. Tudo começou por um projecto de amigos quando eram adolescentes, depois voltaram-se a juntar há cerca de dois anos e meio e perceberam que fazia sentido, que ainda havia espaço! Trabalharam no material que já tinham, dando uma “nova roupagem às músicas”, criaram novas canções, e no ano passado editaram o EP “October Sessions”, que lhes valeu o convite para o festival do Meco. Apesar de tudo a banda não estava à espera, mas entendeu que a partir daí o projecto era para ser levado a sério. Em 2012 a banda acabaria por lançar também o seu primeiro single “Morning Sun”, produzido pelo Fred, dos Orelha Negra e dos Buraka Som Sistema. Ainda sem um álbum lançado, os The Happy Mess têm já um lugar na música portuguesa e prometem mais para breve! 

A 20 de Julho o Palco Santa Casa recebe os ULTRALEVE: “Em Busca da Canção Pop Perfeita” poderia muito bem ser o título do álbum de estreia dos Ultraleve, o colectivo que reúne Nuno Figueiredo (Virgem Suta) e Bruno Vasconcelos (Pinto Ferreira). Escolheram “Ultraleve” e percebe-se porquê. Afinal, se o desiderato existia, ele foi alcançado! Não uma vez, nem duas, nem três, mas na totalidade dos dez temas que compõem o seu disco debutante. Dez canções repletas de cânones, dos bons, daqueles que nos habituámos a associar às “canções pop perfeitas”. Se “A Chata”, o primeiro single, agitou a crítica e o público, o restante elenco de canções que compõem “Ultraleve” é um forte abanão, impossível de contrariar. Uma irresistível vontade de bater o pé, gingar o corpo e cantar os refrões destas pérolas coloridas (afinal existem) que os Ultraleve nos trouxeram para animar 2013. “Cabeça No Ar”, “O Fim Do Mundo” ou “Super-Heróis”, são alguns dos temas que em palco ganham uma nova dimensão sonora reforçada pela partilha singular que os Ultraleve conseguem junto do público. Afinal, Nuno Figueiredo e Bruno Vasconcelos, aventureiros experimentados nas lides de palco, souberam o que adicionar às canções dos Ultraleve - uma banda competentemente criativa; e versões inesperadas e surpreendentes de temas que povoam a nossa memória musical. Nas palavras de Nuno Markl, ”Os Ultraleve não só chegaram ao topo do Everest, como estão lá em cima a dar um concerto. Ou mesmo a fazer todo um festival. Está aqui o disco do Verão. E como isto das estações anda incerto - “são as coisas que eles mandam lá para cima”, diria uma vizinha que tive - mais vale convencionar-se que Verão será sempre que se puser os Ultraleve a tocar.” 

Outro dos artistas que vai subir ao palco Santa Casa no último dia do festival é MARTA REN: Uma das mais carismáticas vozes da nova música portuguesa. Fundadora dos Sloopy Joe, saudosa banda de culto portuense, que explorou, como ninguém entre nós, os territórios jamaicanos, partindo do ska, do Reggae e do Dub para nos dar uma visão extremamente original da música a que chamamos do mundo, Marta Ren fez ainda parte dos desconcertantes Bombazines e do colectivo Movimento, antes de se lançar, em definitivo, numa carreira em nome próprio. 

Depois de, através das inúmeras colaborações que assinou no universo do Hip Hop, dos Dealema a Sam the Kid, passando por New Max, NBC ou Link, se ter afirmado como uma das grandes vocalistas Soul nacionais e de ter dado dezenas de memoráveis concertos com os Funkalicious, banda que liderou e que se dedicava à recuperação dos grandes clássicos Funk dos anos 60 e 70, Marta Ren decide investir na sua grande paixão por estes grandes géneros da música negra. Neste momento encontra-se a trabalhar no seu álbum de estreia a solo e, enquanto esse tão aguardado disco não chega às lojas, oferece-nos o single de apresentação do seu novo projecto. “Summer ´s gone” é uma grande canção soul, com um leve sabor Rocksteady, foi produzida por New Max e mostra-nos Marta Ren na plenitude da sua espantosa capacidade vocal, acompanhada por uma banda coesa e com um gosto irrepreensível, com a qual se prepara para invadir os palcos e dar muito que falar.

PALCO SANTA CASA COM A MÚSICA NACIONAL 

RUI VELOSO. ORELHA NEGRA. VIRGEM SUTA. WE TRUST. THE GLOCKEWISE. TRHOES + THE SHINE. MARCIA. THE HAPPY MESS. ULTRALEVE. MARTA REN. 


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THE SMASHING PUMPKINS
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18 de Julho | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia

E a mais recente confirmação para a edição de 2013 do Festival Marés Vivas são os norte americanos The Smashing Pumpkins.

Pela primeira vez no Porto, irão subir ao palco principal do Marés Vivas no dia 18 de Julho (1º dia do festival) para um concerto memorável, com a energia de outrora e o rock sonhador de tempos passados. A banda de Billy Corgan, Jeff Schroeder, Mike Byrne e Nicole Fiorentino irão apresentar o seu mais recente álbum “Oceania”, mas o repertório misturará ainda clássicos do grupo.

Espera-se uma noite de puro rock que irá despoletar o êxtase entre o público com temas bem conhecidos: “Zero”, “1979”, “Bullet with Butterfly Wings” ou “Disarm”…. Mas olhando sempre para o futuro, os The Smashing Pumpkins trazem “Oceania” na bagagem e esperam o devido acompanhamento por parte do público.

Formados no ano de 1988 na cidade de Chicago, os The Smashing Pumpkins demoraram 3 anos a lançar o álbum de estreia “Gish”, mas esta demora valeu bem a pena: adorado e aplaudido pela crítica, conquistou o público e tornou-se um dos discos mais influentes do “Rock”.

Ganham o galardão de Platina (com 1 milhão de cópias vendidas) e em 1993 lançam o 2º álbum “Siamese Dream” que ultrapassa os 4 milhões de cópias. Mas foi em 1995 que atingiram o auge com “Melon Collie and the Infinite Madness” ultrapassando os 10 milhões de cópias vendidas. Regressaram em 2007 com o disco “Zeitgeist” e desde então mantiveram-se na vanguarda da música e tecnologia com várias versões online. Conquistaram ao longo dos anos inúmeros prémios pelo seu sucesso.

Com um passado brilhante e dourado, os The Smashing Pumpkins continuam com a mesma energia e o mesmo carisma e prometem arrasar no dia 18 de Julho no Festival Marés Vivas.

De álbum novo na bagagem, “Oceania” foi produzido por Corgan e Thorsrud Bjorn e mixado por David Bottrill. É caracterizado pela banda como sendo um álbum dentro de um álbum, e é esse novo álbum que irá continuar a mostrar ao mundo que os The Smashing Pumpkins continuam com a mesma capacidade de influenciar toda uma nova geração. Com novas tecnologias de mapeamento de vídeo criaram um espectáculo inteiramente novo e inédito, e que ninguém vai querer perder no dia 18 de Julho.

A certeza é só uma: uma banda de culto que definiu a era da música alternativa e continua ainda viva nas rádios, na internet e sobretudo na memória de milhões de fãs.

 

Sites oficiais:

www.smashingpumpkins.com

http://www.facebook.com/smashingpumpkins

http://twitter.com/smashingpumpkin

http://twitter.com/Billy

http://www.youtube.com/user/PumpkinsMediaMilitia

Preço e Locais de Venda dos Bilhetes:

Bilhete Diário: 30.00 eur

Passe 3 dias (18, 19 e 20 Julho): 50.00 eur

Preços até 14 de Fevereiro – Campanha Promocional

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

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UB 40 Agenda
UB40
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29 de Junho 2013

 

Com data marcada para os dias 28 e 29 de Junho, no Areinho de Oliveira do Douro, o FESTIVAL POSITIVE VIBES regressa para a sua segunda edição com um dos maiores clássicos do reggae: UB40.

A banda de reggae britânica UB40 vão actuar no dia 29 de Junho, e trinta anos depois, com mais de 50 milhões de álbuns vendidos tornaram-se grandes estrelas mundiais, considerados verdadeiras fontes de inspiração para todos os jovens.

Formaram-se no ano de 1978 em Moseley, Birmingham numa fila de segurança social britânica e o nome da banda saiu de um impresso de desemprego: Unemployment Benefit 40 (Benefício de Desemprego). Uma situação que nos é tão próxima nestes últimos tempos e que afecta tantos jovens e naquela época eram também 8 jovens: Robin e Ali Campbell, Earl Falconer, Michael Virtue, Brian Travers, Jim Brown, Norman Hassan e Terence Wilson.

Consolidaram a sua credibilidade abordando temas políticos que atraíam uma juventude insatisfeita, rebelde e interessada no movimento ska revivalista.

Surgem os primeiros convites para actuarem ao vivo e entram em digressão com os Pretenders, fazendo as primeiras partes dos seus concertos. O single “Food for Thought” chega às tabelas do Reino Unido em 1980 e desde aí vai-se mantendo nos tops. Os seus dois primeiros álbuns “Signing Off” (1980) e “Present Arms” (1981) atingem excelentes níveis de vendas e o público cada vez mais se vai identificando com a banda.

O cariz político colocado nas suas canções têm grande impacto, por exemplo, numa das suas canções “One in Ten” arrasa a política de emprego de Margaret Tatcher.

Em 1993 lançam “Labour of Love II” um álbum de versões de reggae que conquista o primeiro lugar no Reino Unido e entra para os tops americanos, do qual sai o sucesso “Red Wine” – um dos maiores ex-libris dos UB40.

No ano de 1988 tocam a “Red Wine” num concerto de tributo a Nelson Mandela e aí esta música volta a ganhar um novo impulso e volta novamente aos tops. Continuam o seu percurso e lançam mais sucessos como “The Way You Do the Thing You Do” e “Here I am”.

Nesta época já tinham abandonado a sua posição de esquerda e estavam claramente mais focados em melhorar os seus clássicos de reggae. Com “Promisses and Lies” (1993) chegam ao nº1 na Grã-Bretanha e conquistam o 6º lugar nos EUA.

Segue-se “Guns in the Ghetto” (1997) e aí reafirmam o seu emprenho na música reggae com o “UB40 Present the Dancehall Album” (1998) numa colaboração com conhecidos artistas jamaicanos.

O grupo de oito amigos de infância continua unido e lançam no ano de 2001 um novo álbum de estúdio “Cover Up” e dessa forma assinalam o 21º aniversário de “Signing Off”. Recebem no ano de 2003 o prémio Ivor Novello e o 22º álbum da banda “Homegrown” inclui “Swing Low” – a música oficial da equipa inglesa de rugby no Campeonato do Mundo de Rugby em 2003, na Austrália.

Com um percurso invejável, os UB40 são sinónimo de sucesso e são também verdadeiras fontes de inspiração, inspirando diferentes gerações ao longo do tempo.

 Donos de álbuns memoráveis, irão actuar no dia 29 de Junho no Positive Vibes e inspirar uma nova geração e relembrar os grandes hits a uma outra.

Sites Oficiais:

http://www.ub40.co.uk/

http://www.myspace.com/ub40

https://www.facebook.com/ub40official

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