PEV Entertainment
Twitter
Facebook
YouTube
Flickr
MySpace
RSS
Newsletter
  • MAriza1
    Ver mais
    MARIZA
  • BlackMamba_1
    Ver mais
    The Black Mamba
  • HMB_1
    Ver mais
    HMB
  • AnaMoura1
    Ver mais
    ANA MOURA
  • PedroAbrunhosa1
    Ver mais
    PEDRO ABRUNHOSA
  • GiselaJoa~o_1
    Ver mais
    Gisela João
  • JorgePalma_1
    Ver mais
    Jorge Palma
  • JoseCID1
    Ver mais
    JOSÉ CID
  • MiguelAraujo1
    Ver mais
    MIGUEL ARAÚJO
  • DiogoPic¸arra_1
    Ver mais
    Diogo Piçarra | Esgotado
  • BlindZero_1
    Ver mais
    Blind Zero
  • CarolinaDeslandes1
    Ver mais
    CAROLINA DESLANDES
  • Xutos1
    Ver mais
    XUTOS & PONTAPÉS
  • RuiVeloso_1
    Ver mais
    Rui Veloso | Esgotado
  • JossStone_1
    Ver mais
    JOSS STONE
  • NickMasons1
    Ver mais
    NICK MASON (Pink Floyd)
  • MV2021
    Ver mais
    COMUNICADO MEO MARÉS VIVAS
  • LiamPayneMV2020_1
    Ver mais
    LIAM PAYNE
  • JassieJ
    Ver mais
    JESSIE J
  • AnittaMV2020_1
    Ver mais
    ANITTA
Festivais
Festival MEO Marés Vivas
Sons do Mar
Quem gostaria de ver ao vivo em Portugal?

Arquivo

richie2
RICHIE CAMPBELL
Comprar Bilhetes para RICHIE CAMPBELL
29 de Junho 2013

E já no dia 29 de Junho estamos prontos para receber novamente o extraordinário Richie Campbell

Embora muito jovem, Richie Campbell tem já uma carreira de respeito e é o nome maior da cena Reggae nacional.

Tudo começou em 2004, quando se iniciou como vocalista dos Stepacide. A Soul e o Reggae corriam-lhe nas veias, não tivesse ele crescido numa casa onde discos de gente como Stevie Wonder, Otis Redding ou Bob Marley tocavam constantemente, o que não é vulgar entre nós. 

Em 2009 sentiu-se finalmente preparado para arrancar a sua carreira a solo e desde aí não parou. Tem esgotado salas de norte a sul do país. Fez uma tour na Alemanha onde actuou com nomes chave do Soudsystem internacional como Soundquake, Supersonic e Kanga Roots. Gravou com Kymani Marley, filho de Bob Marley, o tema “911”, nome da sua excelente banda de suporte – The 911 Band. Atingiu o top de vendas da Soundquake, especialista do género e líder de vendas de Regaee em vinil. Foi convidado a editar um EP na série Optimus Discos, além de “911” nos oferece hinos como “Blame It On Me” e “Missing You”. E estreou-se em álbum, em Junho de 2010, com “My Path”, disco que ofereceu na internet, que ultrapassou os 35.000 downloads e que nos deu clássicos instantâneos como “Everytime I Cry”.

Em 2011, com a sua carreira mais do que consolidada entre nós, dá nas vistas na Europa. Faz uma tour europeia, de 24 datas, com Anthony B fazendo chegar o seu imenso talento a países como Itália, França, Holanda, Espanha, Polónia, Áustria, Bélgica e República Checa, ao mesmo tempo que por cá abre o concerto de Nas & Damien Marley no Pavilhão Atlântico.

O single “That´s How We Roll”, que é acompanhado por um deslumbrante vídeoclip, filmado em dois dos bairros mais problemáticos de Kingston. Este seu tão aguardado novo disco foi gravado em Berlim, Miami e Portugal e conta com a produção de nomes como Big Finga (produtor e baterista dos Gentleman), Lil Boy Fresh (produtor de Anthony B) e Jason Farmer (produtor de Sean Paul & Estelle e de Kymani Marley).

«Focused» é o nome do novo trabalho do músico, «That’s How We Roll» e «Love Is An Addiction» são os primeiros temas a ser retirados do álbum que conta com influências do soul, dancehall e hip-hop, «sempre com o reggae em primeiro plano».

Sites Oficiais:

https://www.facebook.com/RichieCampbellOfficial

Ver mais
2ª EDIÇÃO FESTIVAL POSITIVE VIBES | Destaque
2ª EDIÇÃO FESTIVAL POSITIVE VIBES
Comprar Bilhetes para 2ª EDIÇÃO FESTIVAL POSITIVE VIBES
28 e 29 de Junho | Areinho de Oliveira do Douro em Vila Nova de Gaia
Com data marcada para os dias 28 e 29 de Junho, o Areinho de Oliveira do Douro em Vila Nova de Gaia, irá receber pelo segundo ano o Festival Positive Vibes – um festival onde prevalecem as vibrações positivas.

A CM Gaia já nos habituou a emoções, experiências e eventos de sucesso. O Festival Positive Vibes continua a ser um evento diferente, personalizado, colorido, alternativo… mas abrangente.

Com um cenário e paisagem tranquilos, o Areinho de Oliveira do Douro oferece uma extraordinária vista para a Marginal do Porto e suas pontes. O Festival Positive Vibes é um evento capaz de proporcionar aos seus visitantes momentos únicos e inesquecíveis.

Naquela que é a 2ª Edição - o Festival Positive Vibes contará com um dois dias de muita música, boa onda e animação!

Com capacidade para 15.000 pessoas por dia, o recinto do festival manter-se-á na margem esquerda do Rio Douro, enquadrado numa paisagem que, todos consideram … maravilhosa!  

NOMES CONFIRMADOS:

UB 40
BEZEGOL
RICHIE CAMPBELL
EXPENSIVE SOUL
MILLION STYLEZ
POW POW MOVEMENT
DENGAZ
XIBATA & CELEBRATION SOUND
SKALIBANS
DIRTY SKANKBEATS
CHAPA DUX 
AYO
GENERAL LEVY
JIMMY P


Ver mais
2
2ª EDIÇÃO FESTIVAL POSITIVE VIBES | novas bandas
Comprar Bilhetes para 2ª EDIÇÃO FESTIVAL POSITIVE VIBES | novas bandas
28 e 29 de Junho | Areinho de Oliveira do Douro em Vila Nova de Gaia
Com data marcada para os dias 28 e 29 de Junho, o amplo areinho de Oliveira do Douro em Vila Nova de Gaia, irá receber pelo segundo ano o Festival Positive Vibes – um festival onde prevalecem as vibrações positivas.

A CM Gaia já nos habituou a emoções, experiências e eventos de sucesso. O Festival Positive Vibes continua a ser um evento diferente, personalizado, colorido, alternativo… mas abrangente.

Com um cenário e paisagem tranquilos, o areinho de Oliveira do Douro oferece uma extraordinária vista para a Marginal do Porto e suas pontes. O Festival Positive Vibes é um evento capaz de proporcionar aos seus visitantes momentos únicos e inesquecíveis.

O Festival Positive Vibes irá decorrer nos dias 28 e 29 Junho 2013, no Areinho Oliveira do Douro – Vila Nova de Gaia. 

NOVAS BANDAS CONFIRMADAS
 
AYO
O festival Positive Vibes orgulha-se de confirmar AYO no Palco principal, no dia 28 de Junho.
Bastou a edição do seu primeiro single, “Down On My Knees”, que chegou ao topo das tabelas, em 2006, para que a melodia fresca e poderosa de Ayo conquistasse de imediato o coração do público. Nascida na Alemanha, de origem nigeriana, Joy Olasumibo Ogunmakin renasceu, em termos musicais, em França, alcançando notoriedade instantânea como Ayo. Ao combinar de forma tranquila as suas heranças distintas com influências musicais tão diversas quanto Bob Marley ou Donny Hathaway, Ayo foi imediatamente reconhecida como uma das mais únicas artistas do século XXI. 
Depois de passar os primeiros dois anos da sua vida na Nigéria, enquanto o pai tentava reencontrar-se com as suas raízes, Ayo regressou à Alemanha, onde foi criada. Os problemas de dependência da sua mãe levaram a pequena Ayo a passar vários anos em famílias de acolhimento – mesmo assim, recorda a sua infância sobretudo como um período feliz, não sentindo sequer que tenha ficado com mais cicatrizes do que seria normal.
Aos treze anos, escreve as primeiras canções, quando, supostamente, devia dedicar o seu tempo ao estudo de composição clássica. O seu talento foi descoberto por um colectivo de produtores pop, que a contrataram para uma girls-band de curta carreira. Depois de abandonar o grupo, mudou-se para Hamburgo, no início de 2000: é aí que grava, com o seu melhor amigo, a primeira versão de “Down On My Knees”, usando um armário como estúdio… Durante a gravação, disse ao amigo que, um dia, aquela canção seria o primeiro single do seu álbum: em 2006, a profecia tornou-se realidade, com a edição de Joyful. O seu primeiro registo, composto por doze canções, vendeu mais de 400 mil cópias – um número realmente impressionante para um disco que demorou apenas cinco dias a ficar pronto.
Ayo escolheu os estúdios Compass Point, em Nassau, nas Bahamas, para a gravação do do segundo álbum, Gravity At Last. À semelhança do que acontecera com a sua estreia, co-produziu o disco com Jay Newland, contando com Larry Campbell na guitarra e Lucky Peterson nos teclados. “Passei de azul claro para azul escuro. Jean-Philippe, com quem assinei contrato e que sempre acreditou em mim, ligou-me, quando eu estava a viajar pelos Estados Unidos, e disse-me que o álbum estava em número um desde o primeiro dia – apesar de ter saído exactamente na mesma altura que o novo álbum de um importante artista francês. Eu estava sentada no meu quarto de hotel, a ver o meu filme preferido, Forrest Gump, e desatei a chorar!”, recorda.
A fama e o reconhecimento tinham acabado de bater à sua porta e Ayo não ia deixar a oportunidade passar-lhe ao lado. Não comprou um Mercedes Benz novinho em folha. Tornou-se embaixadora da Unicef.  
Para o muito aguardado terceiro álbum, Ayo tirou partido dos longos meses passados em digressão, começando a compor enquanto ainda estava na estrada. No entanto, durante uma viagem de Paris para Los Angeles, uma gravidez ectópica levou-a a correr risco de vida: durante a recuperação, e bastante frágil, chegou a pensar abandonar o mundo da música; regressou a Berlim e comprou um piano. “Depois, passei dois meses na Jamaica, de férias. Quando voltei, estava grávida!” Com a chegada das boas novas, regressou também a inspiração, que deu origem a um novo disco – que viria a partilhar o nome com a sua filha, Billie-Eve. Mais complexo e rico que os primeiros dois registos, este é um álbum de canções emocionalmente poderosas, enriquecidas pelo talento de alguns convidados de prestígio.
“Tinha decidido gravar em Nova Iorque e tínhamos dois estúdios à escolha, o Avatar e o Sear Sounds – acabei por escolher o último, por ser mais confortável, claro, mas sobretudo por estar carregado de boas vibrações. Queria ter à minha volta uma equipa pequena e coesa, que me permitisse alcançar um espírito de regresso às origens: por isso, fui eu que produzi as canções e convidei para trabalhar comigo a Gail-Ann Dorsey (baixista do David Bowie), o Craig Ross (guitarrista do Lenny Kravitz) e o Flemming Lauritsen (um baterista old-school com um estilo na mesma linha dos Band of Gypsys). As gravações, em Nova Iorque, duraram cinco dias, exactamente o mesmo que tinha acontecido com os primeiros dois discos. Depois, passei mais quatro dias num estúdio em Paris, com dois dos músicos que habitualmente me acompanham em digressão, a gravar outras quatro canções, entre as quais ‘It Hurts’ e ‘Real Love’, com M na guitarra”. 
Musicalmente, este é um álbum de enorme diversidade, passando do reggae ao rock psicadélico, abraçando os blues e entregando-se a uma soul intensa – tudo isto acompanhado pelas letras mais poderosas e penetrantes que Ayo alguma vez escreveu. Cada canção lida com emoções profundas, expostas de coração totalmente aberto. “Julia”, a história verdadeira e desoladora de uma criança vítima de cancro incurável, é o pico emocional de um álbum que percorre graciosamente uma imensa variedade de sentimentos. O poeta Saul Williams, o único convidado vocal, traz um toque muito pessoal ao spoken-word de “Believe”, que encontra Ayo na guitarra eléctrica. Não importa se interpreta uma versão de “I Want You Back”, dos Jackson Five, ou se louva a beleza feminina, em “I’m Gonna Dance”: Ayo tem uma forma única e hipnotizante de encantar as palavras, tornando-as pérolas musicais feitas à sua medida. Alma e magia. “Acredito que cada um de nós tem uma razão para estar na Terra, que está tudo escrito. Tive a sorte de poder viver o meu sonho e conhecer as pessoas certas que me ajudaram a concretizá-lo. Posso ser mal interpretada por dizê-lo mas eu sempre soube que tinha nascido para ser artista”, confessa.
O título, Billie-Eve, é um jogo com a palavra “Believe” (acreditar) e é também o nome da sua filha. Este novo álbum transmite o mais sincero e elegante movimento de uma artista determinada a nunca parar de evoluir. Como a própria Ayo explica, “este terceiro disco vai mais directo ao assunto, de alguma forma é mais seco, mais simples. Tem um certo espírito rock por causa da guitarra eléctrica: ao contrário do que aconteceu nos meus dois álbuns anteriores, desta vez, toquei muito pouco guitarra acústica. Sei que é habitual dizer-se que o nosso primeiro disco é, e será sempre, o mais importante – mas, para mim, este é o meu disco mais importante. Billie-Eve abriu-me novas portas, foi produzido por mim e eu estou muito orgulhosa dele”.
Longe de qualquer ditadura de moda, livre de qualquer vedetismo ou postura de diva, Ayo destaca-se por ser uma artista verdadeiramente universal, uma cantora de coração honesto e dona de uma sinceridade desarmante. 

http://www.ayomusic.com/?page_id=2&lang=en
https://www.facebook.com/AyoMusicOfficial
http://www.myspace.com/ayo


GENERAL LEVY
O fenómeno General Levy é outra das confirmações para o Festival Positive Vibes, no dia 28 de Junho.
O momento é de festa, por isso nada melhor do que uma verdadeira performance em palco com o autor de uma série de majestosos hits: “Incredible”, “Jah Jah Bless”, “Professional Ganja Smoker”, “Choo Choo Train” entre muitos outros.
General Levy conquistou o público e a crítica ao ser considerado o melhor cantor britânico pelos Black Music Awards, melhor álbum com “Wickeder General”, várias vezes “melhor single”, 3 globos de ouro e a incontornável vibração do público em cada actuação um pouco por todo o mundo nos últimos 20 anos.
O “Incredible General” está de volta e desta vez no Festival Positive Vibes em Gaia para um concerto electrizante.

http://www.youtube.com/watch?v=gpJDZhgEIU8
http://www.youtube.com/watch?v=tbO3VhPLGOw


JIMMY P
Jimmy P actua no dia 28 de Junho no palco principal do Positive Vibes.
Joel Plácido, Jimmy P. para a Música... Nasceu em Lisboa e é filho de pais angolanos. Tem na personalidade e na alma a típica força africana. 
Sendo o seu pai Jorge Plácido (antiga glória internacional do futebol português), Jimmy sempre vivenciou culturas diferentes, facto que só enriquece o seu conhecimento e influencia na elaboração do seu trabalho musical. 
Com apenas 3 anos de idade foi viver para França; o seu pai iria representar o Racing Paris. Esteve na cidade luz apenas um ano, aos 4 volta para Portugal, mas desta vez para a cidade invicta; o seu pai viria jogar para o Futebol Clube do Porto (épocas onde brilhou a mais alta altura), tendo sido, inclusive, campeão europeu de clubes. 
Com 8 anos volta para França, onde o seu pai, desta feita, iria representar o US Lusitanos; permaneceu lá até aos 16. Com essa mesma idade, regressa a Portugal e novamente para o Porto, onde se enraíza. 
É nessa altura que Jimmy começa a dar os primeiros passos na música. Trazendo de França o gosto e o hábito de ouvir Rap, e intitulando-se de "Supremo G", começa a escrever as suas primeiras letras, passando para o papel as suas vivências, a forma como vê o mundo, ideias e ideais. 
Aos 19 anos participa no primeiro álbum (de nome "B.I.") duma das bandas de maior nome no panorama musical português da actualidade - os Expensive Soul. Na música "Dá-me o Teu Groove" e rimando em francês, Jimmy tem a sua maior experiência musical até então. 
Em 2005, com o grupo Crewcial (Jimmy P., P.A.Z. e DiggyKappa) é lançado o álbum "Ombuto - A Semente". Com uma aceitação incrível, não só dos fãs, mas também de todo o movimento do Hip-Hop, é a partir dessa altura que Jimmy começou a acreditar, ainda mais, no seu potencial e que poderia chegar muito longe. 
Estava, decididamente, destinado a brilhar nos palcos e não nos campos de futebol, ao contrário do seu pai... 
Depois de passar por um processo natural de maturação e crescimento musical (abordando uma grande variedade de temas, não se fixando apenas e só no "rap intervenção", como é tão comum nesta variante da musica), começa a desenvolver o seu trabalho a solo. O lançamento de alguns trabalhos como as Mixtapes "Ilegal Promo" e "Live On Stage" (com, respectivamente, 10000 e 15000 downloads em, aproximadamente, duas semanas cada uma) e mais recentemente o seu projecto mais íntimo, mais musical, mais completo e que melhor retracta e define Jimmy P. 
Actualmente - "Momento da Verdade", confirmam o seu estatuto como um dos artistas independentes mais ouvidos. Por outro lado, as colaborações e participações para que tem sido solicitado têm-no enriquecido e tornado num dos artistas mais badalados de há já algum tempo a esta parte. 
Tendo entrado, por exemplo, em projectos de renome como a colectânea "Rascunhos" (produzida por Conductor dos Buraka Som Sistema), ou as Mixtapes "De Volta ao Serviço" (Dj Cruzfader) e "Re-programação" (Dj Player); tendo vindo a colaborar com diversos artistas do panorama musical lusófono como os Expensive Soul (já citados), Valete, Dengaz (artista com quem lançou um dos seus mais recentes singles "Warrior" [produzido por Madkutz] e que conta com quase 200000 visualizações no youtube), Bezegol, Xibata, Damani Van Dúnem, Chullage, etc., tornam-no num dos músicos mais solicitados e referenciados. Actualmente e por se identificar com tantas influências musicais (Hip-Hop, Reggae, R&B, Soul, Funk), pode-se dizer que "Fusão" é o estilo musical que mais pratica e onde se sente mais à vontade. De momento, e em paralelo com os concertos/shows que tem vindo a realizar de norte a sul do país com o conjunto de seu próprio nome - Jimmy P. encontra-se em estúdio a trabalhar no segundo registo. 

https://www.facebook.com/OfficialJimmyP

Ver mais
Richie Campbell e Expensive Soul brilham em noite de Globos de Ouro
Comprar Bilhetes para Richie Campbell e Expensive Soul brilham em noite de Globos de Ouro
28 e 29 de Junho | Areinho de Oliveira do Douro em Vila Nova de Gaia
Os Globos de Ouro é um evento organizado anualmente pela SIC e pela Revista Caras e visa galardoar e distinguir as pessoas e obras portuguesas que mais se destacaram ao longo do ano anterior, ao nível profissional.

Richie Campbell e Expensive Soul, dois dos nomes confirmados para o Festival Positive Vibes (28 e 29 Junho), estavam nomeados nas categorias de “Melhor Grupo” e “Melhor Música”.

A dupla New Max / Demo dos Expensive Soul conquistaram o globo dourado na categoria de “Melhor Grupo” com o DVD “Symphonic Experience”.

Richie Campbell não recebeu o prémio de “Melhor Música” com “That´s How We Roll”, mas fez uma actuação no mínimo arrebatadora, colocando o Coliseu dos Recreios a cantar em uníssono.

Fica o link do grande momento: 

Com data marcada para os dias 28 e 29 de Junho, o amplo areinho de Oliveira do Douro em Vila Nova de Gaia, irá receber pelo segundo ano o Festival Positive Vibes – um festival onde prevalecem as vibrações positivas.

O Festival Positive Vibes irá decorrer nos dias 28 e 29 Junho 2013, no Areinho Oliveira do Douro – Vila Nova de Gaia.
Naquela que é a 2ª Edição - o Festival Positive Vibes contará com um dois dias de muita música, boa onda e animação!

- Bilhete Diário: 18 €
- Passe 2 dias (28 e 29 Junho): 25 € - os portadores de passe de 2 dias têm direito a
campismo no recinto.

Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais – TICKETLINE, CTT, FNAC, BREAKPOINT
Ver mais
Destaque Sonia
DIA MUNDIAL DA CRIANÇA COM A SÓNIA ARAÚJO.
10:30 Sala Suggia – Casa da Música
DIA MUNDIAL DA CRIANÇA É COMEMORADO NA CASA DA MÚSICA COM A SÓNIA ARAÚJO.
COM O SEU MAIS RECENTE ESPECTÁCULO INFANTIL “SÓNIA E AS PROFISSÕES”
 
É JÁ AMANHÃ, SÁBADO dia 01 de Junho e DIA MUNDIAL DA CRIANÇA, que o espectáculo “Sónia e as Profissões” sobe ao palco da sala Suggia na Casa da Música.

Será um espectáculo inesquecível, num dia muito especial e dedicado inteiramente aos mais novos.

“Sónia e as Profissões” é o nome da mais recente aposta musical da Universal Music e do Canal Panda, um projecto que representa a estreia absoluta da apresentadora Sónia Araújo como cantora, actriz e bailarina.

Num ambiente mágico de luz e cenografia, Sónia acompanhada de um elenco de atores e bailarinos, ajuda uma pacata e simpática aldeia a descobrir a verdadeira essência da amizade e da entreajuda. Não vão faltar os personagens da professora, do bombeiro, do polícia, da cabeleireira…e muitos outros que ficarão certamente na memória futura das crianças que assistam ao espetáculo.


Ver mais
NATIRUTS
NATIRUTS
Comprar Bilhetes para NATIRUTS
15 e 16 de Maio, Coliseu do Porto e Aula Magna em Lisboa

Nos dias 15 e 16 de Maio a banda cumpre a sua promessa e regressa a Portugal para lançar e apresentar o seu mais recente trabalho em formato acústico, lançado pela Sony no final de 2012. 

Dois concertos muito especiais e únicos: Dia 15 no Coliseu do Porto e dia 16 na Aula Magna em Lisboa. 

Natural de Brasília, o Natiruts é hoje o expoente do Reggae feito em português e um dos principais embaixadores da música brasileira por todo o mundo. A sua história remonta a 1996, ano em que no cerrado Brasileiro surgiu a ideia de formar a banda. 

Em 16 anos de história lançou 6 álbuns de originais e dois DVDs que representam a criatividade e entrega na procura de uma sonoridade própria tendo o reggae e referências da música brasileira como base. Desses trabalhos nasceram várias músicas familiares a todos nós, "liberdade pra dentro da cabeça", "beija-flor", "deixa o menino jogar", "sorri sou rei", "meu reggae é roots", são hinos cantados em uníssono em qualquer parte do mundo, que coincide em plateias fiéis e atentas que os seguem a qualquer lugar que visitem. 

O seu mais recente trabalho, DVD Acústico, foi gravado este ano no mirante Dona Marta, (uma reserva natural do Rio de Janeiro) fruto de um trabalho independente, fiel ao espírito, identidade e princípios da banda. Argentina, EUA, Austrália, Cabo Verde, Panamá, Costa Rica, Uruguai, Chile, Nova Zelândia, Espanha, Itália, França e Portugal são alguns dos países por onde já passaram. 

No nosso país a história começou em 2005 e nunca mais parou. Nestes 7 anos de trabalho foram mais de 20 as apresentações realizadas, seja em apresentações próprias como o Coliseu do Porto (2010) ou o Mosteiro São Bento da Vitória (2006), grandes festivais como o Marés Vivas, Mestiço (Casa da Música), Sudoeste, Sumol, Sagres Surf Fest ou nos principais eventos académicos do nosso país. 

A não perder nos dias 15 e 16 de Maio, o primeiro projeto acústico e que demonstra a versatilidade da banda que continua a produzir boa música e a conquistar novos fãs.

Sites Oficiais:

http://www.natiruts.com/

http://www.facebook.com/NatirutsOficial

http://www.youtube.com/playlist?list=PL51EE1FB4CBD5D0F3

www.zeroneutro.com.br


Ver mais
2
RESISTÊNCIA - 20 anos depois…
Comprar Bilhetes para RESISTÊNCIA - 20 anos depois…
26 e 27 de Abril 2013 | Coliseu do Porto

A Resistência, uma das mais emblemáticas formações da música portuguesa da primeira metade dos anos 90, supergrupo responsável por alguns inesquecíveis sucessos, regressa para um espectáculo com o qual celebra 20 anos do lançamento do projecto.

Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Pedro Ayres de Magalhães, Tim, Fernando Júdice, Alexandre Frazão, José Salgueiro, Rui Luís Pereira, Fred Mergner e Olavo Bilac – a formação original – irá pisar o palco ao lado de dois convidados especiais, os guitarristas Mário Delgado (que já tinha participado em Mano a Mano) e Pedro Jóia.

O ex-guitarrista dos Delfins, Fernando Cunha, é um dos instigadores deste regresso e refere o entusiasmo com que todos os membros originais receberam a ideia. A reedição do material originalmente editado pela Resistência na caixa As Vozes de Uma Geração foi um dos fatores que inspirou este regresso. O supergrupo propõe-se recriar o alinhamento do mítico concerto do Armazém 22 além de prometer ainda tocar as versões que assinaram para discos de tributo a Zeca Afonso e António Variações, «Chamaram-me Cigano» e «Amália, Voz de Nós», respetivamente.

Este coletivo de músicos, nascido de uma ideia original de Pedro Ayres de Magalhães ainda em finais dos anos 80 para uma apresentação na Feira do Livro de Lisboa, representou um momento especial na história da pop portuguesa, com a elevação da língua de Camões a património comum. As vozes e as guitarras de Tim, Pedro Ayres, Fernando Cunha, do então em arranque de carreira Olavo Bilac e de Miguel Ângelo, juntamente com o baixo de Fernando Júdice, a bateria de Alexandre Frazão, as percussões de José Salgueiro e ainda mais guitarras de «Dudas» (Rui Luís Pereira) e Fred Mergner reduziram ao essencial uma série de clássicos da música portuguesa, apostando numa pureza acústica e na força de um coletivo para elevarem a hinos temas como «A Noite» dos Sitiados, «Não Sou o Único» dos Xutos & Pontapés, «Fado» dos Heróis do Mar, «Nasce Selvagem» dos Delfins ou «Perigo» dos Trovante.

Juntos, todos estes músicos representavam uma fatia importante da mais relevante música portuguesa das últimas décadas. E, claro, continuam todos no ativo, em projetos como Madredeus, Quinteto de Lisboa, Santos e Pecadores, Xutos & Pontapés, Ar de Rock ou em carreiras a solo repletas de aplausos, como acontece com o ex-vocalista dos Delfins Miguel Ângelo. Para esta reunião, este grupo de músicos resolveu tirar um mês e meio para ensaios rigorosos que lhes permitam recuperar a chama singular que animou os álbuns Palavras ao Vento de 1991 e Mano a Mano de 1992, além das suas contribuições para as compilações de homenagem Filhos da Madrugada e Variações – As Canções de António.

A Resistência reúne-se em palco para um concerto pleno, coisa que já não acontecia desde 1994. Quase duas décadas depois, a Resistência continua na alma de todos os portugueses.

 

 

 

Ver mais
2
MARTINHO DA VILA
Comprar Bilhetes para MARTINHO DA VILA
7 e 8 de Março | Coliseus do Porto e Lisboa

Para celebrar os 45 anos de carreira de Martinho da Vila, o cantor e compositor lançou o álbum "Martinho da Vila 4.5 Atual", uma versão mais actualizada do primeiro álbum “Martinho da Vila” (1969), que foi regravado e remasterizado para ter uma sonoridade mais ‘moderna’. A este alinhamento foram adicionados faixas bónus, temas inéditos, que tornou esta edição comemorativa um trabalho muito especial.

E é com novo álbum na bagagem que pretende celebrar os seus 45 anos de muitos sucessos nos dias 7 e 8 de Março, nos coliseus do Porto e Lisboa.

Martinho da Vila é um dos cantores brasileiros mais acarinhados pelo público português.

Iniciou a sua carreira como cantor profissional em 1969 com o LP Martinho da Vila, que lançou grandes sucessos como “Casa de Bamba”; “Pequeno Burguês”; “Quem é do Mar Não Enjoa”; “Laiá do Cais Dourado ou “Tom Maior”.

 

Desde cedo que Martinho da Vila se tornou num dos artistas brasileiros mais respeitados e um dos que mais discos vende no Brasil, tendo sido o primeiro sambista a ultrapassar a marca de um milhão de cópias com o álbum “Tá Delicia, Tá Gostoso”, lançado em 1995.

 

É impossível contabilizar todos os prémios que Martinho da Vila já conquistou, mas salienta-se o título de Cidadão Carioca, Cidadão Benemérito do Rio de Janeiro, Comendador da República em grau de Oficial e Comenda da Ordem do Mérito Cultural, entre tantos outros conquistados.

 

Uma das interpretações mais famosas de Martinho da Vila é “Mulheres”, composta por Toninho Geraes, tendo sido graças a ele que a música alcançou um enorme sucesso.

 

Nacionalmente conhecido como sambista, Martinho da Vila é um legítimo representante da Música Popular Brasileira e considerado por muitos críticos como o melhor cantor do Brasil, interpretando músicas dos mais variados ritmos.

Embora compositor indutivo e cantor sem formação académica tem uma grande ligação com a música erudita tendo idealizado, em parceria com o Maestro Leonardo Bruno, o Concerto Negro, um espectáculo sinfónico que enfoca a participação da cultura negra na música erudita, e participou no projecto Clássicos do Samba sob a regência do saudoso Maestro Sílvio Barbato.

 

Com muito samba e muitos sucessos para animar os dois concertos, a não perder a 7 e 8 de Março nos Coliseus de Lisboa e Porto.

 

Ver mais
© 2010 PEVENTERTAINMENT Todos os direitos reservados
Powered By Wiremaze