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16 julho | Festival Marés Vivas
O REGRESSO DOS THE SCRIPT AO MEO MARÉS VIVAS

Estamos de volta em 2023 para aquela que será a 15a edição do festival, nos dias 14, 15 e 16 de Julho em Vila Nova de Gaia.

E no dia 16 de julho os The Script voltam a subir ao palco MEO do MEO Marés Vivas para um concerto muito especial.

Com mais de 20 milhões de álbuns vendidos globalmente, três Meteor Ireland Music Awards, dois World Music Awards e duas nomeações para os Brit Awards, The Script editaram Tales From The Script, “a rampa de lançamento para o próximo capítulo, mas também a nossa história até agora” afirma Danny O’Donoghue.

É o álbum que compila todos os grandes êxitos, desde o #1 “Hall of Fame” aos top 10 êxitos “The Man Who Can’t Be Moved”, “For The First Time” e “Superstar”. O baterista/baixista Glen Power diz: “Vamos levar connosco todas as nossas melhores canções e tocá-las no mesmo lugar.

Tales From The Script já está disponível em todas as plataformas digitais.

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Fernando Daniel
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16 julho | Festival Marés Vivas
Fernando Daniel é um dos artistas pop nacionais mais relevantes da atualidade. Desde 2018, quando editou “Salto”, o seu álbum de estreia, que o reconhecimento do público e os prémios o têm provado. O álbum recebeu a distinção de Disco de Ouro e os singles “Voltas” e “Espera” o Galardão de Platina e “Nada Mais” o Galardão de Ouro”. A Tour Salto contou com mais de 150 concertos, perante multidões de fãs que puderam testemunhar todo o poder vocal do cantor e a energia contagiante que toda a sua banda põe em palco. Em 2019 e 2020 recebeu o prémio Best Portuguese Act nos MTV Europe Music Awards, em 2020 o troféu de Personalidade do Ano (Música) nos Prémios 5 Estrelas e igualmente em 2020 foi nomeado na segunda edição dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa, na categoria de Melhor Artista Masculino.

Em 2020 editou o segundo álbum, “Presente”, que entrou diretamente para o 1.º lugar do Top Nacional, no qual permaneceu durante 6 semanas, e recebeu o Galardão de Disco de Ouro. O álbum inclui os hits “Tal Como Sou” (Single de Platina), “Se Eu” com os Melim (Single Dupla Platina), a canção dedicada ao avô “Melodia da Saudade” (Single de Platina) e ainda “Recomeçar” (Single de Ouro). Ainda em 2020, Fernando Daniel editou “Sem Ti” (Single de Ouro), que escreveu e compôs em parceria com Agir. Em 2021, renovou a sua musicalidade com uma abordagem mais eletrónica e contemporânea em “Raro” e abre o novo ano com “+Presente”, uma reedição repleta de surpresas e novidades.
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Slow J
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15 julho | Festival Marés Vivas
Slow J é uma mistura.

João Coelho nasceu em Setúbal, filho de mãe portuguesa e pai angolano. Durante a sua infância e adolescência andou de um lado para o outro dentro e fora de Portugal, conectando-se com todo o tipo de culturas enquanto procurava a sua identidade. A música sempre foi uma íntima companheira de viagens. Depois de descobrir a sua paixão pela guitarra e pelo Fruity Loops voou para Londres onde produziu obsessivamente enquanto estudava engenharia de som, antes de retornar a Portugal, determinado a entrar num estúdio.

Entre estúdios profissionais, guesthouses e o seu quarto em casa dos pais, João produziu, escreveu e interpretou as suas duas primeiras obras – The Free Food Tape EP [2015] e The Art Of Slowing Down [2017] – os quais editou e distribuiu de forma independente.

Em 2018 fundou com amigos de infância uma editora independente (Sente Isto) e foi o produtor executivo de “Deepak Looper” de Papillon [2018] feitos que, misturados, colocam Slow J na vanguarda da nova geração de artistas portugueses que estão a quebrar barreiras e preconceitos da música e identidade cultural? portuguesa.
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15 julho | Festival Marés Vivas
J BALVIN NO MEO MARÉS VIVAS

Estamos de volta em 2023 para aquela que será a 15ª edição do festival, nos dias 14, 15 e 16 de Julho em Vila Nova de Gaia.

E mais um grande nome que irá subir ao palco do MEO MARÉS VIVAS: J BALVIN num concerto exclusivo no dia 15 de Julho.

José Álvaro Osorio Balvin, conhecido como J Balvin, é um cantor e compositor de reggaeton colombiano. Nascido em Medellín, o artista, que mescla ritmos colombianos com o reggaeton de Porto Rico, lançou o seu álbum de estreia, Real, em 2010. Em 2011, lançou El Negocio e, em 2013, La Familia. Em 2015, Balvin ganhou o Grammy Latino de Melhor Canção de Música Urbana pelo single Ay Vamos.

Ansiosos pelo dia 15 de Julho para uma noite que será no mínimo épica. O MEO MARÉS VIVAS dá assim o pontapé de saída para a edição de 2023.


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DA WEASEL
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14 julho | Festival Marés Vivas
É uma das bandas mais criativas da música portuguesa e das maiores de que há memória; o seu início remonta a Almada, em 1993, e surge da criação e irreverência dos irmãos João Nobre (Braindead) e Carlos Nobre.

Uma vontade de fazer música com ramificações diretas ao hip hop industrial e orgânico dos Disposable Heroes of Hiphoprisy ou dos sociais conscientes Public Enemy, levou João Nobre a desafiar o irmão mais novo a embarcar na ideia e na aventura, a criação dos Da Weasel.
Carlos Nobre assume o papel de Pacman, letrista, voz principal e João Nobre torna-se Jay Jay Neige como compositor maior do projeto.

Armando Teixeira (maquinaria) e DJ Yen Sung (voz) entram para os Da Weasel um ano após o arranque e participam no primeiro EP da banda “More than 30 Mother***s”, todo ele cantado em inglês. Os temas “Monkey king” ou “God Bless Johnny” ecoam pelo país e revelam uma nova realidade no panorama nacional da altura, a união Rock e Rap.

Em 1995, surge o muito aguardado longa duração de estreia, “Dou-lhe Com a Alma”, editado pela Dínamo e é nesta fase que se inicia a transição do inglês para o português como língua dominante, dado que a banda assumia uma postura e consciência sociais irreverentes, na qual a mensagem seria a peça nuclear em todo o projeto. Os Da Weasel, já com Pedro Quaresma na guitarra, tornam-se o grupo revelação do ano e com maior presença e expressão no airplay de rádio em Portugal.

É nesta altura que Yen Sung sai da banda e entram em cena Virgul na voz e Guilherme Guillaz na bateria. É também lançado o disco “3º Capítulo” pela multinacional EMI, com produção da própria banda e Amândio Bastos, que integra as participações de Sam, Sanrise, Fernanda Freitas, João Gomes, Laurent Filipe e Sinde Filipe. Este disco mostra uma banda mais madura na sua sonoridade e mais consciente, tomando o seu espaço na música nacional.

Armando Teixeira sai da banda prosseguindo uma carreira a solo e “Iniciação a uma vida Banal – O Manual” é lançado pela EMI em 1999. “Outro Nível” é o tema de maior expressão. A produção do disco conta com a colaboração do produtor brasileiro Bid, que havia trabalhado recentemente com Chico Science. O disco marca o regresso em força da “doninha”, no seu melhor à atividade discográfica e aos palcos portugueses.

No espaço compreendido entre o lançamento do “3º Capítulo” e a chegada d’”O Manual”, os Da Weasel colaboram noutros projetos.

Em Dezembro de 2010, a notícia colhe Portugal de surpresa e é anunciado na página oficial dos Da Weasel e também através de comunicado da editora para a comunicação social, o fim da banda.

Carlos Nobre, João Nobre, Pedro Quaresma, Guilherme Guillaz, Dj Glue e Virgul, continuaram ativos na música, integrados em vários projetos ou a solo, mas os Da Weasel permanecem como uma das mais aclamadas instituições da música portuguesa e que ainda marca várias gerações.

Chegados a 2019 e, a “doninha” achava que iria surpreender e comunicou na altura que iria regressar aos palcos mas, a humanidade viu-se surpreendida com uma pandemia. O que os levou a cancelar todas a atividades e manifestações culturais. Finalmente, em 2022 os Da Weasel subiram ao palco do Alive, numa noite absolutamente memorável, onde foram a primeira banda portuguesa de sempre a esgotar o festival. Agora a Doninha prepara-se para o comeback a título definitivo em 2023.
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Os Quatro e Meia
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14 julho | Festival Marés Vivas
Em maio de 2013, cinco amigos com gosto pela música juntavam-se para uma pequena atuação num Sarau de Gala no TAGV, em Coimbra. Estava assim realizada a primeira reunião d’Os Quatro e Meia.

Atualmente a banda é composta por seis elementos – João Cristóvão Rodrigues (violino e bandolim), Mário Ferreira (acordeão e voz), Pedro Figueiredo (Percussão), Ricardo Liz Almeida (guitarra e voz), Rui Marques (contrabaixo) e Tiago Nogueira (guitarra e voz).

Com base na ideia de que todos os dias são dias bons, simplesmente, uns dão mais trabalho para o ser do que outros, a banda apropriou-se de uma expressão recorrente do nosso quotidiano, “Para Frente é Que É Lisboa”, para criar a sua primeira composição, e assim batizar o seu single de apresentação. O álbum de estreia – “Pontos nos Is” – foi editado a 30 de junho de 2017, com o selo da Sony Music Portugal, e entrou diretamente para o primeiro lugar do top nacional de vendas.

A estreia no Coliseu do Porto, em novembro de 2018, foi um sucesso, bem como no Coliseu dos Recreios, em outubro de 2019, tendo atuado para uma sala esgotada.

Em 2020 os Quatro e Meia regressam com o segundo longa-duração de originais “O Tempo Vai Esperar”. O álbum é composto por 11 faixas e foi editado em setembro, com produção de João Só. Os singles A Terra Gira, Canção do Metro e o mais recente Bom Rapaz que conta com a participação especial do músico Carlão são alguns dos temas incluídos no álbum que, tal como Pontos nos Is, conquistou o primeiro lugar no top nacional de vendas na semana em que foi editado.

2020 terminou com um concerto esgotado no Campo Pequeno e já em 2021 estrearam-se em dose dupla no Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota, com sala cheia, tendo contado nos três concertos com Tatanka e Carlão como convidados. 2021 trouxe ainda uma nomeação para os Prémio Play, na categoria de “Melhor Banda”.

2022 foi o ano em que a banda deu o maior concerto da carreira da banda, até agora, no Estádio Cidade de Coimbra, a 25 de junho, e marcou presença no palco principal de um dos maiores festivais de verão do país, o NOS Alive.

Para completar o leque de desafios, Os Quatro e Meia foram finalistas do Festival da Canção 2022, com “Amanhã”, da autoria de Tiago Nogueira, terminando o concurso em 2º lugar.
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Jorge Palma
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14 julho | Festival Marés Vivas
Jorge Palma é um caso raro em Portugal. Compositor e intérprete admirado pelos colegas, amado pelo público, demasiado célebre para o papel de génio obscuro, demasiado genuíno e rebelde para ser um músico previsível e formatado.
O seu percurso de vida observa-se sempre a par da música. Exímio pianista, começou a aprender a tocar este instrumento apenas com seis anos de idade. Durante a adolescência e a par da formação erudita começa a interessar-se pelo rock’n’roll, e de um modo geral pela música popular americana e inglesa.

Durante os anos 70 e o princípio da década de 80 o seu percurso artístico dividiu-se entre as suas primeiras edições fonográficas em Portugal e as ruas e carruagens de metro de cidades europeias como Paris e Copenhaga, onde enfrentava o público de guitarra em punho.
Terminou o Curso Superior de Piano em 1990 e no ano seguinte editou o emblemático álbum "Só". Na mesma década formou o "Palma's Gang" e integrou projectos como os "Rio Grande" ou os "Cabeças no Ar". Ao longo da sua carreira lançou vários discos de originais, compôs êxitos e somou discos de ouro, tendo atingido a marca da dupla platina com “Voo Nocturno”. A sua obra contém canções amplamente transversais com temas como “Frágil”, “Deixa-me Rir”, “Dá-me Lume” ou “Encosta-te a mim”, que se tornaram hinos intemporais.
Venceu o prémio José Afonso em 2002, e em 2008 e 2012 foi o vencedor do Globo de Ouro na categoria de melhor intérprete individual. O seu álbum “Com Todo o Respeito” foi ainda galardoado pela Sociedade Portuguesa de Autores com o prémio Pedro Osório.

O período mais recente da vida de Jorge Palma é marcado por um momento de grande atividade no qual se destacam projetos como “Juntos”, em que partilhou o palco com Sérgio Godinho, e ainda a celebração de discos históricos como “Bairro do Amor” e “Só”, tendo este último resultado na edição de “SÓ ao vivo”. Em 2020 celebrou "70 Voltas ao Sol" no Castelo São Jorge, num espetáculo com uma orquestra de câmara dirigida pelo maestro Cesário Costa. Foi ainda agraciado com a Medalha de Mérito Cultural da Cidade de Lisboa e com a Ordem do Infante Dom Henrique.
?“70 voltas ao Sol” foi editado em CD e vinil em 2021, tendo vencido o galardão de melhor disco nos Play – Prémios da Música Portuguesa.
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Joss Stone
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4 julho | Super Bock Arena
JOSS STONE, a lendária cantora e compositora independente de Devon/Reino Unido, tem se mantido incrivelmente ocupada desde o lançamento do seu álbum de estreia “The Soul Sessions” quando ela tinha apenas 15 anos.

Com oito álbuns lançados em 16 anos, Joss, vencedora do Grammy e do prêmio Brit, não apenas cresceu artisticamente, mas também desenvolveu um senso aguçado do que ela quer focar em sua carreira musical.

Enquanto ela manteve a companhia da realeza musical com apresentações ao lado de artistas reverenciados como James Brown, Herbie Hancock, Stevie Wonder, Gladys Knight, Sting, Van Morrison, Melissa Etheridge, Joss sempre foi conhecida por experimentar diferentes estilos em seu próprio trabalho. também. Seus álbuns apresentam uma tapeçaria colorida de várias influências, criando um catálogo caracterizado pela fusão de seus poderosos vocais de soul com reggae, world music e paisagens sonoras de hip hop.

Seu último álbum Never Forget My Love (fevereiro de 2022) não é exceção, escrevendo e produzindo com seu amigo e colaborador de longa data, Dave Stewart (Eurythmics). Joss decidiu criar um álbum cheio de "canções adultas e deliberadas", escritas com a intenção e equilíbrio de compositores americanos clássicos do passado e letras identificáveis.

2022 foi cheio de notas altas para Joss, para citar algumas - apresentação no festival 'Jardin Pedralbes' em Barcelona, no festival 'Stadtpark' em Hamburgo, no 'Soul Live' na Holanda e no festival 'Umbria Jazz' na Itália.

Enquanto espera o seu segundo filho em outubro de 2022, Joss pretende lançar o seu primeiro álbum natalino, 'Merry Christmas, Love', apresentando clássicos populares de Natal como Jingle Bell's e Stevie Wonder's 'What Christmas mean to me'. O álbum traz uma mistura fascinante de instrumentação orquestral com a voz única de Joss, canalizando a sua nostalgia e alegria pelo Natal.

Olhando para o futuro, 2023 vê Joss comemorar '20 anos no palco'. Para marcar este aniversário, ela estará de volta à Europa numa curta temporada em fevereiro/março e tocando em vários festivais de verão, levando o público a uma jornada musical dos seus discos mais recentes e sucessos intemporais.

'Dê um bom sentimento, é isso que vejo como meu propósito na vida. Tentar fazer as pessoas felizes é o que me faz levantar de manhã.'
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