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PALCO SANTA CASA // MEO MARÉS VIVAS
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14, 15 E 16 DE JULHO // PALCO SANTA CASA APOIA A MÚSICA NACIONAL
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se pelo quinto ano ao Festival Meo Marés Vivas e apoia uma vez mais a cultura e a música nacional.

Para a SCML “a música é um meio privilegiado de ligação dos valores da marca a um target mais jovem (…) ” e na edição de 2016 do Meo Marés Vivas vai dar novamente nome a um palco do festival: PALCO SANTA CASA.
                                                               

No primeiro dia do festival, 14 de Julho, sobem ao palco Santa Casa os GLOCKENWISE.         

“Quando se pressiona o interruptor es­pera-se que uma série de processos mais ou menos mágicos determinem o resul­tado final: luz. Fazer play em Glockenwi­se costuma ter um efeito semelhante, imediato, eletricidade e urgência a atra­vessar fios invisíveis, fotões a colorir a sala cheia de gente disposta a aproveitar o berro da lâmpada que já ameaça fundir.

Faço um compasso de espera, a dois pas­sos da porta de “Heat”, o terceiro álbum dos quatro rapazes de Barcelos. Avanço, abro a porta que range, o interruptor não funciona. Ouve-se “Cardinal”: o porteiro antipático; um curto-circuito; não há voz; há fantasmas de outras músicas e de outro tempo; há suor e a luz espessa e intermitente de um candeeiro esquecido a um canto. Sigo para a canção – nunca esta palavra lhes assentou tão bem – que dá nome ao álbum e apesar da sala escura juraria ter visto o Morrisey a atirar flores à multidão ressuscitada do CB­GBou da Hacienda.

Em “Eyes” e “Time (Is a Drag)”, os Glockenwise desvendam definitivamente esse lugar ambivalente onde agora escolhem morar, por um lado escuro e romântico, por outro – mais do que nunca - sónico e incandescente. Incendeiam o conceito de “difficult third album” e deixam ver por entre as chamas que este é só o início (mais um).

A casa está cheia de fumo e convidados ilustres, sofisticados. Na última sala há , Buzzcocks, Stone Roses, Stooges, tritura­dos na engrenagem de uma máquina pop a que chamaram “Lasting Lies”. Há faíscas a beijar os cortinados, risco de catástrofe, isto não é para meninos. Precipito-me para o exterior e debaixo do alpendre a arder recordo a pergunta que me fizeram à entrada: “can’t you feel the heat that is coming your way?”. A resposta é, obvia­mente, sim.”

André Simão (Dear Telephone / La La La Ressonance)


Ainda no mesmo dia, o palco Santa Casa recebe KILIMANJARO.
 
Os Killimanjaro são gente nova com espí­rito antigo. O trio de Barcelos – composto actualmente por José Gomes, Joni Dores e Luís Masquete – iniciou actividade em 2011 e a desculpa para tocar uns riffs e experimentar acaba por se transformar numa missão em criar temas memorá­veis, onde o riff é o mestre e senhor, e tocar ao vivo como que a vida dos três magníficos dependesse disso.

No mesmo ano de 2011 editam o auto-in­titulado EP de estreia. Sete temas dão origem a sete viagens alimentadas por um stoner rock que sempre estimou os uivos de José Gomes.

Os concertos (dezenas) continuam a acontecer e navega-se em direcção a um longa-duração, o primeiro: Hook. Composto por oito temas num total de 36 minutos, Hook é a evolução de quem não quer esquecer as suas raízes. A diver­sidade faz com que cada tema em Hook tenha uma vida própria e não dependa dos outros para abalarem o mundo dos que não têm medo de se aventurar.

O stoner característico de Killimanjaro, muito influenciado pelos suecos Gra­veyard, alia-se a uma veia muito punk, aquela veia que teve presente nos Iron Maiden (com Paul Di’Anno) e os lendários The Obsessed, para largar a bomba que é Hook.

Gravado nos Estúdios Sá da Bandeira Hook é basicamente aqueles Killimanja­ro que conhecemos. A sonoridade crua, directa e os sempre excitantes uivos, constantes numa banda dirigida por riffs e acompanhada por uma secção rítmica onde o groove é imperativo. Hook é apenas o escalar de todos os níveis. Em 2014 os Killimanjaro são autores de uma sonoridade (rock ‘n’ roll) perigosa, tal como os Motörhead nos ensinaram.                   

 
No segundo dia do MEO MARÉS VIVAS, a 15 de Julho, o Palco Santa Casa dá as boas vindas a Jibóia, Plus Ultra e Derange.

JIBÓIA

Há muito a brincar com a ideia de cruzamentos, de culturas e inspirações, JIBÓIA nunca procurou disfarçar o lado mais diáspora de Lisboa que se respi­ra em cada acorde e cada progressão. “Masala”, no embalo índico de mistura de especiarias, eleva a técnica gastronómica numa viagem a quatro braços e a tantas outras vozes pelas cidades mais aroma­tizadas e tropicais do mundo, em que a dança cultural constraste com o negrume civilizacional. O novo álbum da serpente, adolador de divindades caídas, cruza sabores, influências, coordenadas geográ­ficas e até, em contraste, a orgânica da bateria de Ricardo Martins com toda a maquinaria processada por JIBÓIA.

A JIBÓIA trocou de pele, mas não largou as escamas: estão garridas, saturadas, mas muito mais negras e pesadas, e são elas que nos guiam pela viagem a cada ingrediente geográfico trazidos para a sua “Masala”. O álbum foi gravado nos Estúdios Sá da Bandeira com produção de Jonathan Saldanha (HHY & the Ma­cumbas, Fujako).


PLUS ULTRA

Quando uma guitarra e uma bateria entram em conflito, nem a existência de um terceiro elemento poderá resolver o caos sonicamente provocado. Parece vago, mas poucos adjectivos servirão para descrever uma banda de baralho assumidamente incompleto como Plus Ultra. Nas suas explosões cáusticas, o power trio assume-se na relação única entre o chavasco e o rock, numa sujeira limpinha-limpinha: com jogadores destes, é inevitável não se ter um alinhamento vencedor.

 
DERANGE

Formado em 2012, os Derange são constituídos por Cat Pereira (vocal), Nick Crosby (guitarra), Joe Macpherson (baixo) e Warren De Melo (bateria). Eles marcaram o inicio do seu trabalho com dois singles de grande sucesso 'Ego' e 'Unleash ".

Em 2013, Derange produziram o seu aclamado EP “Change”. Uma vez lançado, o EP apresentou a banda a um público muito mais amplo, conquistando assim a imprensa nacional.

Durante o último ano, a banda esteve a produzir o seu álbum de estreia 'The Awakening'. Produzido pelo lendário Russ Russell (Dimmu Borgir, Napalm Death, Sikth, Amorphis e Evile), 'The Awakening' é um caso glorioso de tech-de metal, agraciado pelo vocal de Cat Pereira.
 

A 16 de Julho o Palco Santa Casa recebe a DIANA MARTINEZ & THE CRIB

“Diana Martinez & The Crib” é a nova aposta da Primeira Linha. Diana Martinez é a vocalista e autora de todos os temas. Apesar de ser ainda muito jovem, revela já uma definitiva maturidade como artista, não tivesse começado a acompanhar o pai em espetáculos com apenas 6 anos, colaborando mais tarde com grandes músicos como os Expensive Soul, Pedro Abrunhosa, entre outros.

Na realidade, o seu sonho sempre foi que um dia as músicas que compunha na sua cabeça, onde tecia todas as linhas melódicas e harmónicas, fossem ouvidas. Com o apoio de João André, músico e produtor, encontrou a visão e o conceito para “Diana Martinez & The Crib”, cuja sonoridade reflete as suas verdadeiras paixões: o R&B, o Soul e o Hip Hop.

Para a Diana não houve como escapar da música. Estava na barriga na mãe quando esta ainda cantava profissionalmente; segundo o pai, mal começou a articular as primeiras palavras já se via que ia ser cantora. Ele é músico também, foi o seu primeiro e grande professor.2015 traz o lançamento do single de estreia de “Diana Martinez & The Crib”, That’s Just How We Do It, que é acolhido de forma notável pelas rádios e Youtube. O público teve boas oportunidades de conhecer melhor este novo projeto, inclusive num set explosivo no festival Meo Marés Vivas e na abertura para Natiruts e Marcelo D2, no Porto e no Casino da Figueira, respetivamente.

Em seguida, Diana e João André voltam ao estúdio e preparam o álbum de estreia. Surgem algumas colaborações com Orelha Negra, The Black Mamba e We Trust. Com estes últimos, apresenta-se na remix de We Are The Ones.

No início de 2016, o segundo single Reverie conta novamente com um apoio tremendo no Youtube e redes sociais. Com lançamento previsto para este ano, o disco de estreia de “Diana Martinez & The Crib” será acompanhado de vários concertos de apresentação em locais como Casa da Música, Salão Brazil e C.C. Olga Cadaval.

Outros dos artistas que vai subir ao palco Santa Casa no último dia do festival é o TATANKA.

Dono de um carisma e de uma voz inconfundíveis, Tatanka tornou-se conhecido como o vocalista de uma das mais promissoras bandas portuguesas da atualidade – The Black Mamba – e colaborando também com outros artistas, como por exemplo Richie Campbell. Inicia agora a sua carreira a solo, apresentando temas originais em português, num registo distinto do das bandas de que faz parte.

 

PALCO SANTA CASA COM A MÚSICA PORTUGUESA

Preço e Locais de Venda dos Bilhetes:

Bilhete Diário: 35.00 eur

Passe 3 dias: 60.00 eur

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.
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PALCO CAIXA NO MEO MARÉS VIVAS
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14, 15 E 16 DE JULHO // PALCO CAIXA

O Palco Caixa, palco da Caixa Geral de Depósitos, banco oficial do MEO Marés Vivas, está de regresso ao Cabedelo com um cartaz incrível que promete, pelo segundo ano consecutivo, deixar o público a rir. César Mourão, António Raminhos ou Eduardo Madeira, são alguns dos nomes que irão subir ao Palco Caixa no MEO Marés Vivas a 14, 15 e 16 de Julho.

E no primeiro dia do festival MEO Marés Vivas, sobe ao Palco Caixa EDUARDO MADEIRA, humorista, actor e argumentista, nasceu em Bissau em 1972. Pioneiro da Stand Up Comedy, começou a carreira como argumentista nas Produções Fictícias. Fez teatro e participou em projectos como "Os Contemporâneos" (RTP), "Clube de Comédia" (UAU), "O Paradoxo da Tangência” (CanalQ) e do multi-premiado "Estado de Graça" (RTP), actor e autor de "Anticrise" (RTP), nomeado, em 2012, para melhor Programa (TV7Dias). O humorista foi também nomeado na categoria de Melhor Actor/Humorista. Em 2014, estreia a peça “Tiro e Queda” e desde 2015 está na RTP com “Donos Disto Tudo”.

No mesmo dia e não menos importante é a vez de RUI XARÁ, nasceu em Braga. Estreou-se nos palcos como comediante com 5 anos de idade, participando na festa de natal do colégio de freiras que frequentava, com uma anedota sobre freiras. Depois das normais vicissitudes de estudante até ao 12º ano em Braga, teve uma curta mas marcante experiência na academia da força aérea, da qual desistiu para ingressar na conceituada Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, onde cursou Química. Fez algumas das cadeiras do curso e todas as cadeiras do Piolho, afamado café académico que juntamente com as praxes e os saraus da faculdade, lhe serviram de tubo de ensaio e até de catapulta para a vida que veio a abraçar. Em Novembro de 1998 trabalhava no Púcaros bar, em Miragaia, quando teve a ideia de dar início a uma noite de humor livre ao estilo das famosas improve nigths americanas. Em 5 de Fevereiro de 99 começavam as inesquecíveis Noites de Anedotas do Púcaros, na altura fazendo dupla com o João Paulo Rodrigues (Quim Roscas), que assim se estreou nestas lides, assumindo ambos um protagonismo nas noites que não era intencional mas acabou por se revelar imprescindível. Ao longo de quase 7 anos foram vários os actuais comediantes que por lá passaram com participações bem-sucedidas, como Paulo Baldaia, Pedro Neves, Hugo Sousa, Carlos Moura, Fernando Rocha, Estacionâncio e muitos outros que participaram mas não seguiram carreira... Estava aberta a caixa de Pandora do humor em Portugal e não tardaram a surgir outras noites de humor; primeiro pela cidade, depois por todo o país e mais tarde nas televisões com natural destaque para o Levanta-te e Rí. Organizou no dia 30 de Janeiro de 2016 o primeiro grande ROAST público em Portugal, a propósito da celebração dos seus 17 anos de carreira, tendo esgotado o Teatro Sá da Bandeira num evento onde estiveram 17 colegas do Humor em palco, a "acarinhá-lo" durante mais de 3 horas, entre os quais Rui Sinel de Cordes, João Seabra, Luís Franco-Bastos, Fernando Rocha e Rui Zink, numa noite considerada por todos como "Épica!" Adora a causa do Humor pelo Humor."

E a noite do dia 14 de Julho não termina aqui, também ZÉ PEDRO sobe ao Palco Caixa: Nascido num dia quente de Verão, foi sendo criado ao longo das outras estações do ano de forma cíclica. Pensa-se que o seu carácter tenha sido moldado por séries de TV humorísticas de riso enlatado e filmes de 3ª categoria norte americanos com a seguinte receita: (herói renegado + conhece loura de proeminências peitorais exacerbadas + vilão básico + exame de consciência ao som de uma power ballad lamechas + atitude altruísta para com alguém coitadinho + herói renegado continua renegado mas com a loura e honra limpa devido a atitude altruísta). Ponto de viragem quando entra no jardim-escola e se apercebe que a vida não é nada como na TV. Tenta criar à sua volta um mundo tipo sitcom usando um tique que permite a quem interage com ele saber que está a pensar em algo com piada. Desconfia-se que para além dele, mais ninguém se tenha apercebido disso. Entra para o mundo do espectáculo porque "tinha bilhete"...

O JOÃO FREITAS também tem direito a fazer rir - Iniciou-se na comédia em 2012, com o sonho de ficar rico, famoso e arranjar uma namorada. 4 anos passaram-se e neste momento tem mais de 30 anos, vive em casa dos pais e não tem namorada. Mas o ano de 2016 parece ser o ano da mudança. Finalmente foi convidado para atuar num grande festival; os seus pais estão a ficar bem velhos e já está a pensar mandá-los para um lar, por isso vai ficar com a casa só para ele; e desde a última Páscoa que anda a trocar "nudes" com uma prima que vive em Chaves.

Dia 15 de Julho o Palco Caixa recebe o aclamado ANTÓNIO RAMINHOS - Nasceu no ano de Cristo de 1980, curiosamente, exactamente 38 anos e 152 dias depois de Eusébio e cinco anos e 142 dias antes de Cristiano Ronaldo. Não era o filho preferido de seus pais. A mãe queria uma menina, o pai um Mercedes 200 D, mas devido às ancas estreitas da mulher contentou-se com um rapaz. António Raminhos sempre foi um miúdo pacato. Desde cedo que mostrou a sua queda para pensamentos idiotas e associações mentais ridículas, que lhe valeram o apelido de “o estúpido lá de casa”. Cara bem conhecida do programa “5 para a meia-noite” e um dos humoristas mais acarinhados pelo público português. A sua participação no programa da TVI “ Dança com as Estrelas “ valeu-lhe o título adicional de “ O mais esforçado pior bailarino de sempre“.

E no mesmo dia o mítico JEAN CARREIRA - Mickael Carreira, David Carreira, Sara Carreira. Os rostos famosos, mais que visíveis, de uma descendência de sucesso; a prole de Tony Carreira, seguindo os passos do pai. Mas de um artista de tão elevado calibre, não se esperaria menos do que “um amor em cada porto”. Um desses amores deu fruto, um fruto enjeitado, recheado no entanto de talento e uma enorme vontade de ser reconhecido pelo pai. O seu nome? Jean Carreira. Toda a gente ambiciona fama, fortuna e poder. Jean só quer ser reconhecido pelo pai, levado numa onda interminável de amor familiar (permitido pela lei). Este espectáculo mostra essa busca e o destino de Jean, o filho perdido.

E o Palco Caixa não para de nos surpreender, CARLOS LIMA é o nome que se segue no dia 15 de Julho - Fruto de uma infância que nunca acabou e de um espírito adulto que teima em não adotar, Carlos Lima destaca-se como um comediante desconcertante. Dono de uma perspectiva que só é possível a quem se mostra capaz de a apresentar, destaca-se por uma neutralidade e por uma tendência para o normal que fazem dele um comediante a não perder de vista. Com uma capacidade fora do comum para mudar borrachas de torneiras e trocar tomadas com a eletricidade ligada, contagia todos com a sua incrível boa disposição e forte tendência para o non-sense!

E por fim PEDRO FERREIRA, 24 anos, estudante universitário no (e do) Porto, começou o seu percurso humorístico no final de 2012, ao relatar por escrito um acidente no qual a sua mãe partiu uma perna. Em 2013 arranjou uma cunha para ir atuar num bar. Em 2016, chega ao Marés Vivas depois de ter atuado em diversos bares e Comedy Clubs no Porto e arredores, apesar de escrever os seus melhores textos humorísticos em exames e frequências. Espera através do Marés Vivas arranjar mais contatos. Já a sua mãe, ainda se encontra a fazer Fisioterapia numa clínica em Matosinhos. P.S.: Alguém lhe arranja boleia dia 15 de Julho?

Palco Caixa, dia 16 de Julho – FRANCISCO MENEZES presença assídua no programa ‘Praça’ (RTP1), traz o seu humor para a estrada. Disparates, imitações, música, tudo faz sentido, quando se fala de Portugal e dos Portugueses. Sozinho em palco, Francisco Menezes faz humor acerca de Portugal e dos Portugueses. Actualidades, figuras públicas, hábitos e maneirismos dos Portugueses, a música Portuguesa, a comunicação social (etc., etc.) são vistos por um ponto de vista cómico. Tudo isto é ilustrado com vários momentos musicais, interpretações de temas imortais dos artistas mais conhecidos, músicas tradicionais Portuguesas, hits internacionais que fazem parte de um imaginário colectivo, apropriados pelo humorista.

O Palco Caixa tem espaço ainda para receber CARLOS MOURA, depois de um pézinho no curso de Relações Públicas e outro no curso de Gestão de Marketing, acabou por meter mãos ao trabalho e perder-se naquilo que mais gosta: comunicar. Fez rádio durante dez anos e, entre outras coisas obscuras, foi designer gráfico e fotógrafo freelancer. Em 2003 começou a sua carreira como comediante. Formou o elenco central de toda a série do “Levanta-te e Ri”, além de participações em inúmeros programas. Apresentou na SIC os programas “Boca a Boca”, “Às 2 por 3 – Verão Quente” e “Ligou, Ganhou”. Foi director de conteúdos de programas como “5 para a Meia-Noite”, “Sexta à Noite” de José Carlos Malato, “A Canção da Minha Vida” e outros, guionista para vários programas televisivos e coordenador de emissão em vários especiais da SIC, TVI e RTP. Também criou, apresentou e realizou o programa “Vox - Em busca da Comédia”, no +TVI e já fez mais de 1000 espectáculos de comédia pelo país e ilhas, em teatros, auditórios, cafés-concerto, bares e meia dúzia de pardieiros difíceis de catalogar.

E para terminar, o Palco Caixa recebe ainda JOCA e LUIS GOMES: Joca inicia-se na comédia em 2008. Depois de várias pequenas participações em espectáculos de outros comediantes, inicia o seu trabalho a solo em 2009 em alguns bares da zona do Grande Porto. O seu carisma e forte presença, encontra uso noutras áreas, onde se destacam a apresentação de eventos, as palestras motivacionais e os workshops de falar em público. Entre outros, foi presença assídua no programa de stand up comedy “É Sempre A(b)Rir!” do canal de televisão MVM e foi argumentista/realizador/produtor e actor de sketches humorísticos para o programa “À Conversa com Ricardo Couto” no Porto Canal. Sejam grandes ou pequenos os palcos, é pela velocidade de resposta e tendência para o inusitado que Joca se afirma como humorista marcante e ao qual é difícil ficar indiferente.
Luis Gomes, lançou-se nas lides do stand up comedy em meados de 2013, tendo desde então partilhado palco com muitos dos grandes nomes da comédia nacional. Comunicador nato, acredita que o humor lhe vai trazer algo que de outra forma não teria: uma carreira. Não está a ficar calvo. Escolhe mal o penteado. “É estilo”, segundo o próprio.
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FOY VANCE
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14 JULHO//  PALCO MEO
Foy Vance, cantor e compositor irlandês, nasceu em Bangor County Down e desenvolveu a sua música viajando pela América durante a sua juventude, estando profundamente enraizado na história musical e estética do sul dos EUA. Quando Vance se estabeleceu na Irlanda em 2007, começou a trabalhar no seu álbum de estreia, “Hope”.

Vance, aclamado pela crítica, fãs e colegas, assinou recentemente com a editora de Ed Sheeran - Gingerbread Man Records - e foi convidado para participar em tours mundiais de vários artistas como Bonnie Raitt, Marcus Foster, Snow Patrol, Ed Sheeran e Sir Elton John, que também irá atuar no MEO Marés Vivas.

Vance encontra-se atualmente a gravar o seu álbum de estreia para a nova editora no lendário Blackbird Studios em Nashville, com o talentoso produtor Jacquire King que trabalhou com artistas como Tom Waits, Norah Jones, James Bay, Kings of Leon e Of Monsters and Men.

O cantor irá lançar o seu novo álbum na primavera de 2016, e irá apresenta-lo no MEO Marés Vivas a 14 de Julho.
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D.A.M.A
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14 JULHO//  PALCO MEO
D.A.M.A., sigla para a expressão “Deixa-me Aclarar-te a Mente Amigo”, começou por ser um projecto de pop / rap, tendo vindo, progressivamente, a libertar-se de quaisquer restrições musicais, procurando sempre escrever músicas com que as pessoas se identifiquem, mas que, acima de tudo, transmitam uma mensagem muito positiva.
 
Sobem ao palco MEO do MEO MARES VIVAS a 14 de Julho, no primeiro dia do festival.

Os D.A.M.A são a grande revelação da música portuguesa nos últimos 2 anos. O disco de estreia “Por Uma Questão de Principio” foi disco de platina e mantém-se nos 3 primeiros lugares do Top de vendas por 48 semanas consecutivas. Em 2015 levam mais de 150 espetáculos com lotações esgotadas em auditórios, discotecas, semanas académicas, festas municipais, entre outros. os singles “Balada do Desajeitado”, “Às Vezes” e “Luísa” atingem os milhões de visualizações no canal de Youtube tornando a banda num fenómeno nacional. 

O novo disco “Dá-me um Segundo” com edição a 26 de Outubro de 2015 conta já com 2 singles de peso “Não Dá” e “Não faço Questão” com a participação especial do artista brasileiro Gabriel , O Pensador.
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KELIS
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14 JULHO//  PALCO MEO
Kelis, a cantora norte-americana, conhecida pelos seus hits “Bossy” e “Milkshake” é a mais recente confirmação do MEO Marés Vivas 2016.
A 14 de Julho, a vencedora do BRIT Award e duas vezes nomeada para o Grammy sobe ao palco do MEO Marés vives, onde irá apresentar o seu último álbum “Food.”

Criado com Dave Sitek dos TV On The Radio, o álbum "Food" envolveu um processo de gravação diferente. Gravado em casa de Dave Sitek com amigos e muita comida, o título do álbum e as canções "Jerk Ribs", "Friday Fish Fry" e "Cobbler" foram inspiradas pelo seu gosto de cozinhar. “Food” é mais do que uma simples paixão culinária de Kelis, é um álbum sobre seus os relacionamentos.

Kelis formou-se profissionalmente como chef na Le Cordon Bleu como saucier. Em 2015 lançou a sua própria linha de molhos, “Bounty & Full”. www.bountyandfull.com

A 14 Julho, Kelis junta-se a nós no palco enquanto nos prepararmos para dançar ao som dos seus maiores sucessos.


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ELTON JOHN AND HIS BAND
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14 JULHO//  PALCO MEO
ELTON JOHN AND HIS BAND é a primeira grande confirmação para o festival MEO VIVAS MARES 2016, é um dos artistas mais aclamados e bem-sucedidos de todos os tempos. Alcançou 37 discos de ouro e 27 discos de platina, já vendeu mais de 250 milhões de discos em todo o mundo, e detém o recorde do single mais vendido de todos os tempos. Ao longo de cinco décadas desde que a sua carreira começou em 1969, Elton já atuou em mais de 3500 concertos, em 80 países.

Sobe ao palco no dia 14 de Julho, da edição de 2016 do MEO MARES VIVAS que promete ser memorável e Elton John será a prova disso.
Sir Elton Hercules John, nascido em Reginald Kenneth Dwight, (Grande Londres, 25 de Março de 1947) é um dos mais importantes cantores, compositores e músicos do Reino Unido.

O seu nome artístico advém de dois membros da sua antiga banda - Bluesology - Elton Dean (saxofonista) e Long John Baldry (líder da banda). Nascido no subúrbio de Pinner, Middlesex, estudou na Pinner County Grammar School e ganhou uma bolsa escolar aos onze anos de idade para a Royal Academy of Music.

A carreira de Elton John atravessa a quarta década de um ininterrupto sucesso. Nos anos setenta, época que muitos consideram como sendo o auge de sua carreira (foi considerado o segundo artista mais importante dessa década, superado apenas por Paul McCartney), já era considerado como um dos maiores astros pop do planeta.

Ainda na adolescência, integrou o grupo de blues Bluesology. Em 1967 estabeleceu parceria com o letrista Bernie Taupin, com o qual lançou grande parte de sua obra musical, mantendo-se a parceira até aos dias de hoje.

Apesar de ter lançado o disco Empty Sky em 1969, que não trazia no seu repertório nenhum sucesso imediato , a grande viragem na sua carreira ocorreu com o lançamento do disco Elton John, de 1970, que o lançou como cantor de sucesso nos Estados Unidos e trouxe ao público um de seus maiores sucessos, a canção "Your Song".

De todos os seus discos de maior sucesso, destacam-se Goodbye Yellow Brick Road (1973) e Captain Fantastic and The Brown Dirt Cowboy, este último de 1975. São também os discos mais bem colocados no ranking de melhores discos do século XX elaborado pela revista Rolling Stone.

Além de Bernie Taupin, outros letristas trabalharam com Elton, entre os quais Gary Osborne e Tim Rice. Enquanto a parceria com o primeiro está presente nos discos A Single Man, 21 at 33, The Fox, Jump Up! e Leather Jackets, o trabalho com o segundo, iniciada com a música Legal Boys, de 1982, resultou anos depois na soundtrack dos filmes O Rei Leão (1994), com a qual Elton ganhou o Óscar de melhor banda sonora, e O Caminho Para Eldorado (2001).

É o único artista que até hoje conseguiu alcançar seis lançamentos consecutivos no primeiro lugar da Billboard, sendo detentor do recorde de single com a maior venda da história, com a adaptação feita em 1997 da canção Candle in the Wind em homenagem à amiga pessoal, Princesa Diana, totalizando um total de quarenta milhões de cópias vendidas.

Elton John manteve-se em evidência na década de 1980, época em que lançou um álbum inédito por ano, levando ao público hits como I Guess That's Why They Call It The Blues, I'm Still Standing, Sacrifice, Nikita e diversos outros. Apesar de ter declarado a sua bissexualidade em 1976, em entrevista à revista Rolling Stone, casou-se com a engenheira de som Renate Blauel em 1984, tendo a união se dissolvido em 1988. Em 2005 celebrou um contrato de parceria civil com David Furnish, com o qual vive desde meados da década de 1990.

Embora tenha diminuído o ritmo de lançamento de novos discos, Elton John permaneceu em destaque na década de 1990, lançando canções de sucesso como Can You Feel The Love Tonight, The One, Something About The Way You Look Tonight, Blessed. É considerado um dos maiores e mais influentes artistas da atualidade, lançando novos trabalhos regularmente. Nos últimos anos compôs os musicais Billy Eliot e Lestat, que ficaram em cartaz na Broadway.

É filantropo: participou do Live Aid de 1985, ao lado de artistas como David Bowie, Sting, Phil Collins, entre outros, além de manter uma fundação para combate à SIDA, tida como a maior do mundo no género, criada em 1992. No mesmo ano, apresentou-se ao lado dos Guns N' Roses no Video Music Awards 92.

Elton sempre teve o sonho de ser dono da equipa de futebol, pela qual torcia, o Watford FC, tendo realizado esse projeto em 1976, quando então o clube figurava na série B da Liga Inglesa. Injetou recursos para contratações, levando a equipa até a primeira divisão. Vendeu-a em 1987. Também ajuda um clube de futebol da Austrália. É dono de um restaurante em Hollywood.

Em 1986, foi sujeito a uma intervenção cirúrgica na garganta, em virtude de lhe ter sido diagnosticado pequenos nódulos nas suas cordas vocais, consequência da quantidade de marijuana que fumava nessa altura. Este facto veio a impor uma mudança profunda na sua voz, que se tornou mais grave e profunda, perdendo por completo o seu famoso falsete.

Em 1992, Elton cantou com o Queen a música "The Show Must Go On" no Freddie Mercury Tribute Concert. Cantou neste mesmo concerto em homenagem ao Freddie Mercury, a música Bohemian Rhapsody, junto com Axl Rose e os integrantes restantes do Queen.

Em 2007, Elton John comemorou o seu aniversário de 60 anos realizando o seu sexagésimo espectáculo no Madison Square Garden, em Nova Iorque. O discurso de abertura do espectáculo foi feito pelo ex-presidente dos Estados Unidos da América, Bill Clinton.

A grande novidade para 2016 é também o regresso de Elton John aos estúdios para gravar aquele que será o seu 33º álbum – “WONDERFUL CRAZY NIGHT”, disponível em todo o mundo no dia 05 de Fevereiro de 2016. O álbum foi co-produzido por Elton e T-Bone Burnett .

Mais Informação: Visit http://www.eltonjohn.com/
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TOM ODELL, FOY VANCE e BETH ORTON no FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14 e 16 JULHO//  PALCO MEO
TOM ODELL, FOY VANCE e BETH ORTON são as mais recentes confirmações para o festival MEO MARÉS VIVAS 2016, no dia 14 de Julho é a vez de Foy Vance e no dia 16 de Julho Tom Odell e Beth Orton.

O cantor e compositor britânico Tom Odell, sobe ao palco MEO no dia 16 de Julho – considerado uma das maiores revelações musicais europeias. A sua sonoridade à base de pianos cheios de soul, é influenciado por artistas como Elton John, David Bowie, Cat Power e Leonard Cohen.

Em 2012 Tom Odell lançou o EP “Songs From Another Love” e recebeu o Brit Critic´s Choice Award.

Foy Vance, cantor e compositor irlandês, nasceu em Bangor County Down e desenvolveu a sua música viajando pela América durante a sua juventude, estando profundamente enraizado na história musical e estética do sul dos EUA. Quando Vance se estabeleceu na Irlanda em 2007, começou a trabalhar no seu álbum de estreia, “Hope”.

Vance, aclamado pela crítica, fãs e colegas, assinou recentemente com a editora de Ed Sheeran - Gingerbread Man Records - e foi convidado para participar em tours mundiais de vários artistas como Bonnie Raitt, Marcus Foster, Snow Patrol, Ed Sheeran e Sir Elton John, que também irá atuar no MEO Marés Vivas.

Vance encontra-se atualmente a gravar o seu álbum de estreia para a nova editora no lendário Blackbird Studios em Nashville, com o talentoso produtor Jacquire King que trabalhou com artistas como Tom Waits, Norah Jones, James Bay, Kings of Leon e Of Monsters and Men. O cantor irá lançar o seu novo álbum na primavera de 2016, e irá apresenta-lo no MEO Marés Vivas a 14 de Julho.

Beth Orton, a cantora e compositora inglesa, vencedora de um BRIT Award sobe ao Palco MEO dia 16 de Julho.

Depois de se ter mudado para a Califórnia há alguns anos atrás, Beth começou a experimentar uma série de loops eletrónicos que acabaria por se tornar no álbum que a definiu enquanto artista. Um álbum inspirado tanto pela natureza de Los Angeles como pelo espírito das primeiras gravações de Beth.

Beth Orton tem sido uma das vozes mais originais e cativantes da música nas duas últimas décadas, estando atualmente a trabalhar no seu próximo álbum “Kidsticks”. Co-produzido por Beth e Andrew Hung (Fuck Buttons), “Kidsticks” reformula a inconfundível voz de Beth em dez canções puras, audaciosas, lúdicas e cinéticas. O álbum representa uma rara oportunidade de ouvir uma artista estabelecida a reformular o seu processo de composição de mente aberta. “Kidsticks” assume um olhar perante o passado de Beth, enquanto encara com confiança um futuro brilhante. O lançamento está previsto para a primavera de 2016

Mais Informações artistas:
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Rui Veloso Thumb
RUI VELOSO – 35 ANOS DE CARREIRA
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13 DE FEVEREIRO – PAVILHÃO MULTIUSOS - GUIMARÃES
Na comemoração dos seus 35 anos de carreira, Rui Veloso sobe ao palco do Pavilhão Multiusos em Guimarães, no dia 13 de Fevereiro, para um grande concerto.

São trinta e cinco anos de carreira, que prometem uma noite e um concerto únicos, onde o músico irá revisitar os mais importantes temas que marcaram várias gerações – “Não há estrelas no céu”, “Chico Fininho”, “Jura”, “Porto Covo” e “Nunca me esqueci de ti” – são alguns dos temas que se poderão ouvir neste concerto tão especial.

Rui Veloso, que se iniciou na música com apenas seis anos de idade, lançou o seu disco de estreia, “Ar de Rock”, aos 23 anos. Temas como “Chico Fininho”, um dos maiores sucessos da obra de Rui Veloso e do letrista Carlos Tê, foram algumas das razões para este ter sido considerado um dos melhores 50 álbuns portugueses das últimas quatro décadas, pela reconhecida revista de música Blitz.

Com Rui Veloso começa-se finalmente a falar do rock português. O músico que elevou o rock nacional, cruzou o palco com alguns dos mais galardoados nomes da música internacional, B.B.King, Gilberto Gil, Lenine, no projecto Rio Grande (com Tim, Vitorino, João Gil e Jorge Palma), entre muitos outros.

É também nesse ano que se comemora os 25 anos do disco “Mingos e os Samurais”, o álbum mais galardoado na música portuguesa, que trouxe êxitos como “Não há estrelas no Céu” e “ A Paixão (Segundo Nicolau da Viola)”. O quinto registo de originais do músico recebeu sete discos de platina, passando a ser o álbum de artistas portugueses mais galardoado de sempre.

É já em 2016 que iremos receber o músico a Norte, para uma noite de grandes comemorações, dia 13 de Fevereiro no Pavilhão Multiusos de Guimarães.

http://www.ruiveloso.com.pt/
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