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DAVID GUETTA
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19 de Julho 2013 | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia

Considerado em todo o mundo um dos melhores DJ´s da actualidade, DAVID GUETTA sobe ao palco principal do MEO MARÉS VIVAS no dia 19 de Julho para um momento extraordinário e triunfal.

Entre confettis, fogo-de-artifício e muito fumo espera-se um momento de muita festa e de muita emoção.

O DJ e produtor francês, cresceu na cidade de Paris e desde muito cedo desenvolveu a sua paixão pela música, com apenas 13 anos já fazia remisturas dos seus vinis originais. Demasiado precoce ou não, aos 14 anos organizava algumas festas e mais tarde torna-se pioneiro do estilo “French House”, mas só inicia verdadeiramente a sua carreira aos 17 anos.

Cria a Gum Productions juntamente com Joachim Garraud e nessa mesma época produzem o 1º single “Just a Little More Love” com Chris Willis. O álbum de estreia só é lançado em 2002 pela Virgin Records e vendeu mais de 250.000 cópias. Segue os hit singles “Love Don´t Let me Go” e “Give Me Something”.

Dono de um estilo Club House/Dance, no ano de 2004 lança mais uma das suas glórias: “Guetta Blaster” que continha um dos maiores êxitos de sempre e que ocupou em todo o mundo o top dos top ´s: “The World is Mine”, uma parceria com o DJ Davis.

Só em 2007 volta a lançar álbum novo, o terceiro da sua carreira – “Pop Life” que foi muito bem-sucedido em toda a Europa e o single “Love is Gone” conquista o nº 1 no “American Dance Chart”.

Em 2009 lança o 4º álbum “One Love” e o 1º single “When Love Takes Over” que contou com a participação de Kelly Rowland e alcançou o primeiro lugar no Reino Unido, sendo líder em muitos outros países de todo o mundo. Assim como o segundo single do álbum: “Sexy Bitch” com Akon que foi outro estrondoso sucesso.

Brilhou ainda ao lado de Estelle com “One Love”, com Kid Cudi em “Memories”, “Gettin Over” com Chris Willis, Fergie e LMFAO logo depois. Este álbum vendeu mais de 3 milhões de cópias em todo o mundo. Lançando ainda “Who´s That Chick?” com Rihanna.

O quinto álbum só seria lançado em Agosto de 2011: “Nothing But the Beat”. Com uma forte inspiração em bandas de rock como Kings of Leon e Coldplay, o Dj francês adicionou estas influências às suas produções – “Where Them Girls At” com Nicki Minaj e Flo Rida foi um êxito mundialmente, “Little Bad Girl” com Taio Cruz e ainda “Without You” com Usher.

Lança ainda para promover este último álbum “Nothing But the Beat” três singles promocionais: “Titanium” com Sia, “Lunar” com Afro Jack e “Night of Your Life” com Jennifer Hudson e ainda “Sweat” com Snoop Dogg.

Com uma carreira recheada de grandes êxitos, David Guetta já produziu remixes importantes para outros artistas como Moby, Benny Benassi, Deep Dish entre tantos outros.

E no dia 19 de Julho o MEO MARÉS VIVAS espera uma noite triunfal ao som de um dos melhores e mais acarinhados DJ´s do mundo: DAVID GUETTA – um momento que ficará na história do nosso festival.

Sites Oficiais:

http://www.davidguetta.com/

http://www.myspace.com/davidguetta

https://www.facebook.com/DavidGuetta

https://twitter.com/davidguetta


BEWARE OF DARKNESS // ORELHA NEGRA // VIRGEM SUTA

Beware of Darkness são uma jovem e promissora banda americana de rock alternativo, composta por três membros. O grupo formou-se no ano de 2010, mas só no próximo mês de Maio irão lançar o primeiro álbum “Ortodoxa” nos EUA. Abrem o palco MEO no dia 18 de Julho.

Orelha Negra abre o palco MEO no dia 19 de Julho e estão prontos a mostrar ao público festivaleiro que a experiencia individual e um objectivo comum é o lema que os une. A capacidade de transformarem as suas influências num som novo e único é o desafio. Os Orelha Negra são o resultado de várias peças de um quebra-cabeças. Em cada peça a história da música, as raízes da música negra como o jazz, soul, funk, groove ou hip-hop e ainda a cultura portuguesa representada por músicos de renome. Espera-nos um concerto muito especial.

Virgem Suta no MEO MARÉS VIVAS, no último dia do festival a 20 de Julho. Uma dupla natural de Beja e que até alcançarem o vislumbre tivera de percorrer tantas vezes Portugal de Norte a Sul e apenas com duas guitarras, voz e a quase ousadia de uma mão cheia de canções. Os Virgem Suta transpiram portugalidade e assumem-no.

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PALCO SANTA CASA APOIA A MÚSICA NACIONAL
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18, 19 e 20 de Julho | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se pelo segundo ano ao Festival Meo Marés Vivas e apoia uma vez mais a cultura e a música nacional. 

Para a SCML “a música é um meio privilegiado de ligação dos valores da marca a um target mais jovem (…) ” e na edição de 2013 do Meo Marés Vivas vai dar nome a um palco do festival: PALCO SANTA CASA

Um palco que será inteiramente dedicado à música e à cultura portuguesa. A artistas como RUI VELOSO, ORELHA NEGRA, VIRGEM SUTA e WE TRUST, já anunciados para a edição deste ano, anunciamos também aos restantes nomes que irão compor a participação nacional no Meo Marés Vivas: 

E sobem ao palco Santa Casa no dia 18 de Julho, os THE GLOCKEWISE – para eles o rock´n´roll cru é o bastião da sua música transgeracional. Depois do álbum de estreia “Building Waves”, de 2011 a banda portuguesa de Rafa, Fiusa, Cris e Nuno lançaram o segundo trabalho em Maio, intitulado “Leeches”. 

Os The Glockewise andaram a partilhar palcos com nomes grandiosos da esfera musical, cá dentro e além-fronteiras, e isso nota-se em “Leeches”. Os temas das letras da banda de Barcelos mudaram e a sua musicalidade apurou-se, conseguindo a proeza de se reinventarem mantendo-se fiéis a si mesmos. O álbum promete um regresso às origens – a fusão do caos carismático dos Black Lips com a robustez dos Stooges, embebida na adrenalina dos MC5. Outra das influências do novo disco são os lendários Beatles. A banda confessa ter devorado a discografia da mítica banda de Liverpool de uma ponta a outra. 

E no mesmo dia o palco Santa Casa recebe THROES + THE SHINE: Igor Domingues e Marco Castro são os THROES. As suas músicas, além das suas vozes, incluem uma bateria, uma guitarra e um piano. Os seus riffs provocadores chegam-nos do Porto e depressa se infiltram no espirito de qualquer um. Os THE SHINE são compostos por André do Poster e Diron Romão, que partilham a voz das suas canções. O seu estilo encontra-se no Kuduro, vindo de Angola, de onde são originários. 

Certo dia conheceram-se e decidiram unir os dois estilos. O resultado é um cocktail explosivo de ritmos fortemente dançáveis e um dos projectos mais frenéticos e electrizantes que Portugal já conheceu. O álbum “Rockuduro” lançado no passado mês de Maio, trouxe exactamente aquilo que promovem: a criação sólida e firme do Rockuduro, um estilo de música inovador que parece despertar já vontade a outros músicos de seguir esta vertente. 

No segundo dia do MEO MARÉS VIVAS, a 19 de Julho, o Palco Santa Casa dá as boas vindas a MÁRCIA: nasceu em Lisboa, a 19 de Fevereiro de 1982. Com 12 anos, começou a meter as mãos na música. Às escondidas, punha-se a tocar e a experimentar sons na guitarra de 12 cordas do irmão. Quando tinha 18 anos deu o passo seguinte. O namorado de uma amiga tinha uma banda que precisava de uma vocalista. Ela, na audição, cantou temas de Tracy Chapman e convenceu os restantes membros. Nessa altura ainda escrevia e cantava em inglês. Mais tarde, durante o seu curso de Belas-Artes, esteve em França para um semestre do programa Erasmus. Há emoções que só sabemos dizer em português. Márcia sentiu a falta da sua língua e o inglês deixou de ter lugar nos versos que iam rabiscando. Findos os estudos a música agarrou-a de vez. Estreou-se em 2009 com um EP de cinco temas e chamava-se apenas “Márcia”. O segundo, “Dá”, saiu em 2010 e foi reeditado em 2011. Foi com essa reedição em mente que surgiu o desafio a JP Simões para estender a letra de ‘A pele que há em mim’ – que já estava gravado no EP – e fazerem uma gravação a dois. Depois da maternidade, Márcia lançou um novo disco em 2012, chama-se “Casulo”. Com as canções deste disco Márcia criou uma realidade alternativa e fez da sua música um escudo protector da difícil realidade que vive o país e a Europa. É o seu “Casulo”. 

Também a 19 de Julho foram convidados os THE HAPPY MESS: “Dizem-nos muitas vezes que estamos a surfar esta nova vaga da música portuguesa... mas às tantas andamos só enrolados na nossa própria onda. Caminhamos para o segundo ano de vida e se é para catalogar... sentimo-nos bem no universo Indie, com indisfarçáveis referências a tudo o que mexe. Queremos sobretudo criar música, fugindo deliberadamente a preconceitos e ideias feitas.” É assim que se apresentam os The Happy Mess, que são Gaspar Borges, que é 

também publicitário e que forma a banda com o pivot da Sic Notícias Miguel Ribeiro, o psicólogo Rui Costa, a arquitecta e bailarina Joana Duarte, o estudante de arquitectura paisagística João Pascoal e Tim, o único membro que é músico de profissão. Tudo começou por um projecto de amigos quando eram adolescentes, depois voltaram-se a juntar há cerca de dois anos e meio e perceberam que fazia sentido, que ainda havia espaço! Trabalharam no material que já tinham, dando uma “nova roupagem às músicas”, criaram novas canções, e no ano passado editaram o EP “October Sessions”, que lhes valeu o convite para o festival do Meco. Apesar de tudo a banda não estava à espera, mas entendeu que a partir daí o projecto era para ser levado a sério. Em 2012 a banda acabaria por lançar também o seu primeiro single “Morning Sun”, produzido pelo Fred, dos Orelha Negra e dos Buraka Som Sistema. Ainda sem um álbum lançado, os The Happy Mess têm já um lugar na música portuguesa e prometem mais para breve! 

A 20 de Julho o Palco Santa Casa recebe os ULTRALEVE: “Em Busca da Canção Pop Perfeita” poderia muito bem ser o título do álbum de estreia dos Ultraleve, o colectivo que reúne Nuno Figueiredo (Virgem Suta) e Bruno Vasconcelos (Pinto Ferreira). Escolheram “Ultraleve” e percebe-se porquê. Afinal, se o desiderato existia, ele foi alcançado! Não uma vez, nem duas, nem três, mas na totalidade dos dez temas que compõem o seu disco debutante. Dez canções repletas de cânones, dos bons, daqueles que nos habituámos a associar às “canções pop perfeitas”. Se “A Chata”, o primeiro single, agitou a crítica e o público, o restante elenco de canções que compõem “Ultraleve” é um forte abanão, impossível de contrariar. Uma irresistível vontade de bater o pé, gingar o corpo e cantar os refrões destas pérolas coloridas (afinal existem) que os Ultraleve nos trouxeram para animar 2013. “Cabeça No Ar”, “O Fim Do Mundo” ou “Super-Heróis”, são alguns dos temas que em palco ganham uma nova dimensão sonora reforçada pela partilha singular que os Ultraleve conseguem junto do público. Afinal, Nuno Figueiredo e Bruno Vasconcelos, aventureiros experimentados nas lides de palco, souberam o que adicionar às canções dos Ultraleve - uma banda competentemente criativa; e versões inesperadas e surpreendentes de temas que povoam a nossa memória musical. Nas palavras de Nuno Markl, ”Os Ultraleve não só chegaram ao topo do Everest, como estão lá em cima a dar um concerto. Ou mesmo a fazer todo um festival. Está aqui o disco do Verão. E como isto das estações anda incerto - “são as coisas que eles mandam lá para cima”, diria uma vizinha que tive - mais vale convencionar-se que Verão será sempre que se puser os Ultraleve a tocar.” 

Outro dos artistas que vai subir ao palco Santa Casa no último dia do festival é MARTA REN: Uma das mais carismáticas vozes da nova música portuguesa. Fundadora dos Sloopy Joe, saudosa banda de culto portuense, que explorou, como ninguém entre nós, os territórios jamaicanos, partindo do ska, do Reggae e do Dub para nos dar uma visão extremamente original da música a que chamamos do mundo, Marta Ren fez ainda parte dos desconcertantes Bombazines e do colectivo Movimento, antes de se lançar, em definitivo, numa carreira em nome próprio. 

Depois de, através das inúmeras colaborações que assinou no universo do Hip Hop, dos Dealema a Sam the Kid, passando por New Max, NBC ou Link, se ter afirmado como uma das grandes vocalistas Soul nacionais e de ter dado dezenas de memoráveis concertos com os Funkalicious, banda que liderou e que se dedicava à recuperação dos grandes clássicos Funk dos anos 60 e 70, Marta Ren decide investir na sua grande paixão por estes grandes géneros da música negra. Neste momento encontra-se a trabalhar no seu álbum de estreia a solo e, enquanto esse tão aguardado disco não chega às lojas, oferece-nos o single de apresentação do seu novo projecto. “Summer ´s gone” é uma grande canção soul, com um leve sabor Rocksteady, foi produzida por New Max e mostra-nos Marta Ren na plenitude da sua espantosa capacidade vocal, acompanhada por uma banda coesa e com um gosto irrepreensível, com a qual se prepara para invadir os palcos e dar muito que falar.

PALCO SANTA CASA COM A MÚSICA NACIONAL 

RUI VELOSO. ORELHA NEGRA. VIRGEM SUTA. WE TRUST. THE GLOCKEWISE. TRHOES + THE SHINE. MARCIA. THE HAPPY MESS. ULTRALEVE. MARTA REN. 


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MEO MARÉS VIVAS ESGOTADO DIA 20 JULHO
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18, 19 e 20 de Julho | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia

A um dia do início do festival Meo Marés Vivas 2013 informamos que o 3º dia do festival está já esgotado.

Já não estão disponíveis para venda os bilhetes para 21 de Julho, onde os Thirty Seconds to Mars são cabeça-de-cartaz.

 Anunciamos ainda que os passes de três dias para o festival que decorre no Cabedelo em Vila Nova de Gaia também já esgotaram, estando apenas disponível para venda os bilhetes diários para os dias 18 e 19.

A 11ª edição do Meo Marés Vivas apresenta para esta edição um cartaz único e surpreendente. 

Grandes artistas no maior festival do Norte. 

Um evento que espera atingir as 25.000 pessoas por noite.

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THE SMASHING PUMPKINS
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18 de Julho | Praia do Cabedelo | Vila Nova de Gaia

E a mais recente confirmação para a edição de 2013 do Festival Marés Vivas são os norte americanos The Smashing Pumpkins.

Pela primeira vez no Porto, irão subir ao palco principal do Marés Vivas no dia 18 de Julho (1º dia do festival) para um concerto memorável, com a energia de outrora e o rock sonhador de tempos passados. A banda de Billy Corgan, Jeff Schroeder, Mike Byrne e Nicole Fiorentino irão apresentar o seu mais recente álbum “Oceania”, mas o repertório misturará ainda clássicos do grupo.

Espera-se uma noite de puro rock que irá despoletar o êxtase entre o público com temas bem conhecidos: “Zero”, “1979”, “Bullet with Butterfly Wings” ou “Disarm”…. Mas olhando sempre para o futuro, os The Smashing Pumpkins trazem “Oceania” na bagagem e esperam o devido acompanhamento por parte do público.

Formados no ano de 1988 na cidade de Chicago, os The Smashing Pumpkins demoraram 3 anos a lançar o álbum de estreia “Gish”, mas esta demora valeu bem a pena: adorado e aplaudido pela crítica, conquistou o público e tornou-se um dos discos mais influentes do “Rock”.

Ganham o galardão de Platina (com 1 milhão de cópias vendidas) e em 1993 lançam o 2º álbum “Siamese Dream” que ultrapassa os 4 milhões de cópias. Mas foi em 1995 que atingiram o auge com “Melon Collie and the Infinite Madness” ultrapassando os 10 milhões de cópias vendidas. Regressaram em 2007 com o disco “Zeitgeist” e desde então mantiveram-se na vanguarda da música e tecnologia com várias versões online. Conquistaram ao longo dos anos inúmeros prémios pelo seu sucesso.

Com um passado brilhante e dourado, os The Smashing Pumpkins continuam com a mesma energia e o mesmo carisma e prometem arrasar no dia 18 de Julho no Festival Marés Vivas.

De álbum novo na bagagem, “Oceania” foi produzido por Corgan e Thorsrud Bjorn e mixado por David Bottrill. É caracterizado pela banda como sendo um álbum dentro de um álbum, e é esse novo álbum que irá continuar a mostrar ao mundo que os The Smashing Pumpkins continuam com a mesma capacidade de influenciar toda uma nova geração. Com novas tecnologias de mapeamento de vídeo criaram um espectáculo inteiramente novo e inédito, e que ninguém vai querer perder no dia 18 de Julho.

A certeza é só uma: uma banda de culto que definiu a era da música alternativa e continua ainda viva nas rádios, na internet e sobretudo na memória de milhões de fãs.

 

Sites oficiais:

www.smashingpumpkins.com

http://www.facebook.com/smashingpumpkins

http://twitter.com/smashingpumpkin

http://twitter.com/Billy

http://www.youtube.com/user/PumpkinsMediaMilitia

Preço e Locais de Venda dos Bilhetes:

Bilhete Diário: 30.00 eur

Passe 3 dias (18, 19 e 20 Julho): 50.00 eur

Preços até 14 de Fevereiro – Campanha Promocional

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

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UB 40 Agenda
UB40
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29 de Junho 2013

 

Com data marcada para os dias 28 e 29 de Junho, no Areinho de Oliveira do Douro, o FESTIVAL POSITIVE VIBES regressa para a sua segunda edição com um dos maiores clássicos do reggae: UB40.

A banda de reggae britânica UB40 vão actuar no dia 29 de Junho, e trinta anos depois, com mais de 50 milhões de álbuns vendidos tornaram-se grandes estrelas mundiais, considerados verdadeiras fontes de inspiração para todos os jovens.

Formaram-se no ano de 1978 em Moseley, Birmingham numa fila de segurança social britânica e o nome da banda saiu de um impresso de desemprego: Unemployment Benefit 40 (Benefício de Desemprego). Uma situação que nos é tão próxima nestes últimos tempos e que afecta tantos jovens e naquela época eram também 8 jovens: Robin e Ali Campbell, Earl Falconer, Michael Virtue, Brian Travers, Jim Brown, Norman Hassan e Terence Wilson.

Consolidaram a sua credibilidade abordando temas políticos que atraíam uma juventude insatisfeita, rebelde e interessada no movimento ska revivalista.

Surgem os primeiros convites para actuarem ao vivo e entram em digressão com os Pretenders, fazendo as primeiras partes dos seus concertos. O single “Food for Thought” chega às tabelas do Reino Unido em 1980 e desde aí vai-se mantendo nos tops. Os seus dois primeiros álbuns “Signing Off” (1980) e “Present Arms” (1981) atingem excelentes níveis de vendas e o público cada vez mais se vai identificando com a banda.

O cariz político colocado nas suas canções têm grande impacto, por exemplo, numa das suas canções “One in Ten” arrasa a política de emprego de Margaret Tatcher.

Em 1993 lançam “Labour of Love II” um álbum de versões de reggae que conquista o primeiro lugar no Reino Unido e entra para os tops americanos, do qual sai o sucesso “Red Wine” – um dos maiores ex-libris dos UB40.

No ano de 1988 tocam a “Red Wine” num concerto de tributo a Nelson Mandela e aí esta música volta a ganhar um novo impulso e volta novamente aos tops. Continuam o seu percurso e lançam mais sucessos como “The Way You Do the Thing You Do” e “Here I am”.

Nesta época já tinham abandonado a sua posição de esquerda e estavam claramente mais focados em melhorar os seus clássicos de reggae. Com “Promisses and Lies” (1993) chegam ao nº1 na Grã-Bretanha e conquistam o 6º lugar nos EUA.

Segue-se “Guns in the Ghetto” (1997) e aí reafirmam o seu emprenho na música reggae com o “UB40 Present the Dancehall Album” (1998) numa colaboração com conhecidos artistas jamaicanos.

O grupo de oito amigos de infância continua unido e lançam no ano de 2001 um novo álbum de estúdio “Cover Up” e dessa forma assinalam o 21º aniversário de “Signing Off”. Recebem no ano de 2003 o prémio Ivor Novello e o 22º álbum da banda “Homegrown” inclui “Swing Low” – a música oficial da equipa inglesa de rugby no Campeonato do Mundo de Rugby em 2003, na Austrália.

Com um percurso invejável, os UB40 são sinónimo de sucesso e são também verdadeiras fontes de inspiração, inspirando diferentes gerações ao longo do tempo.

 Donos de álbuns memoráveis, irão actuar no dia 29 de Junho no Positive Vibes e inspirar uma nova geração e relembrar os grandes hits a uma outra.

Sites Oficiais:

http://www.ub40.co.uk/

http://www.myspace.com/ub40

https://www.facebook.com/ub40official

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richie2
RICHIE CAMPBELL
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29 de Junho 2013

E já no dia 29 de Junho estamos prontos para receber novamente o extraordinário Richie Campbell

Embora muito jovem, Richie Campbell tem já uma carreira de respeito e é o nome maior da cena Reggae nacional.

Tudo começou em 2004, quando se iniciou como vocalista dos Stepacide. A Soul e o Reggae corriam-lhe nas veias, não tivesse ele crescido numa casa onde discos de gente como Stevie Wonder, Otis Redding ou Bob Marley tocavam constantemente, o que não é vulgar entre nós. 

Em 2009 sentiu-se finalmente preparado para arrancar a sua carreira a solo e desde aí não parou. Tem esgotado salas de norte a sul do país. Fez uma tour na Alemanha onde actuou com nomes chave do Soudsystem internacional como Soundquake, Supersonic e Kanga Roots. Gravou com Kymani Marley, filho de Bob Marley, o tema “911”, nome da sua excelente banda de suporte – The 911 Band. Atingiu o top de vendas da Soundquake, especialista do género e líder de vendas de Regaee em vinil. Foi convidado a editar um EP na série Optimus Discos, além de “911” nos oferece hinos como “Blame It On Me” e “Missing You”. E estreou-se em álbum, em Junho de 2010, com “My Path”, disco que ofereceu na internet, que ultrapassou os 35.000 downloads e que nos deu clássicos instantâneos como “Everytime I Cry”.

Em 2011, com a sua carreira mais do que consolidada entre nós, dá nas vistas na Europa. Faz uma tour europeia, de 24 datas, com Anthony B fazendo chegar o seu imenso talento a países como Itália, França, Holanda, Espanha, Polónia, Áustria, Bélgica e República Checa, ao mesmo tempo que por cá abre o concerto de Nas & Damien Marley no Pavilhão Atlântico.

O single “That´s How We Roll”, que é acompanhado por um deslumbrante vídeoclip, filmado em dois dos bairros mais problemáticos de Kingston. Este seu tão aguardado novo disco foi gravado em Berlim, Miami e Portugal e conta com a produção de nomes como Big Finga (produtor e baterista dos Gentleman), Lil Boy Fresh (produtor de Anthony B) e Jason Farmer (produtor de Sean Paul & Estelle e de Kymani Marley).

«Focused» é o nome do novo trabalho do músico, «That’s How We Roll» e «Love Is An Addiction» são os primeiros temas a ser retirados do álbum que conta com influências do soul, dancehall e hip-hop, «sempre com o reggae em primeiro plano».

Sites Oficiais:

https://www.facebook.com/RichieCampbellOfficial

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2ª EDIÇÃO FESTIVAL POSITIVE VIBES | Destaque
2ª EDIÇÃO FESTIVAL POSITIVE VIBES
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28 e 29 de Junho | Areinho de Oliveira do Douro em Vila Nova de Gaia
Com data marcada para os dias 28 e 29 de Junho, o Areinho de Oliveira do Douro em Vila Nova de Gaia, irá receber pelo segundo ano o Festival Positive Vibes – um festival onde prevalecem as vibrações positivas.

A CM Gaia já nos habituou a emoções, experiências e eventos de sucesso. O Festival Positive Vibes continua a ser um evento diferente, personalizado, colorido, alternativo… mas abrangente.

Com um cenário e paisagem tranquilos, o Areinho de Oliveira do Douro oferece uma extraordinária vista para a Marginal do Porto e suas pontes. O Festival Positive Vibes é um evento capaz de proporcionar aos seus visitantes momentos únicos e inesquecíveis.

Naquela que é a 2ª Edição - o Festival Positive Vibes contará com um dois dias de muita música, boa onda e animação!

Com capacidade para 15.000 pessoas por dia, o recinto do festival manter-se-á na margem esquerda do Rio Douro, enquadrado numa paisagem que, todos consideram … maravilhosa!  

NOMES CONFIRMADOS:

UB 40
BEZEGOL
RICHIE CAMPBELL
EXPENSIVE SOUL
MILLION STYLEZ
POW POW MOVEMENT
DENGAZ
XIBATA & CELEBRATION SOUND
SKALIBANS
DIRTY SKANKBEATS
CHAPA DUX 
AYO
GENERAL LEVY
JIMMY P


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2ª EDIÇÃO FESTIVAL POSITIVE VIBES | novas bandas
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28 e 29 de Junho | Areinho de Oliveira do Douro em Vila Nova de Gaia
Com data marcada para os dias 28 e 29 de Junho, o amplo areinho de Oliveira do Douro em Vila Nova de Gaia, irá receber pelo segundo ano o Festival Positive Vibes – um festival onde prevalecem as vibrações positivas.

A CM Gaia já nos habituou a emoções, experiências e eventos de sucesso. O Festival Positive Vibes continua a ser um evento diferente, personalizado, colorido, alternativo… mas abrangente.

Com um cenário e paisagem tranquilos, o areinho de Oliveira do Douro oferece uma extraordinária vista para a Marginal do Porto e suas pontes. O Festival Positive Vibes é um evento capaz de proporcionar aos seus visitantes momentos únicos e inesquecíveis.

O Festival Positive Vibes irá decorrer nos dias 28 e 29 Junho 2013, no Areinho Oliveira do Douro – Vila Nova de Gaia. 

NOVAS BANDAS CONFIRMADAS
 
AYO
O festival Positive Vibes orgulha-se de confirmar AYO no Palco principal, no dia 28 de Junho.
Bastou a edição do seu primeiro single, “Down On My Knees”, que chegou ao topo das tabelas, em 2006, para que a melodia fresca e poderosa de Ayo conquistasse de imediato o coração do público. Nascida na Alemanha, de origem nigeriana, Joy Olasumibo Ogunmakin renasceu, em termos musicais, em França, alcançando notoriedade instantânea como Ayo. Ao combinar de forma tranquila as suas heranças distintas com influências musicais tão diversas quanto Bob Marley ou Donny Hathaway, Ayo foi imediatamente reconhecida como uma das mais únicas artistas do século XXI. 
Depois de passar os primeiros dois anos da sua vida na Nigéria, enquanto o pai tentava reencontrar-se com as suas raízes, Ayo regressou à Alemanha, onde foi criada. Os problemas de dependência da sua mãe levaram a pequena Ayo a passar vários anos em famílias de acolhimento – mesmo assim, recorda a sua infância sobretudo como um período feliz, não sentindo sequer que tenha ficado com mais cicatrizes do que seria normal.
Aos treze anos, escreve as primeiras canções, quando, supostamente, devia dedicar o seu tempo ao estudo de composição clássica. O seu talento foi descoberto por um colectivo de produtores pop, que a contrataram para uma girls-band de curta carreira. Depois de abandonar o grupo, mudou-se para Hamburgo, no início de 2000: é aí que grava, com o seu melhor amigo, a primeira versão de “Down On My Knees”, usando um armário como estúdio… Durante a gravação, disse ao amigo que, um dia, aquela canção seria o primeiro single do seu álbum: em 2006, a profecia tornou-se realidade, com a edição de Joyful. O seu primeiro registo, composto por doze canções, vendeu mais de 400 mil cópias – um número realmente impressionante para um disco que demorou apenas cinco dias a ficar pronto.
Ayo escolheu os estúdios Compass Point, em Nassau, nas Bahamas, para a gravação do do segundo álbum, Gravity At Last. À semelhança do que acontecera com a sua estreia, co-produziu o disco com Jay Newland, contando com Larry Campbell na guitarra e Lucky Peterson nos teclados. “Passei de azul claro para azul escuro. Jean-Philippe, com quem assinei contrato e que sempre acreditou em mim, ligou-me, quando eu estava a viajar pelos Estados Unidos, e disse-me que o álbum estava em número um desde o primeiro dia – apesar de ter saído exactamente na mesma altura que o novo álbum de um importante artista francês. Eu estava sentada no meu quarto de hotel, a ver o meu filme preferido, Forrest Gump, e desatei a chorar!”, recorda.
A fama e o reconhecimento tinham acabado de bater à sua porta e Ayo não ia deixar a oportunidade passar-lhe ao lado. Não comprou um Mercedes Benz novinho em folha. Tornou-se embaixadora da Unicef.  
Para o muito aguardado terceiro álbum, Ayo tirou partido dos longos meses passados em digressão, começando a compor enquanto ainda estava na estrada. No entanto, durante uma viagem de Paris para Los Angeles, uma gravidez ectópica levou-a a correr risco de vida: durante a recuperação, e bastante frágil, chegou a pensar abandonar o mundo da música; regressou a Berlim e comprou um piano. “Depois, passei dois meses na Jamaica, de férias. Quando voltei, estava grávida!” Com a chegada das boas novas, regressou também a inspiração, que deu origem a um novo disco – que viria a partilhar o nome com a sua filha, Billie-Eve. Mais complexo e rico que os primeiros dois registos, este é um álbum de canções emocionalmente poderosas, enriquecidas pelo talento de alguns convidados de prestígio.
“Tinha decidido gravar em Nova Iorque e tínhamos dois estúdios à escolha, o Avatar e o Sear Sounds – acabei por escolher o último, por ser mais confortável, claro, mas sobretudo por estar carregado de boas vibrações. Queria ter à minha volta uma equipa pequena e coesa, que me permitisse alcançar um espírito de regresso às origens: por isso, fui eu que produzi as canções e convidei para trabalhar comigo a Gail-Ann Dorsey (baixista do David Bowie), o Craig Ross (guitarrista do Lenny Kravitz) e o Flemming Lauritsen (um baterista old-school com um estilo na mesma linha dos Band of Gypsys). As gravações, em Nova Iorque, duraram cinco dias, exactamente o mesmo que tinha acontecido com os primeiros dois discos. Depois, passei mais quatro dias num estúdio em Paris, com dois dos músicos que habitualmente me acompanham em digressão, a gravar outras quatro canções, entre as quais ‘It Hurts’ e ‘Real Love’, com M na guitarra”. 
Musicalmente, este é um álbum de enorme diversidade, passando do reggae ao rock psicadélico, abraçando os blues e entregando-se a uma soul intensa – tudo isto acompanhado pelas letras mais poderosas e penetrantes que Ayo alguma vez escreveu. Cada canção lida com emoções profundas, expostas de coração totalmente aberto. “Julia”, a história verdadeira e desoladora de uma criança vítima de cancro incurável, é o pico emocional de um álbum que percorre graciosamente uma imensa variedade de sentimentos. O poeta Saul Williams, o único convidado vocal, traz um toque muito pessoal ao spoken-word de “Believe”, que encontra Ayo na guitarra eléctrica. Não importa se interpreta uma versão de “I Want You Back”, dos Jackson Five, ou se louva a beleza feminina, em “I’m Gonna Dance”: Ayo tem uma forma única e hipnotizante de encantar as palavras, tornando-as pérolas musicais feitas à sua medida. Alma e magia. “Acredito que cada um de nós tem uma razão para estar na Terra, que está tudo escrito. Tive a sorte de poder viver o meu sonho e conhecer as pessoas certas que me ajudaram a concretizá-lo. Posso ser mal interpretada por dizê-lo mas eu sempre soube que tinha nascido para ser artista”, confessa.
O título, Billie-Eve, é um jogo com a palavra “Believe” (acreditar) e é também o nome da sua filha. Este novo álbum transmite o mais sincero e elegante movimento de uma artista determinada a nunca parar de evoluir. Como a própria Ayo explica, “este terceiro disco vai mais directo ao assunto, de alguma forma é mais seco, mais simples. Tem um certo espírito rock por causa da guitarra eléctrica: ao contrário do que aconteceu nos meus dois álbuns anteriores, desta vez, toquei muito pouco guitarra acústica. Sei que é habitual dizer-se que o nosso primeiro disco é, e será sempre, o mais importante – mas, para mim, este é o meu disco mais importante. Billie-Eve abriu-me novas portas, foi produzido por mim e eu estou muito orgulhosa dele”.
Longe de qualquer ditadura de moda, livre de qualquer vedetismo ou postura de diva, Ayo destaca-se por ser uma artista verdadeiramente universal, uma cantora de coração honesto e dona de uma sinceridade desarmante. 

http://www.ayomusic.com/?page_id=2&lang=en
https://www.facebook.com/AyoMusicOfficial
http://www.myspace.com/ayo


GENERAL LEVY
O fenómeno General Levy é outra das confirmações para o Festival Positive Vibes, no dia 28 de Junho.
O momento é de festa, por isso nada melhor do que uma verdadeira performance em palco com o autor de uma série de majestosos hits: “Incredible”, “Jah Jah Bless”, “Professional Ganja Smoker”, “Choo Choo Train” entre muitos outros.
General Levy conquistou o público e a crítica ao ser considerado o melhor cantor britânico pelos Black Music Awards, melhor álbum com “Wickeder General”, várias vezes “melhor single”, 3 globos de ouro e a incontornável vibração do público em cada actuação um pouco por todo o mundo nos últimos 20 anos.
O “Incredible General” está de volta e desta vez no Festival Positive Vibes em Gaia para um concerto electrizante.

http://www.youtube.com/watch?v=gpJDZhgEIU8
http://www.youtube.com/watch?v=tbO3VhPLGOw


JIMMY P
Jimmy P actua no dia 28 de Junho no palco principal do Positive Vibes.
Joel Plácido, Jimmy P. para a Música... Nasceu em Lisboa e é filho de pais angolanos. Tem na personalidade e na alma a típica força africana. 
Sendo o seu pai Jorge Plácido (antiga glória internacional do futebol português), Jimmy sempre vivenciou culturas diferentes, facto que só enriquece o seu conhecimento e influencia na elaboração do seu trabalho musical. 
Com apenas 3 anos de idade foi viver para França; o seu pai iria representar o Racing Paris. Esteve na cidade luz apenas um ano, aos 4 volta para Portugal, mas desta vez para a cidade invicta; o seu pai viria jogar para o Futebol Clube do Porto (épocas onde brilhou a mais alta altura), tendo sido, inclusive, campeão europeu de clubes. 
Com 8 anos volta para França, onde o seu pai, desta feita, iria representar o US Lusitanos; permaneceu lá até aos 16. Com essa mesma idade, regressa a Portugal e novamente para o Porto, onde se enraíza. 
É nessa altura que Jimmy começa a dar os primeiros passos na música. Trazendo de França o gosto e o hábito de ouvir Rap, e intitulando-se de "Supremo G", começa a escrever as suas primeiras letras, passando para o papel as suas vivências, a forma como vê o mundo, ideias e ideais. 
Aos 19 anos participa no primeiro álbum (de nome "B.I.") duma das bandas de maior nome no panorama musical português da actualidade - os Expensive Soul. Na música "Dá-me o Teu Groove" e rimando em francês, Jimmy tem a sua maior experiência musical até então. 
Em 2005, com o grupo Crewcial (Jimmy P., P.A.Z. e DiggyKappa) é lançado o álbum "Ombuto - A Semente". Com uma aceitação incrível, não só dos fãs, mas também de todo o movimento do Hip-Hop, é a partir dessa altura que Jimmy começou a acreditar, ainda mais, no seu potencial e que poderia chegar muito longe. 
Estava, decididamente, destinado a brilhar nos palcos e não nos campos de futebol, ao contrário do seu pai... 
Depois de passar por um processo natural de maturação e crescimento musical (abordando uma grande variedade de temas, não se fixando apenas e só no "rap intervenção", como é tão comum nesta variante da musica), começa a desenvolver o seu trabalho a solo. O lançamento de alguns trabalhos como as Mixtapes "Ilegal Promo" e "Live On Stage" (com, respectivamente, 10000 e 15000 downloads em, aproximadamente, duas semanas cada uma) e mais recentemente o seu projecto mais íntimo, mais musical, mais completo e que melhor retracta e define Jimmy P. 
Actualmente - "Momento da Verdade", confirmam o seu estatuto como um dos artistas independentes mais ouvidos. Por outro lado, as colaborações e participações para que tem sido solicitado têm-no enriquecido e tornado num dos artistas mais badalados de há já algum tempo a esta parte. 
Tendo entrado, por exemplo, em projectos de renome como a colectânea "Rascunhos" (produzida por Conductor dos Buraka Som Sistema), ou as Mixtapes "De Volta ao Serviço" (Dj Cruzfader) e "Re-programação" (Dj Player); tendo vindo a colaborar com diversos artistas do panorama musical lusófono como os Expensive Soul (já citados), Valete, Dengaz (artista com quem lançou um dos seus mais recentes singles "Warrior" [produzido por Madkutz] e que conta com quase 200000 visualizações no youtube), Bezegol, Xibata, Damani Van Dúnem, Chullage, etc., tornam-no num dos músicos mais solicitados e referenciados. Actualmente e por se identificar com tantas influências musicais (Hip-Hop, Reggae, R&B, Soul, Funk), pode-se dizer que "Fusão" é o estilo musical que mais pratica e onde se sente mais à vontade. De momento, e em paralelo com os concertos/shows que tem vindo a realizar de norte a sul do país com o conjunto de seu próprio nome - Jimmy P. encontra-se em estúdio a trabalhar no segundo registo. 

https://www.facebook.com/OfficialJimmyP

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