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    RUI VELOSO
Quem gostaria de ver ao vivo em Portugal?

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GHOST + Guests
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15 de Abril | MEO Arena (Sala Tejo) | Lisboa
O Papa Emeritus III e os seus acólitos regressam a Portugal para uma atuação única em Lisboa... E a Páscoa, na capital, promete nunca mais ser a mesma.

Haverá melhor altura para uma “missa negra” que a reta final da Quaresma, a escassas horas de mais um Domingo da Ressurreição?

Enquanto lá fora, pelo país, se ultimam todos os preparativos para a principal celebração do ano cristão, na Sala Tejo, em Lisboa, os GHOST vão inverter o paradigma litúrgico, numa atuação que promete ficar cravada – a ferro e fogo – na memória da horda de devotos que, em de Novembro de 2015, esgotaram totalmente a lotação do Hard Club e do Paradise Garage, no Porto e em Lisboa, respetivamente.

Outra coisa não seria de esperar, de resto. Apresentados ao mundo como “um ministério de adoração ao Diabo, que – de forma a difundir um evangelho profano – decidiu usar o rock para atingir os seus objetivos”, a banda é, sem dúvida, uma das propostas mais entusiasmantes surgidos no universo da música pesada moderna no Séc. XXI. Seja em estúdio ou ao vivo, onde brilham como ninguém, ao longo dos últimos seis anos os músicos anónimos têm mostrado exatamente como deixar a sua marca ao combinarem de forma cuidadosamente coreografada uma forte componente teatral com a força contagiante de canções que, ao primeiro impacto, ficam coladas ao ouvido.

O resultado desta misteriosa alquimia transforma-se numa experiência memorável, que merece ser testemunhada ao vivo e a cores – preferencialmente de negro.

Vencedores de um Grammy e a vender o chifrudo às massas desde 2010, não deixa de ser curioso que uma banda com uma mensagem como a dos GHOST tenha conseguido ganhar uma expressão tão significativa junto de um público mais mainstream. Sobretudo quando o modus operandi que adotam parece evitar a todo o custo as armadilhas do mundo virtual em que vivemos hoje. Isto porque são um projeto anónimo a mover-se sorrateiramente numa sociedade obcecada pelas celebridades e cega pelas redes sociais, mas num curto espaço de tempo conseguiram atingir níveis de sucesso com que a maioria dos grupos de rock/metal só pode sonhar e, mantendo-se firmemente envoltos numa nuvem de mistério, cultivaram a excelsa personalidade de subversão e simbolismo que os destaca de toda a competição.

Engana-se, no entanto, quem pensar que o sucesso da banda de Linköping se deve única e exclusivamente a um elaborado plano de promoção estratégica e muitíssimo inteligente do fascínio pela intriga e curiosidade que os seis músicos cultivam – e, surpreendentemente, conseguem manter – desde que, há quase uma década, emergiram como uma mancha negra das profundezas.

Firmemente apoiados na mestria com que, desde que lançaram a estreia «Opus Eponymous» em 2010, fundem um cenário de horror macabro que vai beber influência ao legado de artistas como Arthur Brown e Alice Cooper com os riffs dos Blue Öyster Cult e Mercyful Fate, a dose certa de psicadelismo e melodias que deixariam os The Beatles e os Abba profundamente orgulhosos, os GHOST conquistaram fiéis dentro e fora do universo do metal. A música, mais refinada em «Infestissumam» e «Meliora», o segundo e terceiro discos de longa-duração, de 2013 e 2015, respetivamente, afirma-se sem grande dificuldade como algum do mais credível e tecnicamente competente heavy metal de que à memória recente – e, além de um Grammy, tem-lhes valido rasgados elogios de personalidades tão respeitadas e influentes como James Hetfield, Phil Anselmo, Fenriz e Dave Grohl, com quem gravaram inclusivamente o EP «If You Have Ghost».

Entretanto andaram pelo mundo a tocar para plateias totalmente rendidas, ao lado de bandas como os Metallica e Iron Maiden, estabelecendo-se como um verdadeiro bastião de entretenimento e como sinónimo de uma noite bem passada. Já em 2016, o misterioso sexteto sueco editou o muito aplaudido EP «Popestar», que serve agora de mote ao seu regresso ao nosso país.

Os bilhetes para o concerto custam 25€, à venda a partir do dia 29 de Novembro, nos seguintes locais:
Blueticket (www.blueticket.pt), Fnac, Worten, El Corte Inglés, Carbono (Amadora), Glam-O-Rama (Lisboa), Masqueticket (Espanha) e no local.

Websites: www.ghost-official.com // www.facebook.com/thebandghost 


Cartaz Ghost
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D.A.M.A
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08 DE ABRIL – COLISEU DO PORTO
Os D.A.M.A começaram como um projeto pop/ rap, liderado por Francisco ‘Kasha’ Pereira e Miguel Coimbra, a quem se juntou, algum tempo depois, um amigo de longa data, Miguel Cristovinho. O grupo foi-se gradualmente libertando de quaisquer restrições musicais, passando a escrever canções com que as pessoas se pudessem relacionar, mantendo sempre uma mensagem positiva.

Em 2013 os D.A.M.A participaram em dois grandes festivais de Verão – as Festas do Mar em Cascais e o Meo SW, onde foram recebidos calorosamente por uma enorme multidão de fãs.

Desde então, os D.A.M.A têm vindo a conquistar os palcos portugueses onde quer que atuem. Em julho de 2014, abriram para os One Direction no Estádio do Dragão no Porto, provando ser capazes de arrebatar uma verdadeira multidão de fãs e manter um estádio inteiro a cantar as suas canções.

Com o primeiro disco, 'Uma Questão de Princípio', os D.A.M.A tornaram-se no grupo revelação de 2014, alcançando o estatuto de Dupla Platina. Lançado em setembro desse ano, 'Uma Questão de Princípio' entrou diretamente para o terceiro lugar do Top de álbuns, o que foi uma conquista incrível para um disco de estreia.

'Uma Questão de Princípio' liderou ainda o streaming de álbuns no Spotify em Portugal durante mais de seis meses consecutivos. O disco teve vários singles de sucesso, como 'Balada do Desajeitado', 'Luísa' e 'Às Vezes', que alcançou o primeiro lugar na lista de Singles, bem como no Top do iTunes, estando entre as canções mais tocadas nas estações de rádio portuguesas.

Gravado entre Lisboa e Porto, o primeiro álbum foi co-produzido pelos consagrados músicos e produtores Alexandre Manaia e Vitor Silva, bem como por Miguel Coimbra. O disco contou com convidados especiais, como o cantautor brasileiro Gaby Luthai, e os cantores portugueses Mia Rose e Salvador Seixas. As relações humanas e os sentimentos delas resultantes foram o tema central das letras do álbum, escritas pelo trio de cantores/ compositores.

Os D.A.M.A conseguiram criar um estilo de música que resume o espírito das personalidades dos três membros da banda, e que resulta num som harmonioso, transmitindo uma mensagem positiva e contemporânea, assente em canções de refrões fortes e contagiantes.
O segundo álbum, 'Dá-me um Segundo', lançado em 2015, atingiu o estatuto de Platina e estabeleceu definitivamente os D.A.M.A como o mais querido e admirado grupo de pop português.

Desde então a banda já realizou mais de 300 espetáculos em Portugal, esgotando salas como o Pavilhão Multiusos de Guimarães (6.000 pessoas), o Campo Pequeno em Lisboa (10.000 pessoas) e, mais recentemente, o Rock in Rio Portugal (mais de 80.000 pessoas) e o MEO Arena em Lisboa, onde mais de 14.000 fãs entusiasmados cantaram e dançaram ao longo de um concerto de duas horas e meia.

Os números dos canais Youtube/ VEVO dos D.A.M.A provam a enorme popularidade do grupo: 'Luísa', que foi o primeiro vídeo, tem perto de oito milhões de visualizações; 'Balada do Desajeitado' oito milhões e meio; 'Não Dá' tem mais de dez milhões e 'Ás Vezes' está acima dos onze milhões de visualizações!

O novo single 'Era eu', lançado em setembro de 2016, já tem mais de quatro milhões e meio de visualizações no Youtube / VEVO.
'Era eu' será incluído no terceiro álbum dos D.A.M.A, a ser editado em 2017.

Cartaz Dama
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Carlos do Carmo convida ANA MOURA
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17 DE DEZEMBRO – PAVILHÃO MULTIUSOS - GUIMARÃES

Um dos maiores embaixadores do Fado, Carlos do Carmo – o fadista português mais premiado de sempre, apresenta-se para um concerto único em Guimarães e tem como convidada especial ANA MOURA.

O espectáculo será no dia 17 de Dezembro, no Pavilhão Multiusos de Guimarães. Carlos do Carmo é considerado uma das maiores figuras vivas do panorama fadista e os prémios que recebeu recentemente mostram isso mesmo: Grammy na Categoria “Lifetime Achievement”, Personalidade do Ano Martha de La Cal, Grammy Latino de Carreira, entre tantos outros.

Falar de Carlos do Carmo é associar o seu nome ao que de mais genuíno e popular se canta nas ruas de Lisboa, quer seja um simples pregão de varina, um esvoaçar de gaivotas do Tejo ou uma festa popular com sardinha assada. Na sua voz, andam também de mãos dadas a saudade, os amores não correspondidos, a solidão, a primavera com andorinhas e os "putos" deste Portugal e ainda a esperança e o futuro.

Carlos do Carmo é acarinhado por um público que o respeita e estima, apreciando nele, além das suas qualidades de grande intérprete e comunicador, as de um homem interessado na evolução da música da sua terra, acreditando na evolução do homem na sua globalidade. Os seus mais de um milhão de discos vendidos são prova inequívoca disso mesmo.

Cantou nos cinco continentes e as suas passagens no "Olympia" em Paris, nas óperas de Frankfurt e de Wiesbaden, no Canecão de Rio de Janeiro, no "Savoy" de Helsínquia, no Auditório Nacional de Madrid, no Teatro da Rainha em Haia, no teatro de São Petersburgo, na Place des Arts em Montreal, no Tivoli de Copenhaga, no Memorial da América Latina em São Paulo e mais recentemente no Teatro D. Pedro V em Macau (com transmissão em directo para toda a China) são momentos muito altos da sua carreira. Os concertos no Mosteiro dos Jerónimos, na Fundação Gulbenkian, no Casino Estoril, no Centro Cultural de Belém, na Casa da Música, na Torre de Belém e no Coliseu dos Recreios de Lisboa fazem a diferença a nível nacional, pelo conceito que lhes foi dado, sempre em prol da evolução do Fado.

Em 2014, o Museu do Fado promoveu uma exposição temporária dedicada aos 50 anos de carreira de Carlos do Carmo, reunindo artes plásticas, filmes, discografia, cartazes, troféus e medalhística, revisitando os momentos mais marcantes da sua vida artística.

Este foi também o ano em que Carlos do Carmo se tornou no primeiro português a receber um Grammy, na categoria especial "Lifetime Achievement", entregue apenas pelo conjunto da obra produzida ao longo da carreira.

A academia aponta Carlos do Carmo como “Um dos cantores mais importantes do seu tempo (…) Uma das vozes mais emblemáticas da música Portuguesa”.





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JAMES
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4 DEZEMBRO | MEO ARENA
James, a icónica banda de Manchester formada em 1982 e composta por Tim Booth (voz), Jim Glennie (baixo), Saul Davies (guitarra e violino), Mark Hunter (teclado), David Baynton-Power (bateria) e Andy Diagram (trompete), atua dia 04 de Dezembro no MEO ARENA.

A criatividade duradoura e o legado musical, tornou James uma das bandas indie britânicas mais influentes.  

Com 30 anos de carreira e 13 álbuns de estúdio que venderam 13 milhões de álbuns no mundo inteiro, os seus maiores hits incluem ‘Sit Down’, ‘She's A Star’, ‘Laid’ E ‘Getting Away With It (All Messed Up)’.
O 14º álbum, “'Girl At The End Of The World” será lançado a 18 de Março de 2016 e conta com uma breve aparição do seu ex-mentor Brian Eno. 

Globalmente conhecidos pelas suas incríveis atuações ao vivo, a banda tem sido a atração principal e atuado nos maiores festivais em todo o mundo, como o festival Glastonbury, Lollapalooza, Rock In Rio, Coachella, Hard Rock Calling, Isle of Wight, Latitude, V Festival V, T in the  Park, entre muitos outros, a 04 de Dezembro é a vez de voltarem a subir ao palco do MEO ARENA em Lisboa.

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
www.wearejames.com 
www.facebook.com/jamesisnotaperson
www.twitter.com/wearejames
www.youtube.com/user/WeAreJamesTV

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MARIZA | PAVILHÃO MULTIUSOS DE GUIMARÃES
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25 DE NOVEMBRO – PAVILHÃO MULTIUSOS - GUIMARÃES
Mariza apresentou recentemente o seu novo disco – “Mundo”, com lotações esgotadas e a aclamação do público, que em êxtase vibrou a cada música. As primeiras grandes apresentações em Portugal decorreram no Coliseu do Porto em Novembro, seguindo-se o Meo Arena em Lisboa. Agora é a vez de Guimarães receber a artista no próximo dia 25 de Novembro, no Pavilhão Multiusos de Guimarães. Os bilhetes estão à venda a partir de hoje (22 de Janeiro).

“Mundo” assinala o aguardado regresso da mais internacional dos artistas portugueses aos discos, depois de um interregno de cinco anos, durante o qual editou o seu primeiro “Best-Of” em 2014.
14 anos depois da estreia em disco, mais de um milhão de discos vendidos, edição em mais de 35 países, inúmeras digressões mundiais nas salas mais prestigiadas (Ópera de Sidney, Carnegie Hall em Nova Iorque, Walt Disney Concert Hall em Los Angeles, Royal Albert Hall em Londres, só para citar alguns), vários prémios nacionais e internacionais, Mariza está de regresso com o seu novo “Mundo”, em disco e em palco.

http://www.mariza.com/
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MARIZA | Coliseu do Porto
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9 DE NOVEMBRO – COLISEU DO PORTO
Dona de uma voz inconfundível, Mariza volta a pisar os palcos dos Coliseus, para dois  espetáculos em género intimista, que prometem envolver o público no mundo da mais  internacional artista portuguesa.

“Mundo 360º”, mais que uma forma de ver e viver o concerto, tem como principal  objetivo mostrar o lado pessoal e emocional de uma das maiores vozes do Fado.

Nestes dois espetáculos especiais nos Coliseus, estará em destaque o mais recente  álbum de Mariza, sem no entanto esquecer grandes temas como “Ó Gente da Minha  Terra”, “Chuva” e “O Tempo Não Para”.

Lançado em Outubro de 2015, Mundo, que conta  com sucessos como “Paixão” e “Melhor de Mim”, mostra o lado mais maduro da artista, deixando o seu mundo a descoberto.

Com mais de 30 discos de platina, vários prémios  nacionais e internacionais e duas nomeações para os Grammy Latinos, Mundo valeu,  ainda, a Mariza o prémio de “Melhor Artista” nos Songlines Music Awards 2016,  atribuídos pela conceituada revista britânica Songlines.

http://www.mariza.com/


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Nightwish
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08 DE SETEMBRO 2016 – COLISEU DE LISBOA
A mais emblemática e aplaudida banda de metal sinfónico regressa por fim a Portugal depois de quase uma década de ausência dos palcos nacionais!

Desde que se juntaram, no início da década de 90, uma altura em que o heavy metal mais tradicional estava supostamente morto para o mundo, os NIGHTWISH foram um dos principais responsáveis pelo renascimento do género junto das massas e, combinando de forma muito
inteligente peso bombástico, melodias sinfónicas opulentas e uma atitude com tanto de tradicional como de inovadora, conseguiram criar alguns dos momentos mais melancólicos, românticos e sonhadores de que há memória neste espectro em muito tempo. Hoje, apesar da
turbulência que tiveram de contornar ao longo dos últimos anos, mantêm-se sem paralelo; sensuais, tocantes e esmagadores na beleza que emana da música que fazem. 

É exatamente essa postura sem precedentes, tantas vezes imitada mas nunca igualada, que os músicos liderados por Tuomas Holopainen vão trazer de regresso a Portugal quando, no próximo dia 8 de Setembro, subirem ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa. 

Um concerto único, que materializa simultaneamente um muito aguardado retorno a território nacional e a estreia de Floor Jansen como vocalista do grupo por cá.

No momento em que quatro miúdos e uma menina, todos com ar imberbe e aspeto de terem acabado de sair do liceu, subiram pela primeira vez ao palco do lendário clube de rock Lepakko, em Helsínquia, ninguém poderia ter adivinhado que, uns anos depois, andariam pelo mundo a fazer tours gigantescas e, apoiados em vendas que ultrapassam os seis dígitos, numa das mais bem-sucedidas bandas alguma vez saídas da Terra dos Mil Lagos. 

Desde o momento em que, corria o ano de 1997, lançaram «Angels Fall First», o álbum de estreia, os NIGHTWISH continuaram a evoluir de forma gradual, inspirando-se numa enorme vontade de criar algo único que lhes permitiu irem-se descolando das comparações mais óbvias que se pudessem colar às primeiras gravações. Depois, com lançamentos como «Oceanborn» e «Wishmaster», afirmarem-se como uma voz a ter em conta num cenário em que, mais vezes do que seria desejável, o facilitismo criativo tende a ser confundido com talento. Sustentado no enorme génio criativo do timoneiro Tuomas Holopainen, com o quatro longa-duração, «Century Child», de 2002, o coletivo oriundo de Kitee afastou-se de vez das suas referências mais óbvias, criando uma sonoridade muito própria que, durante os anos seguintes, acabaria por influenciar toda uma vaga de novos grupos apostados em misturar o peso do heavy metal com os ambientes majésticos e envolventes da música sinfónica. O épico «Once», editado em 2004, quebrou todas as barreiras e fê-los chegar de uma vez por todas ao mainstream, afirmando-os como um enorme fenómeno de popularidade à escala mundial.

Durante a década seguinte, apesar de terem tido de batalhar com alguma instabilidade desde que se separaram da carismática Tarja Turunen em 2005, os NIGHTWISH não mais pararam de crescer, sendo hoje uma das poucas bandas que, apesar de se levarem muito a sério,
conseguem manter inalterada a essência épica do power metal através da composição inteligente de canções carregadas de atmosferas envolventes e emoções profundas. E sim, o virtuosismo sempre foi um dos segredos do seu sucesso, mas feitas as contas, a música que se
ouve em álbuns como «Dark Passion Play», «Imaginaerum» ou «Endless Forms Most Beautiful» afirma-se como muito mais que apenas uma mera demonstração auto-indulgente de proficiência técnica, invocando mundos de sonho e fazendo com que o ouvinte se perca no
tempo e no espaço, entre visões e tentações, amor e devoção, enquanto aspira a novas fronteiras criativas. Tem sido, de resto, essa capacidade de adaptação e mutação que os tem destacado sempre dos seus pares, mantendo-os um passo à frente de toda a competição e
estabelecendo-os como um dos nomes mais aplaudidos e influentes entre todos os que tentaram tomar de assalto o panteão do metal durante as últimas décadas.

Os bilhetes para o concerto custam 32€, já à venda nos locais habituais.

Websites: 
www.nightwish.com // www.facebook.com/nightwish 

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VOA 2016
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
2016 marca o início de uma nova vida para o Vagos Open Air, com uma mudança para a área de Lisboa e o desenvolvimento de uma nova identidade.

Surgido no ano de 2009, ao longo de sete edições o festival VAGOS OPEN AIR assentou arraiais na região de Vagos e, de forma inteligente, tratou de afirmar-se como o maior evento dedicado à música pesada em Portugal. Sete anos depois, a organização opera uma mudança estratégica de localização para a área de Lisboa e o desenvolvimento de uma nova identidade, que mantém intacta a vontade de construir cartazes em que a qualidade importa mais que a quantidade. Agora sob o nome VOA e num novo local, ainda mais acessível e com maior oferta de serviços básicos que permitirá um crescimento sustentado em anos vindouros, o evento irá realizar-se na Quinta da Marialva, em Corroios, um local já com fortes ligações à música pesada, nos dias 5 e 6 de Agosto de 2016.

Mantendo a fasquia da qualidade bastante alta como é, de resto, seu apanágio, a organização aproveita também para anunciar que os primeiros nomes confirmados para o VOA 2016 são os suecos OPETH, os ingleses ANATHEMA e os suecos KATATONIA, três nomes de luxo e razões mais que suficientes para ansiarmos todos ainda mais pelo calor que se faz sentir habitualmente no primeiro fim-de-semana de Agosto.

Mikael Åkerfeldt e os seus OPETH passaram as últimas duas décadas e meia a labutar incessantemente – e a crescer, a vários níveis. Pelo caminho transformaram-se num dos nomes mais influentes da sua geração e acumularam um corpo de trabalho que revela, simultaneamente, uma devoção enorme pelo conceito de progressão estética e um fervoroso desejo de busca pela perfeição que, mais tarde ou mais cedo, culminará inevitavelmente na criação de um misticismo especial e na ocupação de um lugar de destaque semelhante ao que “deuses do metal” como os Black Sabbath, Led Zeppelin ou Iron Maiden ocupam hoje. Talvez a uma escala diferente, porque os tempos são obviamente outros, mas com a mesma criatividade e vitalidade. Prova disso é o facto de todos os anos tocarem para milhares de pessoas pelo mundo fora, sendo que atualmente são já um dos nomes mais consensuais no espectro da música pesada. As raízes no doom e no death metal sueco infundido de ocultismo e romantismo a pender para o obscuro são inegáveis e, ouvindo álbuns como «Orchid», «Morningrise» ou «My Arms, Your Hearse», essa abordagem nunca será razão para pedirem desculpa. Foi, no entanto, com a edição de «Still Life» e «Black Waterpark» que começaram a transformar-se no colosso que conhecemos hoje, com uma sequência irrepreensível de registos – «Deliverance», «Damnation», «Ghost Reveries», «Watershed», «Heritage» e «Pale Communion» – que os levou aos píncaros, provando que o inimitável Åkerfeldt, estratega, vocalista, guitarrista e compositor do grupo, sabe exatamente como remodelar o seu veículo artístico sem sacrificar o espírito criativo que o caracteriza desde a formação em 1990.

Ao lado dos Paradise Lost e My Dying Bride, os ANATHEMA completaram a tríade do doom britânico no início dos anos 90, ajudaram a estabelecer os parâmetros para a fusão death/doom e cimentaram-na, por direito próprio, como um subgénero da música extrema. Abraçando o imaginário gótico e cinzentão tipicamente britânico, entre lápides cobertas de musgo, os músicos de Liverpool assinaram, no espaço de quatro anos, algumas das pedras basilares do estilo. «Crestfallen», «Serenades», «Pentecost III» e «The Silent Enigma» estabeleceram a sonoridade, influenciaram toda uma geração e viram o nome da banda inscrito no panteão da música lenta e pesada. Desde «Eternity», em 1995, talvez inspirados pela imensidão de grupos que tentavam recriar o que tinham feito nos primeiros discos, optaram por uma abordagem mais melódica e atmosférica, que deu origem a outros tantos títulos um pouco diferentes mas igualmente incontornáveis e marcantes – «Alternative 4», «Judgement», «A Fine Day To Exit», «A Natural Disaster», «We're Here Because We're Here», «Weather Systems» e «Distant Satellites». Hoje, do doom inicial às paisagens encantadoras dos discos mais recentes, passando pela doce solidão que dominou grande parte dos álbuns que gravaram nos anos que rodearam a viragem de milénio, a banda britânica tem encarado sem qualquer receio ou pudor a missão a que se propôs desde muito cedo na sua carreira – transcender os limites da música como forma de arte.

Os KATATONIA cresceram muito desde que, pelas mãos de Jonas Renkse e Anders Nyström, mostraram o seu black/doom de contornos góticos ao mundo, transformando-se num dos nomes mais fascinantes e únicos surgidos do boom underground do início da década de 90. Evoluíram para tão longe das suas raízes e o que fazem é tão próprio que, atualmente, são já detentores de um estilo próprio, impossível de rotular de forma estanque. Fala-se neles e vêm logo à cabeça os leads melancólicos, carregados de camadas de delay, a parede de guitarras fortes, a secção rítmica muito sólida, o registo embargado de Renkse e os enormes refrões, revelando a sensibilidade melódica irresistível que premeia a sua música. Coisa cada vez mais rara no mundo da música pesada, o coletivo sueco tem também uma capacidade inata para escrever grandes canções. «Teargas», «Criminals», «Ghost Of The Sun», «I Am Nothing», «Deadhouse», «Evidence», «I Break», «For My Demons» – a lista de temas, daqueles que se colam ao córtex cerebral para nunca mais o voltarem a largar, emoções à flor da pele e melancolia latente em todo o seu esplendor, não é difícil de elaborar a partir de um fundo de catálogo sempre em crescendo. Quatro anos e profundas mudanças de formação após o soberbo «Dead End Kings», que mostrou os músicos de Estocolmo ainda mais entregues à melancolia urbana que tem dominado grande parte da sua já longa carreira, 2016 vai marcar por fim um muito aguardado regresso do quinteto aos discos de originais, aos palcos e a Portugal.

Os bilhetes custam 50 euros (passe dois dias) e 35,00 euros (bilhete diário), à venda nos locais habituais. Fã Pack passe + t-shirt oficial do festival à venda a partir de 20 de Janeiro.

Pontos de venda de Bilhetes:
Portugal: Ticketline (1820 - www.ticketline.sapo.pt), CTT (www.ctt.pt).
Espanha: Ticketmaster (www.ticketmaster.es), Masqueticket (www.masqueticket.com).

Links Uteis: 
Website: www.voa.rocks
Facebook: www.facebook.com/voafest
Twitter: www.twitter.com/voafest

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