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TOM ODELL
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
O cantor e compositor britânico Tom Odell, sobe ao palco MEO no dia 16 de Julho – considerado uma das maiores revelações musicais europeias.

A sua sonoridade à base de pianos cheios de soul, é influenciado por artistas como Elton John, David Bowie, Cat Power e Leonard Cohen.

Em 2012 Tom Odell lançou o EP “Songs From Another Love” e recebeu o Brit Critic´s Choice Award.


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RUI VELOSO
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
Considerado um dos maiores músicos nacionais Rui Veloso dispensa apresentações e vai estar no palco do Festival MEO MARÉS VIVAS no dia 16 de Julho para um concerto bem português.

São trinta e cinco anos de carreira, que prometem uma subida ao palco do MEO MARES VIVAS muito especial, onde o músico irá revisitar os mais importantes temas que marcaram várias gerações – “Não há estrelas no céu”, “Chico Fininho”, “Jura”, “Porto Covo” e “Nunca me esqueci de ti”.

Rui Veloso, que se iniciou na música com apenas seis anos de idade, lançou o seu disco de estreia, “Ar de Rock”, aos 23 anos. Temas como “Chico Fininho”, um dos maiores sucessos da obra de Rui Veloso e do letrista Carlos Tê, foram algumas das razões para este ter sido considerado um dos melhores 50 álbuns portugueses das últimas quatro décadas, pela reconhecida revista de música Blitz.
Com Rui Veloso começa-se finalmente a falar do rock português. O músico que elevou o rock nacional, cruzou o palco com alguns dos mais galardoados nomes da música internacional, B.B.King, Gilberto Gil, Lenine, no projecto Rio Grande (com Tim, Vitorino, João Gil e Jorge Palma), entre muitos outros.

Dono de um acervo de clássicos que nos impressionam e que fazem inveja a muitos artistas pela originalidade e por influenciar gerações inteiras, pais e filhos, canções que fazem parte da nossa vida, da nossa história.

Anos de muitos sucessos e distinções públicas, concertos, convites, produções, participações, prémios e muito mérito caracterizam o percurso artístico de Rui Veloso.

De volta ao Porto irá agora no dia 16 de Julho subir ao palco MEO do Festival MEO MARÉS VIVAS para um concerto mágico e arrepiante, onde podemos trocar os “Vês pelos Bês” sem que isso nos importe. 

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
http://www.ruiveloso.com.pt/
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BETH ORTON
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
Beth Orton, a cantora e compositora inglesa, vencedora de um BRIT Award sobe ao Palco MEO dia 16 de Julho.

Depois de se ter mudado para a Califórnia há alguns anos atrás, Beth começou a experimentar uma série de loops eletrónicos que acabaria por se tornar no álbum que a definiu enquanto artista. Um álbum inspirado tanto pela natureza de Los Angeles como pelo espírito das primeiras gravações de Beth.

Beth Orton tem sido uma das vozes mais originais e cativantes da música nas duas últimas décadas, estando atualmente a trabalhar no seu próximo álbum “Kidsticks”. Co-produzido por Beth e Andrew Hung (Fuck Buttons), “Kidsticks” reformula a inconfundível voz de Beth em dez canções puras, audaciosas, lúdicas e cinéticas. O álbum representa uma rara oportunidade de ouvir uma artista estabelecida a reformular o seu processo de composição de mente aberta. “Kidsticks” assume um olhar perante o passado de Beth, enquanto encara com confiança um futuro brilhante.

O lançamento está previsto para a primavera de 2016

Mais informações da artista:
http://www.bethortonofficial.com/
https://www.facebook.com/BethOrtonOfficial/
https://www.youtube.com/user/antirecords
http://bethortonofficial.tumblr.com/
https://www.instagram.com/bethorton/
https://twitter.com/beth_orton
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KODALINE
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
O famoso quarteto irlandês, composto por Steve Garrigan (voz, guitarra, teclados, bandolim e harmónica), Mark Prendergast (guitarra, voz secundária e teclados), Vinny May (bateria e percussão) e Jason Bolard (baixo e voz secundária), vão atuar no dia 15 de Julho no Palco MEO do MEO MARÉS VIVAS.

Acabados de lançar o seu segundo álbum - “Coming Up For Air” é o mais recente trabalho da banda Irlandesa, reconhecidos pelo incrível sucesso do seu álbum de lançamento “In a Perfect World”, que entrou directamente para o primeiro lugar do Top Irlandês e para o terceiro do Top Britânico.

Receberam o convite para viajarem até LA e juntar-se ao conhecido produtor Jacknife Lee e desta experiência não esperavam a abordagem completamente nova que receberam, o carinho pelos sintetizadores e o single do segundo álbum, já escrito – Jacknife foi o responsável pela saída da banda da sua zona de conforto.

Mas aquilo que realmente caracteriza os KODALINE é o poder emocional que transmitem nas suas músicas e a relação com os fãs, fazem deles uma banda de sucesso. No dia 15 de Julho o MEO MARÉS VIVAS vai viver uma noite especial ao som de Kodaline. Imperdível.

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
http://www.kodaline.com/home
https://www.facebook.com/Kodaline/
https://soundcloud.com/kodaline
https://twitter.com/kodaline
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JAMES BAY
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
JAMES BAY, o singer-songwriter britânico que tem inundado as rádios de todo o mundo, é a mais recente confirmação do MEO MARES VIVAS 2016.

A 15 de Julho, o 2º dia da edição de 2016 do MEO MARÉS VIVAS promete ser memorável e James Bay será a prova disso. Vencedor em 2015 do BRIT Awards Critic´s Choice atua no palco MEO, onde nos irá o seu álbum de estreia – “Chaos and the Calm”.

É considerado uma das grandes promessas musicais, esgotando inúmeros concertos e digressões em nome próprio. Ao conquistar no ano passado o Critics Choice BRIT Award 2015, passou a fazer parte de uma lista de vencedores ao lado de nomes como Adele, Ellie Goulding e Sam Smith.

Este ano vai actuar em quatro espectáculos completamente esgotados no lendário Hammersmith´s Eventim Apollo, mais uma paragem pelo Coachella onde irá actuar no mesmo dia de Guns n´Roses e logo depois fará as suas primeiras viagens para a Ásia.
James Bay é um talento moderno singular, proveniente de uma cidade pequena nos arredores de Londres – o seu álbum é um reconhecimento da odisseia que o levou para fora da sua cidade para perseguir os seus sonhos. Desde cedo inspirado por Rolling Stones, Joe Cocker, Bruce Springsteen, Eric Clapton entre outros, James Bay será uma das promessas do ano 2016 e trará ao MEO MARES VIVAS um grande espectáculo.

James Bay lidera este ano as nomeações para os BRIT AWARDS, os mais importantes prémios entregues pela indústria discográfica britânica. Está nomeado para Melhor Artista Britânico, álbum Britânico do Ano, Artista Revelação Britânico e Melhor Single Britânico com “Hold Back The River”.

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
http://www.jamesbay.com/
https://www.facebook.com/jamesbaymusic?_rdr=p
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LOST FREQUENCIES
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
Um dos mais aclamados sucessos mundiais – LOST FREQUENCIES entra também em palco – o DJ e produtor belga Felix de Laet é o nome por detrás de tanto talento.
Em 2014 tornou-se mundialmente conhecido pelo vasto talento, no remix que fez para a música “Are You With Me”, do Easton Corbin. A música surgiu no álbum de Corbin em 2012 – “All Over The Road” – Lost Frequencies faz o remix deste single, lançando-o a 27 de Outubro de 2014.
Liderou os tops belgas durante seis semanas consecutivas e alcançou o segundo lugar no Wallon Chart. Em 2015 o single chega ao top de vários países como Austrália, Alemanha, Irlanda, Suiça e Reino Unido – noutros países como Finlândia, França, Noruega ou suécia mantem-se sempre no Top 10.
Recebido por toda a europa de braços abertos, encanta com o seu estilo musical melódico, etéreo e inspirador. “Are You With Me” conquistou 4 platinas na Suécia e 2 platinas na Suíça, confirmando assim o enorme talento deste jovem produtor.
Com um estilo único – diversificando vários géneros: amor pelo hip-hop, Drum and Bass, Pop e Jazz entre outros – incorporando ideias de cada um destes géneros. Recentemente tocou em espaços mundialmente conhecidos, incluindo a AMNESIA IBIZA e TOMORROWLAND.
No dia 15 de Julho – o palco mundialmente conhecido é outro, é o MEO MARES VIVAS.

Mais Informações:
www.twitter.com/Lfrequencies| www.facebook.com/LostFrequenciesMusic| www.soundcloud.com/lo-freq-1

O preço dos bilhetes para a edição de 2016:
- Bilhete Diário: 35.00 eur | 30.00 eur em pré venda até dia 31 Dez 2015 
- Passe Geral: 60.00 eur | 55.00 eur em pré venda até 31 Dez 2015
- Passe Geral VIP: 150.00 eur | 125.00 eur em pré venda até 31 Dez 2015 

Locais de venda: Ticketline, Blueticket, Masqueticket
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DENGAZ
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
O que é nacional é bom e por essa mesma razão DENGAZ sobe ao palco do MEO MARES VIVAS – o rapper português acabou de lançar o seu 2o album de originais “Para Sempre” que contou com a produção do português Twins. 

 Músicas como “Dizer que não” e “Nada errado” com Antonio Zambujo já se ouvem um pouco por todas rádios bem como o hit de verão com o brasileiro Marcelo D2, “Tamos juntos”.

Conhecido pela sua energia inesgotável em palco, Dengaz, o rapper mais rockeiro de Portugal, marca assim presença no MEO Marés Vivas.
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PALCO SANTA CASA // MEO MARÉS VIVAS
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14, 15 E 16 DE JULHO // PALCO SANTA CASA APOIA A MÚSICA NACIONAL
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se pelo quinto ano ao Festival Meo Marés Vivas e apoia uma vez mais a cultura e a música nacional.

Para a SCML “a música é um meio privilegiado de ligação dos valores da marca a um target mais jovem (…) ” e na edição de 2016 do Meo Marés Vivas vai dar novamente nome a um palco do festival: PALCO SANTA CASA.
                                                               

No primeiro dia do festival, 14 de Julho, sobem ao palco Santa Casa os GLOCKENWISE.         

“Quando se pressiona o interruptor es­pera-se que uma série de processos mais ou menos mágicos determinem o resul­tado final: luz. Fazer play em Glockenwi­se costuma ter um efeito semelhante, imediato, eletricidade e urgência a atra­vessar fios invisíveis, fotões a colorir a sala cheia de gente disposta a aproveitar o berro da lâmpada que já ameaça fundir.

Faço um compasso de espera, a dois pas­sos da porta de “Heat”, o terceiro álbum dos quatro rapazes de Barcelos. Avanço, abro a porta que range, o interruptor não funciona. Ouve-se “Cardinal”: o porteiro antipático; um curto-circuito; não há voz; há fantasmas de outras músicas e de outro tempo; há suor e a luz espessa e intermitente de um candeeiro esquecido a um canto. Sigo para a canção – nunca esta palavra lhes assentou tão bem – que dá nome ao álbum e apesar da sala escura juraria ter visto o Morrisey a atirar flores à multidão ressuscitada do CB­GBou da Hacienda.

Em “Eyes” e “Time (Is a Drag)”, os Glockenwise desvendam definitivamente esse lugar ambivalente onde agora escolhem morar, por um lado escuro e romântico, por outro – mais do que nunca - sónico e incandescente. Incendeiam o conceito de “difficult third album” e deixam ver por entre as chamas que este é só o início (mais um).

A casa está cheia de fumo e convidados ilustres, sofisticados. Na última sala há , Buzzcocks, Stone Roses, Stooges, tritura­dos na engrenagem de uma máquina pop a que chamaram “Lasting Lies”. Há faíscas a beijar os cortinados, risco de catástrofe, isto não é para meninos. Precipito-me para o exterior e debaixo do alpendre a arder recordo a pergunta que me fizeram à entrada: “can’t you feel the heat that is coming your way?”. A resposta é, obvia­mente, sim.”

André Simão (Dear Telephone / La La La Ressonance)


Ainda no mesmo dia, o palco Santa Casa recebe KILIMANJARO.
 
Os Killimanjaro são gente nova com espí­rito antigo. O trio de Barcelos – composto actualmente por José Gomes, Joni Dores e Luís Masquete – iniciou actividade em 2011 e a desculpa para tocar uns riffs e experimentar acaba por se transformar numa missão em criar temas memorá­veis, onde o riff é o mestre e senhor, e tocar ao vivo como que a vida dos três magníficos dependesse disso.

No mesmo ano de 2011 editam o auto-in­titulado EP de estreia. Sete temas dão origem a sete viagens alimentadas por um stoner rock que sempre estimou os uivos de José Gomes.

Os concertos (dezenas) continuam a acontecer e navega-se em direcção a um longa-duração, o primeiro: Hook. Composto por oito temas num total de 36 minutos, Hook é a evolução de quem não quer esquecer as suas raízes. A diver­sidade faz com que cada tema em Hook tenha uma vida própria e não dependa dos outros para abalarem o mundo dos que não têm medo de se aventurar.

O stoner característico de Killimanjaro, muito influenciado pelos suecos Gra­veyard, alia-se a uma veia muito punk, aquela veia que teve presente nos Iron Maiden (com Paul Di’Anno) e os lendários The Obsessed, para largar a bomba que é Hook.

Gravado nos Estúdios Sá da Bandeira Hook é basicamente aqueles Killimanja­ro que conhecemos. A sonoridade crua, directa e os sempre excitantes uivos, constantes numa banda dirigida por riffs e acompanhada por uma secção rítmica onde o groove é imperativo. Hook é apenas o escalar de todos os níveis. Em 2014 os Killimanjaro são autores de uma sonoridade (rock ‘n’ roll) perigosa, tal como os Motörhead nos ensinaram.                   

 
No segundo dia do MEO MARÉS VIVAS, a 15 de Julho, o Palco Santa Casa dá as boas vindas a Jibóia, Plus Ultra e Derange.

JIBÓIA

Há muito a brincar com a ideia de cruzamentos, de culturas e inspirações, JIBÓIA nunca procurou disfarçar o lado mais diáspora de Lisboa que se respi­ra em cada acorde e cada progressão. “Masala”, no embalo índico de mistura de especiarias, eleva a técnica gastronómica numa viagem a quatro braços e a tantas outras vozes pelas cidades mais aroma­tizadas e tropicais do mundo, em que a dança cultural constraste com o negrume civilizacional. O novo álbum da serpente, adolador de divindades caídas, cruza sabores, influências, coordenadas geográ­ficas e até, em contraste, a orgânica da bateria de Ricardo Martins com toda a maquinaria processada por JIBÓIA.

A JIBÓIA trocou de pele, mas não largou as escamas: estão garridas, saturadas, mas muito mais negras e pesadas, e são elas que nos guiam pela viagem a cada ingrediente geográfico trazidos para a sua “Masala”. O álbum foi gravado nos Estúdios Sá da Bandeira com produção de Jonathan Saldanha (HHY & the Ma­cumbas, Fujako).


PLUS ULTRA

Quando uma guitarra e uma bateria entram em conflito, nem a existência de um terceiro elemento poderá resolver o caos sonicamente provocado. Parece vago, mas poucos adjectivos servirão para descrever uma banda de baralho assumidamente incompleto como Plus Ultra. Nas suas explosões cáusticas, o power trio assume-se na relação única entre o chavasco e o rock, numa sujeira limpinha-limpinha: com jogadores destes, é inevitável não se ter um alinhamento vencedor.

 
DERANGE

Formado em 2012, os Derange são constituídos por Cat Pereira (vocal), Nick Crosby (guitarra), Joe Macpherson (baixo) e Warren De Melo (bateria). Eles marcaram o inicio do seu trabalho com dois singles de grande sucesso 'Ego' e 'Unleash ".

Em 2013, Derange produziram o seu aclamado EP “Change”. Uma vez lançado, o EP apresentou a banda a um público muito mais amplo, conquistando assim a imprensa nacional.

Durante o último ano, a banda esteve a produzir o seu álbum de estreia 'The Awakening'. Produzido pelo lendário Russ Russell (Dimmu Borgir, Napalm Death, Sikth, Amorphis e Evile), 'The Awakening' é um caso glorioso de tech-de metal, agraciado pelo vocal de Cat Pereira.
 

A 16 de Julho o Palco Santa Casa recebe a DIANA MARTINEZ & THE CRIB

“Diana Martinez & The Crib” é a nova aposta da Primeira Linha. Diana Martinez é a vocalista e autora de todos os temas. Apesar de ser ainda muito jovem, revela já uma definitiva maturidade como artista, não tivesse começado a acompanhar o pai em espetáculos com apenas 6 anos, colaborando mais tarde com grandes músicos como os Expensive Soul, Pedro Abrunhosa, entre outros.

Na realidade, o seu sonho sempre foi que um dia as músicas que compunha na sua cabeça, onde tecia todas as linhas melódicas e harmónicas, fossem ouvidas. Com o apoio de João André, músico e produtor, encontrou a visão e o conceito para “Diana Martinez & The Crib”, cuja sonoridade reflete as suas verdadeiras paixões: o R&B, o Soul e o Hip Hop.

Para a Diana não houve como escapar da música. Estava na barriga na mãe quando esta ainda cantava profissionalmente; segundo o pai, mal começou a articular as primeiras palavras já se via que ia ser cantora. Ele é músico também, foi o seu primeiro e grande professor.2015 traz o lançamento do single de estreia de “Diana Martinez & The Crib”, That’s Just How We Do It, que é acolhido de forma notável pelas rádios e Youtube. O público teve boas oportunidades de conhecer melhor este novo projeto, inclusive num set explosivo no festival Meo Marés Vivas e na abertura para Natiruts e Marcelo D2, no Porto e no Casino da Figueira, respetivamente.

Em seguida, Diana e João André voltam ao estúdio e preparam o álbum de estreia. Surgem algumas colaborações com Orelha Negra, The Black Mamba e We Trust. Com estes últimos, apresenta-se na remix de We Are The Ones.

No início de 2016, o segundo single Reverie conta novamente com um apoio tremendo no Youtube e redes sociais. Com lançamento previsto para este ano, o disco de estreia de “Diana Martinez & The Crib” será acompanhado de vários concertos de apresentação em locais como Casa da Música, Salão Brazil e C.C. Olga Cadaval.

Outros dos artistas que vai subir ao palco Santa Casa no último dia do festival é o TATANKA.

Dono de um carisma e de uma voz inconfundíveis, Tatanka tornou-se conhecido como o vocalista de uma das mais promissoras bandas portuguesas da atualidade – The Black Mamba – e colaborando também com outros artistas, como por exemplo Richie Campbell. Inicia agora a sua carreira a solo, apresentando temas originais em português, num registo distinto do das bandas de que faz parte.

 

PALCO SANTA CASA COM A MÚSICA PORTUGUESA

Preço e Locais de Venda dos Bilhetes:

Bilhete Diário: 35.00 eur

Passe 3 dias: 60.00 eur

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.
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