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Quem gostaria de ver ao vivo em Portugal?

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DARK OATH
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Com bandas como Amon Amarth, Ensiferum, Fleshgod Apocalypse e Septic Flesh entre as principais fontes de inspiração, não é difícil antever que os portugueses DARK OATH fazem música bem pesada, mas também épica, pautada por um sentimento vitorioso remanescente de outra época. De formação relativamente recente, o projeto deu os primeiros passos há seis anos quando, no Verão de 2009, os guitarristas José Bértolo e Joël Martins se juntaram pela primeira vez, dando início a uma colaboração artística que lhes permitiu começar por idealizar um conceito e, depois, dar início à sua afirmação como novo valor a ter em conta no panorama. Depois de um período inicial de composição que durou alguns meses, a dupla atira-se então à busca por outros músicos para completarem uma formação capaz de atuar ao vivo. É com Pedro Galvão sentado atrás do kit de bateria, Danilo Dias no baixo e, na voz, Carlos Pereira que se estreiam em palco em Fevereiro de 2010, numa altura em que ainda nem sequer tinham comemorado doze meses de existência. Pouco tempo depois Danilo abandona o coletivo, sendo substituído por Emerson Nunes ainda antes das gravações do EP de estreia «Under a Blackened Sky», que teve edição auto-financiada em Novembro do mesmo ano. Ainda a debaterem-se com mudanças, a banda troca de vocalista, recrutando Sara Leitão para as gravações do segundo EP, intitulado «Journey Back Home», que foi disponibilizado ao público em 2012. Já após a saída de Emerson e da entrada de Afonso Aguiar para a posição de baixista, o grupo consolida finalmente uma formação sólida, passando os próximos três anos a moldar a estreia no formato longa-duração. Agora, 2016 promete ser um ano de expansão para a banda de Coimbra, com a recente assinatura de um contrato com o selo italiano WormHoleDeath Records com vista à edição de «When Fire Engulfs The Earth», uma coleção de dez temas com raízes bem vincadas no death metal escandinavo, vertente melódica e épica.
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OPETH
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Mikael Åkerfeldt e os seus OPETH passaram as últimas duas décadas e meia a labutar incessantemente – e a crescer, a vários níveis.

Pelo caminho transformaram-se num dos nomes mais influentes da sua geração e acumularam um corpo de trabalho que revela, simultaneamente, uma devoção enorme pelo conceito de progressão estética e um fervoroso desejo de busca pela perfeição que, mais tarde ou mais cedo, culminará inevitavelmente na criação de um misticismo especial e na ocupação de um lugar de destaque semelhante ao que “deuses do metal” como os Black Sabbath, Led Zeppelin ou Iron Maiden ocupam hoje.

Talvez a uma escala diferente, porque os tempos são obviamente outros, mas com a mesma criatividade e vitalidade.

Prova disso é o facto de todos os anos tocarem para milhares de pessoas pelo mundo fora, sendo que atualmente são já um dos nomes mais consensuais no espectro da música pesada. As raízes no doom e no death metal sueco infundido de ocultismo e romantismo a pender para o obscuro são inegáveis e, ouvindo álbuns como «Orchid», «Morningrise» ou «My Arms, Your Hearse», essa abordagem nunca será razão para pedirem desculpa. Foi, no entanto, com a edição de «Still Life» e «Black Waterpark» que começaram a transformar-se no colosso que conhecemos hoje, com uma sequência irrepreensível de registos – «Deliverance», «Damnation», «Ghost Reveries», «Watershed», «Heritage» e «Pale Communion» – que os levou aos píncaros, provando que o inimitável Åkerfeldt, estratega, vocalista, guitarrista e compositor do grupo, sabe exatamente como remodelar o seu veículo artístico sem sacrificar o espírito criativo que o caracteriza desde a formação em 1990.
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ANATHEMA
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Ao lado dos Paradise Lost e My Dying Bride, os ANATHEMA completaram a tríade do doom britânico no início dos anos 90, ajudaram a estabelecer os parâmetros para a fusão death/doom e cimentaram-na, por direito próprio, como um subgénero da música extrema.

Abraçando o imaginário gótico e cinzentão tipicamente britânico, entre lápides cobertas de musgo, os músicos de Liverpool assinaram, no espaço de quatro anos, algumas das pedras basilares do estilo. «Crestfallen», «Serenades», «Pentecost III» e «The Silent Enigma» estabeleceram a sonoridade, influenciaram toda uma geração e viram o nome da banda inscrito no panteão da música lenta e pesada.

Desde «Eternity», em 1995, talvez inspirados pela imensidão de grupos que tentavam recriar o que tinham feito nos primeiros discos, optaram por uma abordagem mais melódica e atmosférica, que deu origem a outros tantos títulos um pouco diferentes mas igualmente incontornáveis e marcantes – «Alternative 4», «Judgement», «A Fine Day To Exit», «A Natural Disaster», «We're Here Because We're Here», «Weather Systems» e «Distant Satellites».

Hoje, do doom inicial às paisagens encantadoras dos discos mais recentes, passando pela doce solidão que dominou grande parte dos álbuns que gravaram nos anos que rodearam a viragem de milénio, a banda britânica tem encarado sem qualquer receio ou pudor a missão a que se propôs desde muito cedo na sua carreira – transcender os limites da música como forma de arte.

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KATATONIA
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Os KATATONIA cresceram muito desde que, pelas mãos de Jonas Renkse e Anders Nyström, mostraram o seu black/doom de contornos góticos ao mundo, transformando-se num dos nomes mais fascinantes e únicos surgidos do boom underground do início da década de 90.

Evoluíram para tão longe das suas raízes e o que fazem é tão próprio que, atualmente, são já detentores de um estilo próprio, impossível de rotular de forma estanque. Fala-se neles e vêm logo à cabeça os leads melancólicos, carregados de camadas de delay, a parede de guitarras fortes, a secção rítmica muito sólida, o registo embargado de Renkse e os enormes refrões, revelando a sensibilidade melódica irresistível que premeia a sua música.

Coisa cada vez mais rara no mundo da música pesada, o coletivo sueco tem também uma capacidade inata para escrever grandes canções. «Teargas», «Criminals», «Ghost Of The Sun», «I Am Nothing», «Deadhouse», «Evidence», «I Break», «For My Demons» – a lista de temas, daqueles que se colam ao córtex cerebral para nunca mais o voltarem a largar, emoções à flor da pele e melancolia latente em todo o seu esplendor, não é difícil de elaborar a partir de um fundo de catálogo sempre em crescendo.

Quatro anos e profundas mudanças de formação após o soberbo «Dead End Kings», que mostrou os músicos de Estocolmo ainda mais entregues à melancolia urbana que tem dominado grande parte da sua já longa carreira, 2016 vai marcar por fim um muito aguardado regresso do quinteto aos discos de originais, aos palcos e a Portugal.

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James2
JAMES
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
James, a icónica banda de Manchester formada em 1982 e composta por Tim Booth (voz), Jim Glennie (baixo), Saul Davies (guitarra e violino), Mark Hunter (teclado), David Baynton-Power (bateria) e Andy Diagram (trompete), atua a 16 de Julho no Palco MEO do MEO MARÉS VIVAS.

A criatividade duradoura e o legado musical, tornou James uma das bandas indie britânicas mais influentes. Com 30 anos de carreira e 13 álbuns de estúdio que venderam 13 milhões de álbuns no mundo inteiro, os seus maiores hits incluem ‘Sit Down’, ‘She's A Star’, ‘Laid’ E ‘Getting Away With It (All Messed Up)’.
O 14º álbum, “'Girl At The End Of The World” será lançado a 18 de Março de 2016 e conta com uma breve aparição do seu ex-mentor Brian Eno.

Globalmente conhecidos pelas suas incríveis atuações ao vivo, a banda tem sido a atração principal e atuado nos maiores festivais em todo o mundo, como o festival Glastonbury, Lollapalooza, Rock In Rio, Coachella, Hard Rock Calling, Isle of Wight, Latitude, V Festival V, T in the Park, entre muitos outros, a 16 de Julho é a vez se subirem ao Palco MEO.

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www.wearejames.com
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TOM ODELL
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
O cantor e compositor britânico Tom Odell, sobe ao palco MEO no dia 16 de Julho – considerado uma das maiores revelações musicais europeias.

A sua sonoridade à base de pianos cheios de soul, é influenciado por artistas como Elton John, David Bowie, Cat Power e Leonard Cohen.

Em 2012 Tom Odell lançou o EP “Songs From Another Love” e recebeu o Brit Critic´s Choice Award.


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RUI VELOSO
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
Considerado um dos maiores músicos nacionais Rui Veloso dispensa apresentações e vai estar no palco do Festival MEO MARÉS VIVAS no dia 16 de Julho para um concerto bem português.

São trinta e cinco anos de carreira, que prometem uma subida ao palco do MEO MARES VIVAS muito especial, onde o músico irá revisitar os mais importantes temas que marcaram várias gerações – “Não há estrelas no céu”, “Chico Fininho”, “Jura”, “Porto Covo” e “Nunca me esqueci de ti”.

Rui Veloso, que se iniciou na música com apenas seis anos de idade, lançou o seu disco de estreia, “Ar de Rock”, aos 23 anos. Temas como “Chico Fininho”, um dos maiores sucessos da obra de Rui Veloso e do letrista Carlos Tê, foram algumas das razões para este ter sido considerado um dos melhores 50 álbuns portugueses das últimas quatro décadas, pela reconhecida revista de música Blitz.
Com Rui Veloso começa-se finalmente a falar do rock português. O músico que elevou o rock nacional, cruzou o palco com alguns dos mais galardoados nomes da música internacional, B.B.King, Gilberto Gil, Lenine, no projecto Rio Grande (com Tim, Vitorino, João Gil e Jorge Palma), entre muitos outros.

Dono de um acervo de clássicos que nos impressionam e que fazem inveja a muitos artistas pela originalidade e por influenciar gerações inteiras, pais e filhos, canções que fazem parte da nossa vida, da nossa história.

Anos de muitos sucessos e distinções públicas, concertos, convites, produções, participações, prémios e muito mérito caracterizam o percurso artístico de Rui Veloso.

De volta ao Porto irá agora no dia 16 de Julho subir ao palco MEO do Festival MEO MARÉS VIVAS para um concerto mágico e arrepiante, onde podemos trocar os “Vês pelos Bês” sem que isso nos importe. 

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
http://www.ruiveloso.com.pt/
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BETH ORTON
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
Beth Orton, a cantora e compositora inglesa, vencedora de um BRIT Award sobe ao Palco MEO dia 16 de Julho.

Depois de se ter mudado para a Califórnia há alguns anos atrás, Beth começou a experimentar uma série de loops eletrónicos que acabaria por se tornar no álbum que a definiu enquanto artista. Um álbum inspirado tanto pela natureza de Los Angeles como pelo espírito das primeiras gravações de Beth.

Beth Orton tem sido uma das vozes mais originais e cativantes da música nas duas últimas décadas, estando atualmente a trabalhar no seu próximo álbum “Kidsticks”. Co-produzido por Beth e Andrew Hung (Fuck Buttons), “Kidsticks” reformula a inconfundível voz de Beth em dez canções puras, audaciosas, lúdicas e cinéticas. O álbum representa uma rara oportunidade de ouvir uma artista estabelecida a reformular o seu processo de composição de mente aberta. “Kidsticks” assume um olhar perante o passado de Beth, enquanto encara com confiança um futuro brilhante.

O lançamento está previsto para a primavera de 2016

Mais informações da artista:
http://www.bethortonofficial.com/
https://www.facebook.com/BethOrtonOfficial/
https://www.youtube.com/user/antirecords
http://bethortonofficial.tumblr.com/
https://www.instagram.com/bethorton/
https://twitter.com/beth_orton
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