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Quando e Onde
03 de Dezembro – Campo Pequeno - Lisboa
04 de Dezembro – Pavilhão Rosa Mota - Porto

Abertura de portas – 21h00
Início do espectáculo – 22h00

Preço dos Bilhetes
Plateia em pé - 25,00 Euros
Bancada – 30,00 Euros

Locais de venda:
Ticketline.pt, Bilheteira da sala, Fnac, Ag. ABREU, Worten, C. C. Dolce Vita, Megarede, El Corte Inglés (Lisboa e Gaia)
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Desde o seu início que os James foram comparados aos Smiths. Hoje são uma instituição da música britânica dos anos 80 e 90, graças à sua música de cariz pop, que faz uma fusão bem conseguida e harmoniosa com a folk. No começo da sua carreira foram abençoados pelo seu ídolo Morrisey e logo considerados os sucessores dos Smiths. Os álbuns e os concertos sucederam-se, conferindo-lhes dimensão internacional e estatuto. No final dos anos 80, como muitas outras bandas britânicas, fizeram uma ingressão na cena acid-house. Com o tema "Sit Down", chegam aos tops . Logo depois, trilham um caminho mais experimental que culmina com uma colaboração com Brian Eno, que resultou num dos seus álbuns mais bem sucedidos, "Laid", em 1993.

Ficam quatro anos sem gravar, mas quando voltam têm à sua espera uma extensa massa adepta. O Oculto estava instalado.

Os James formaram-se em Manchester no ano de 1982, quando Paul Gilbertson (guitarra), Jim Glennie (baixo) e Gavan Whelan (bateria) conheceram Tim Booth (vocalista) na Universidade de Manchester e o convidaram para ingressar na sua banda. No ano seguinte, começam a tocar com regularidade no circuito de bares, e em 1983, assinam com a Factory, onde lançam os seus primeiros dois EP's (Jimone, nesse ano e James II, dois anos depois) e abrem alguns concertos para Morrisey, o seu "padrinho musical".

No Verão de 1985, Larry Gott substituiu Gilbertson e o grupo assina pela Sire Records. O álbum de estreia surge um ano depois, "Stutter" é o seu título, e teve críticas, no cômputo geral, positivas. Nos dois anos seguintes, tocaram frequentemente, construindo uma base sólida de fãs. O segundo trabalho, editado em 1988, é de cariz mais folk e dá pelo nome de "Strip Mine". No entanto, o álbum não conseguiu captar a energia dos concertos ao vivo e a banda abandona a Sire para ingressar na Rough Trade. Aí, gravam o álbum ao vivo, "One Man Clapping", que chegou ao primeiro lugar das tabelas independentes. Em 1990, Whelan é rendido por David Bayton- Powell, numa altura em que James tornam-se num septeto com a inclusão do teclista Mark Hunter, do violinista Davies e do trompetista Andy Diagram. A formação, agora renovada, assina desta feita, pela Fontana Records, editando "Gold Mother", no decorrer de 1990. O álbum, que gerou uma série de hits menores na altura da sua edição, viria a revelar-se um sucesso um ano depois, quando uma versão regravada do tema "Sit Down" galgou até ao segundo lugar dos tops britânicos.

A música tornou-se então na sua bandeira, sendo conhecidos por grande parte do público por essa canção. Facto que obviamente irritou a banda, ao ponto de nos concertos, tocarem quase exclusivamente material novo, e o seu disco seguinte, "Seven", de 1992, foi entendido como uma reacção face a uma tendência. Para o sucessor de "Seven", os James prescindem de Diagram e Davies e trabalham com o reconhecido produtor Brian Eno.
O resultado foi "Laid", um álbum mais calmo e ambicioso que recebeu algumas das melhores críticas da banda. Durante a composição deste trabalho, têm tempo ainda para gravar outro álbum mais experimental com Eno que editaram no final de 1994. "Wah Wah" teve críticas opostas e o grupo tirou o ano de 1995 para descansar. Em 1997, regressam com "Whiplash", um disco franco e que recebeu, mais uma vez, não agradou a todos."Millionaires" seguiu-se em 1999, e "Pleased To Meet You", em 2001, o mesmo ano em que Tim Booth anunciou a sua intenção de abandonar a formação da banda para se dedicar à escrita e à representação, sem, no entanto, deixar de continuar a estar ligado à música, mas desta feita a solo. No final de 2001, a banda editou ainda um conjunto de lados B e raridades, intitulado "Ultra: B Sides". O novo álbum dos James foi em 2008.

O disco marcou o regresso da banda de Tim Booth aos originais, depois de, recentemente, o grupo ter regressado à estrada e ter editado uma colectânea com os êxitos de carreira, após seis anos de interregno.

Sem duvida a não perder o regresso dos James a Portugal em nome próprio...

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