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Joaquin Cortes Multimedia 1
JOAQUÍN CORTÉS - Calé
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Quando e Onde
6 de Dezembro Pavilhão Rosa Mota

Porto

7 de Dezembro Pavilhão Atlântico

Lisboa



Abertura de portas – 21h00

Início do espectáculo – 22h00



Preço dos Bilhetes
Pav. Atlântico, Lisboa   Pav. Rosa Mota, Porto
 Plateia VIP 150,00 €  Plateia VIP 150,00 €
 Plateia A 60,00 €  Plateia A 60,00 €
 Plateia B 50,00 €  Plateia B 50,00 €
 Balcão 0 40,00 €  Balcão 0 40,00 €
 Balcão 1 35,00 €  Balcão 1 35,00 €
 Rampa 35,00 €  


Locais de Venda
À venda nos locais habituais
Joaquin Cortes interior
Joaquin Cortes interior2
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No dia 3 de Novembro de 2010, foram entregues os Prémios Bellas Artes 2009 em Cádiz, pelos Príncipes das Astúrias, D. Felipe e D. Letizia.

Estes prémios são entregues a pessoas e entidades que se tenham destacado no campo da criação artística e cultural ou que tenham ajudado na difusão da arte e da cultura ou na conservação do património artístico.

O bailarino Joaquín Cortés foi um dos nomeados, a lado com nomes mundialmente conhecidos como Julio Iglesias, Kiko Veneno, Rosa María Sardá, o grupo teatral Tricicle e a Duquesa de Alba.

Joaquín Cortés tem sido uma das principais personalidades na difusão do flamenco e da cultura latina e espanhola, através dos espectáculos que cria desde 1995, e que leva a todo o Mundo, desde os Estados Unidos da América até ao Japão, passando pelo Brasil, Portugal, Inglaterra.

Contudo, não é só através dos seus espectáculos que Joaquín Cortés espalha as suas raízes latinas e ciganas, mas também através de acções diversas, como a criação da companhia ‘Joaquín Cortés Ballet Flamenco e da ‘Fundação Cigana Joaquín Cortés’, de ser nomeado embaixador da Unicef, e até de o seu legado artístico ser tornado Património Mundial pela Unesco.

O artista premiado volta a Portugal nos próximos dias 6 de Dezembro ao Pavilhão Rosa Mota e 7 de Dezembro ao Pavilhão Atlântico.


BIOGRAFIA:

Nascido em Córdoba em 1969 no seio de uma família cigana, Joaquín mudou-se para Madrid e aos 12 anos começa a estudar dança, actuando com essa idade num programa da TVE. Com 15 anos ingressa no Ballet Nacional de Espanha onde rapidamente ascende a solista. Depois de deixar o Ballet Nacional participa em diversas galas junto a bailarinos de renome internacional como Maya Plisetskava, Silvie Guillem e Peter Schauffuss.

Em 1992, depois de actuar no Teatro Champs Elysées em Paris, cria a sua própria companhia “Joaquín Cortés Ballet Flamenco” com a qual se estreia no Teatro Albéniz de Madrid.

No ano de 1995 estreia o espectáculo “Pasión Gitana” no Teatro Albéniz de Madrid, passando depois por mais de 30 países, sendo de destacar as actuações no Festival de Spoleto, na Radio City Music Hall de Nova Iorque, no Universal Amphiteatre de Los Angeles, do Royal Albert Hall de Londres, na praia de Ipanema no Rio de Janeiro, no Poliedro de Caracas, no Tokyo Forum e na Plaza de Toros de las Ventas de Madrid. “Pasión Gitana” é ainda hoje o espectáculo espanhol mais visto em todo o mundo. Dois anos depois a banda sonora do espectáculo é gravada e denominada “Gypsy Passion Band” e é editada a nível mundial, sendo Joaquín ainda nesse ano convidado a actuar no Festival de Jazz de Montreau.

Em 1998 Joaquín Cortés é convidado a actuar na Expo ’98 de Lisboa e cria a Fundação Cigana Joaquín Cortés de modo a difundir, divulgar, promover e desenvolver a cultura e a arte cigana.

Joaquín Cortés é o primeiro bailarino da história a levar a moda para os seus espectáculos, sendo vestido por designers internacionais como Giorgio Armani, Jean Paul Gaultier, Paul Smith ou Narciso Rodríguez. No ano de 2005 Cortés estreia um novo espectáculo, “Mi Soledad” no Auditório Nacional do México e desloca-se a Moscovo para participar na Homenagem à grande bailarina Maya Plisetskaya. No ano seguinte leva o espectáculo  a París, onde apresenta o novo vestuário desenhado por Jean Paul Gaultier. Durante esse ano foi imagem da Choppard, IWC, La Veuve Clicquot e, a nível mundial, da Samsonite.

Em Julho de 2007 Cortés desloca-se a Portugal para participar na cerimónia das Novas 7 Maravilhas do Mundo, junto a José Carreras e Dulce Pontes, no Estádio da Luz, em Lisboa. Em 2008 Joaquín Cortés é nomeado embaixador da Unicef, em 2009 o seu legado artístico torna-se Património Mundial pela Unesco e em 2010 recebe a Medalha de Ouro das Belas Artes.

O seu novo espectáculo é “CALÉ”, onde Cortés nos propõe uma viagem através das suas emoções pessoais, nesta ocasião através do título “CALÉ” (cigano, na sua língua). “CALÉ” é uma retrospectiva dos seus 20 anos de carreira, demarcando-se as suas influências e vivências e onde recorre à essência dos seus espectáculos anteriores (“Cibavi”, “Mi Soledad”, “Pasión Gitana”, “Soul”, “Live” e “Amor y Ódio”). Foi o próprio que dirigiu e coreografou o seu muito esperado espectáculo onde, uma vez mais, mostra a sua alma.

Acompanhado por 16 músicos, 10 bailarinas e um total de 40 pessoas que viajam e levam “CALÉ” pelo mundo fora. A música, como é habitual no artista, é uma fusão de ritmos e instrumentos criada à base do flamenco que volta a surpreendernos, e que se junta a um cenário de admirar pela forma como o artista deixa assim entrever os seus sentimentos e sensações.

Barcelona e Madrid foram os primeiros cenários a receber “CALÉ”, e a grande estreia mundial foi no Beacon Theatre de Nova Iorque a 14 de Maio. Em Portugal aguarda-se ansiosamente pelo novo espectáculo “CALÉ”.

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