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PALCO SANTA CASA APOIA A MÚSICA NACIONAL
Comprar Bilhetes para PALCO SANTA CASA APOIA A MÚSICA NACIONAL

Preço e Locais de Venda dos Bilhetes: 

Bilhete Diário: 30.00 eur 

Passe 3 dias (18, 19 e 20 Julho): 60.00 eur 

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais. 

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A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se pelo segundo ano ao Festival Meo Marés Vivas e apoia uma vez mais a cultura e a música nacional. 

Para a SCML “a música é um meio privilegiado de ligação dos valores da marca a um target mais jovem (…) ” e na edição de 2013 do Meo Marés Vivas vai dar nome a um palco do festival: PALCO SANTA CASA

Um palco que será inteiramente dedicado à música e à cultura portuguesa. A artistas como RUI VELOSO, ORELHA NEGRA, VIRGEM SUTA e WE TRUST, já anunciados para a edição deste ano, anunciamos também aos restantes nomes que irão compor a participação nacional no Meo Marés Vivas: 

E sobem ao palco Santa Casa no dia 18 de Julho, os THE GLOCKEWISE – para eles o rock´n´roll cru é o bastião da sua música transgeracional. Depois do álbum de estreia “Building Waves”, de 2011 a banda portuguesa de Rafa, Fiusa, Cris e Nuno lançaram o segundo trabalho em Maio, intitulado “Leeches”. 

Os The Glockewise andaram a partilhar palcos com nomes grandiosos da esfera musical, cá dentro e além-fronteiras, e isso nota-se em “Leeches”. Os temas das letras da banda de Barcelos mudaram e a sua musicalidade apurou-se, conseguindo a proeza de se reinventarem mantendo-se fiéis a si mesmos. O álbum promete um regresso às origens – a fusão do caos carismático dos Black Lips com a robustez dos Stooges, embebida na adrenalina dos MC5. Outra das influências do novo disco são os lendários Beatles. A banda confessa ter devorado a discografia da mítica banda de Liverpool de uma ponta a outra. 

E no mesmo dia o palco Santa Casa recebe THROES + THE SHINE: Igor Domingues e Marco Castro são os THROES. As suas músicas, além das suas vozes, incluem uma bateria, uma guitarra e um piano. Os seus riffs provocadores chegam-nos do Porto e depressa se infiltram no espirito de qualquer um. Os THE SHINE são compostos por André do Poster e Diron Romão, que partilham a voz das suas canções. O seu estilo encontra-se no Kuduro, vindo de Angola, de onde são originários. 

Certo dia conheceram-se e decidiram unir os dois estilos. O resultado é um cocktail explosivo de ritmos fortemente dançáveis e um dos projectos mais frenéticos e electrizantes que Portugal já conheceu. O álbum “Rockuduro” lançado no passado mês de Maio, trouxe exactamente aquilo que promovem: a criação sólida e firme do Rockuduro, um estilo de música inovador que parece despertar já vontade a outros músicos de seguir esta vertente. 

No segundo dia do MEO MARÉS VIVAS, a 19 de Julho, o Palco Santa Casa dá as boas vindas a MÁRCIA: nasceu em Lisboa, a 19 de Fevereiro de 1982. Com 12 anos, começou a meter as mãos na música. Às escondidas, punha-se a tocar e a experimentar sons na guitarra de 12 cordas do irmão. Quando tinha 18 anos deu o passo seguinte. O namorado de uma amiga tinha uma banda que precisava de uma vocalista. Ela, na audição, cantou temas de Tracy Chapman e convenceu os restantes membros. Nessa altura ainda escrevia e cantava em inglês. Mais tarde, durante o seu curso de Belas-Artes, esteve em França para um semestre do programa Erasmus. Há emoções que só sabemos dizer em português. Márcia sentiu a falta da sua língua e o inglês deixou de ter lugar nos versos que iam rabiscando. Findos os estudos a música agarrou-a de vez. Estreou-se em 2009 com um EP de cinco temas e chamava-se apenas “Márcia”. O segundo, “Dá”, saiu em 2010 e foi reeditado em 2011. Foi com essa reedição em mente que surgiu o desafio a JP Simões para estender a letra de ‘A pele que há em mim’ – que já estava gravado no EP – e fazerem uma gravação a dois. Depois da maternidade, Márcia lançou um novo disco em 2012, chama-se “Casulo”. Com as canções deste disco Márcia criou uma realidade alternativa e fez da sua música um escudo protector da difícil realidade que vive o país e a Europa. É o seu “Casulo”. 

Também a 19 de Julho foram convidados os THE HAPPY MESS: “Dizem-nos muitas vezes que estamos a surfar esta nova vaga da música portuguesa... mas às tantas andamos só enrolados na nossa própria onda. Caminhamos para o segundo ano de vida e se é para catalogar... sentimo-nos bem no universo Indie, com indisfarçáveis referências a tudo o que mexe. Queremos sobretudo criar música, fugindo deliberadamente a preconceitos e ideias feitas.” É assim que se apresentam os The Happy Mess, que são Gaspar Borges, que é 

também publicitário e que forma a banda com o pivot da Sic Notícias Miguel Ribeiro, o psicólogo Rui Costa, a arquitecta e bailarina Joana Duarte, o estudante de arquitectura paisagística João Pascoal e Tim, o único membro que é músico de profissão. Tudo começou por um projecto de amigos quando eram adolescentes, depois voltaram-se a juntar há cerca de dois anos e meio e perceberam que fazia sentido, que ainda havia espaço! Trabalharam no material que já tinham, dando uma “nova roupagem às músicas”, criaram novas canções, e no ano passado editaram o EP “October Sessions”, que lhes valeu o convite para o festival do Meco. Apesar de tudo a banda não estava à espera, mas entendeu que a partir daí o projecto era para ser levado a sério. Em 2012 a banda acabaria por lançar também o seu primeiro single “Morning Sun”, produzido pelo Fred, dos Orelha Negra e dos Buraka Som Sistema. Ainda sem um álbum lançado, os The Happy Mess têm já um lugar na música portuguesa e prometem mais para breve! 

A 20 de Julho o Palco Santa Casa recebe os ULTRALEVE: “Em Busca da Canção Pop Perfeita” poderia muito bem ser o título do álbum de estreia dos Ultraleve, o colectivo que reúne Nuno Figueiredo (Virgem Suta) e Bruno Vasconcelos (Pinto Ferreira). Escolheram “Ultraleve” e percebe-se porquê. Afinal, se o desiderato existia, ele foi alcançado! Não uma vez, nem duas, nem três, mas na totalidade dos dez temas que compõem o seu disco debutante. Dez canções repletas de cânones, dos bons, daqueles que nos habituámos a associar às “canções pop perfeitas”. Se “A Chata”, o primeiro single, agitou a crítica e o público, o restante elenco de canções que compõem “Ultraleve” é um forte abanão, impossível de contrariar. Uma irresistível vontade de bater o pé, gingar o corpo e cantar os refrões destas pérolas coloridas (afinal existem) que os Ultraleve nos trouxeram para animar 2013. “Cabeça No Ar”, “O Fim Do Mundo” ou “Super-Heróis”, são alguns dos temas que em palco ganham uma nova dimensão sonora reforçada pela partilha singular que os Ultraleve conseguem junto do público. Afinal, Nuno Figueiredo e Bruno Vasconcelos, aventureiros experimentados nas lides de palco, souberam o que adicionar às canções dos Ultraleve - uma banda competentemente criativa; e versões inesperadas e surpreendentes de temas que povoam a nossa memória musical. Nas palavras de Nuno Markl, ”Os Ultraleve não só chegaram ao topo do Everest, como estão lá em cima a dar um concerto. Ou mesmo a fazer todo um festival. Está aqui o disco do Verão. E como isto das estações anda incerto - “são as coisas que eles mandam lá para cima”, diria uma vizinha que tive - mais vale convencionar-se que Verão será sempre que se puser os Ultraleve a tocar.” 

Outro dos artistas que vai subir ao palco Santa Casa no último dia do festival é MARTA REN: Uma das mais carismáticas vozes da nova música portuguesa. Fundadora dos Sloopy Joe, saudosa banda de culto portuense, que explorou, como ninguém entre nós, os territórios jamaicanos, partindo do ska, do Reggae e do Dub para nos dar uma visão extremamente original da música a que chamamos do mundo, Marta Ren fez ainda parte dos desconcertantes Bombazines e do colectivo Movimento, antes de se lançar, em definitivo, numa carreira em nome próprio. 

Depois de, através das inúmeras colaborações que assinou no universo do Hip Hop, dos Dealema a Sam the Kid, passando por New Max, NBC ou Link, se ter afirmado como uma das grandes vocalistas Soul nacionais e de ter dado dezenas de memoráveis concertos com os Funkalicious, banda que liderou e que se dedicava à recuperação dos grandes clássicos Funk dos anos 60 e 70, Marta Ren decide investir na sua grande paixão por estes grandes géneros da música negra. Neste momento encontra-se a trabalhar no seu álbum de estreia a solo e, enquanto esse tão aguardado disco não chega às lojas, oferece-nos o single de apresentação do seu novo projecto. “Summer ´s gone” é uma grande canção soul, com um leve sabor Rocksteady, foi produzida por New Max e mostra-nos Marta Ren na plenitude da sua espantosa capacidade vocal, acompanhada por uma banda coesa e com um gosto irrepreensível, com a qual se prepara para invadir os palcos e dar muito que falar.

PALCO SANTA CASA COM A MÚSICA NACIONAL 

RUI VELOSO. ORELHA NEGRA. VIRGEM SUTA. WE TRUST. THE GLOCKEWISE. TRHOES + THE SHINE. MARCIA. THE HAPPY MESS. ULTRALEVE. MARTA REN. 


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