BILHETES E PONTOS DE VENDA
O preço dos bilhetes para a edição de 2014:
- Bilhete Diário: 30.00 eur
- Passe Geral: 60.00 eur
- Passe Geral VIP: 150 eur
Locais de venda: Ticketline e locais habituais.
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se pelo terceiro ano consecutivo ao Festival Meo Marés Vivas e apoia, uma vez mais, a cultura e os músicos nacionais. Na edição de 2014 do festival, a Santa Casa vai dar novamente nome ao palco da música portuguesa – Palco Santa Casa, promovendo também visibilidade às suas principais áreas de atuação no recinto.
O apoio à Música Portuguesa nos festivais de verão tem sido uma aposta da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa para se posicionar junto dos jovens e fazer chegar as bandas nacionais aos eventos de norte a sul do país.
Aos artistas como THE GIFT, XUTOS & PONTAPÉS e WE TRUST, já anunciados para a edição deste ano no palco MEO, juntam-se também os restantes nomes que irão compor a participação nacional no Meo Marés Vivas, já que o palco SANTA CASA será inteiramente dedicado à música e à cultura portuguesa, o alinhamento será:
Dia 17 Julho: Capitão Fausto e The Lazy Faithful
Dia 18 Julho: Plaza e João Só
Dia 19 de Julho: Black Mamba e Mimicat
E sobem ao palco Santa Casa no dia 17 de Julho, os CAPITÃO FAUSTO – Os Capitão Fausto são cinco. São de Lisboa, mas poderiam ser de qualquer parte. Em 2009 quiseram ter uma Banda. Não se recordam porque lhe chamaram Capitão Fausto. Mas sabem os nomes uns dos outros… Manuel Palha (guitarra), Domingos Coimbra (baixo), Francisco Ferreira (teclas), Tomás Wallenstein (voz e guitarra) e Salvador Seabra (bateria). Amigos desde sempre, decidiram que juntos fariam boa música (uma decisão sensata, sabemos agora).
Os Capitão Fausto já nasceram na geração do shuffle, cresceram com iPods, YouTube e redes sociais mas a dieta sonora vem de longe, do fascínio pelos ritmos psicadélicos dos anos 60. Depois de alguns concertos de Verão em terras lusas, em Cascais são vistos pela dona de uma cadeia de hotéis em Ibiza que os convida a actuarem por lá. Com uma linha musical diferente daquela com a qual se identificam, os Capitão Fausto aceitaram tocar em Ibiza um repertório que oscilava entre os Beatles, Elvis Presley, Chuck Berry e Doobie Brothers. Pelo menos é o que reza a lenda…
GAZELA Depois da estreia – um EP homónimo que os dá a conhecer ao público – os Capitão Fausto quiseram saber o que pode doer gravar o primeiro Álbum. E em 2011 chega aos escaparates o brilhante “Gazela”. Afinal não foi assim tão dolorosa a experiência e o primeiro single “Teresa” rapidamente se tornou numa das canções com maior airplay em 2012. “Gazela” é como uma reportagem sobre a Lisboa juvenil – são ruas à noite, os relatos na manhã seguinte, as companhias e os que ainda ficaram por conhecer. Com “Gazela” ou “Teresa”, a verdade é que a Digressão foi extensa e “obrigou” os Capitão Fausto a incluir os cartazes de alguns dos maiores Eventos e Festivais de Portugal – Vodafone Mexefest, Optimus Alive, SBSR, Paredes de Coura, Bons Sons, entre outros.
PESAR O SOL “Pesar o Sol” dos Capitão Fausto saiu a 27 de Janeiro de 2014 e tem sido apontado pela crítica como um álbum seminal do rock português. Foi gravado na Adega da Quinta de Stº Amaro, misturado por Nuno Roque, masterizado por Greg Calbi e editado pela Sony Music Portugal. Em antecipação ao lançamento do Álbum a Banda quis fazer uma pré apresentação de algumas das novas canções. Foram 10 Espectáculos em pequenos clubes onde os Capitão Fausto descobriram que afinal “Teresa” não era a melhor canção que já tinham escrito. Nem a pior. Os Capitão Fausto conduzem a vaga psicadélica portuguesa e demonstram neste segundo Álbum o porquê de tanto alarido à volta dos 5 de Lisboa. “Pesar o Sol” foi apresentado em Fevereiro em dois Espectáculos esgotados – Lux em Lisboa e Hard Club no Porto. Diz quem viu que foram memoráveis e que lançaram os Capitão Fausto para uma nova vida no palco. Porque é no palco que os Capitão Fausto se revelam como um dos mais coesos e vibrantes aparelhos de rock do novo Talento português.
Durante os meses de Março, Abril e Maio a banda está de volta à estrada, com uma Digressão de clubes.
No Verão há muitos Festivais! E a colecção Outono / Inverno promete muitas novidades. Muitas!
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E no mesmo dia o palco Santa Casa recebe THE LAZY FAITHFUL são uma banda de estilo Rock criada no Porto, é caracterizada pela sua irreverência em palco e na sonoridade, tem influências como Sex Pistols, The Beatles e The Rolling Stones.
A banda já deu concertos em locais como Plano B, Casa da Música e HardClub, foi vencedora do Optimus Teen Fest 2011 e já actuou nos festivais Vodafone MEXEFEST (Porto) 2012, Vodafone Porto Sounds 2012 e TMN Marés Vivas 2012.
Também já participaram com 2 músicas originais na rádio Antena 1 e Antena 3.
A 18 de Julho o Palco Santa Casa recebe os PLAZZA: Quase dez anos depois da estreia, os Plaza regressaram com "All Together", nova incursão pela pop eletrónica dançável.
Outro dos artistas que vai subir ao palco Santa Casa no último dia do festival é JOÃO SÓ - Compositor, cantor, produtor, João Só, de 24 anos, é um dos artistas mais completos do actual panorama musical português.
Lançou em 2009 o primeiro disco ‘João Só e Abandonados’ do qual se destacam os singles ‘Meu Bem’ e ‘A Marte’, um álbum que lançou João Só numa extensa tour nacional.
Um ano depois surge ‘Mendes e João Só, um trabalho em parceira com Miguel Araújo, produzido pela Optimus Discos, que foi muito bem recebido pelo público, tanto em festivais de Verão, como o Marés Vivas, ou na Queima de Coimbra.
2011 foi ano de novo disco, ‘Ela Só’, uma onda mais rock, com participação de Frankie Chavez e Zé Pedro dos Xutos e Pontapés. Do alinhamento, destaque para ‘Fogo’, ‘Vamos a Jogo’ e ‘Sorte Grande’. Este último tema regravado com Lúcia Moniz, uma versão que cimentou a presença do músico nas principais rádios portuguesas.
João Só tem assinado também a produção de discos de outros músicos como André Sardet, Carolina Deslandes, Biancard, Asterisco Cardinal Bomba Caveira.
Pelo meio, João Só foi protagonista do Telebaladas, com Nuno Markl, no Canal Q. Um programa de baladas por encomenda, com 26 baladas em três meses e 14 duetos com estrelas nacionais.
Em 2013, João Só lança mais um disco, o primeiro em nome próprio, numa linha pop com produção pessoal, com a ajuda do produtor Nuno Rafael.
No terceiro dia do MEO MARÉS VIVAS, a 19 de Julho, o Palco Santa Casa dá as boas vindas a BLACK MAMBA e MIMI CAT - Em maio de 2010 aconteceu a primeira reunião entre estes três músicos que compõem os The Black Mamba. A empatia entre eles foi imediata e os espectáculos tornaram-se habituais em vários tipos de eventos e locais. The Black Mamba leva o seu público a fazer uma viagem única através da música SoulBlues e goodold Funk. A banda editou o seu primeiro álbum em maio de 2012, tendo já participado em vários espetaculos nacionais e internacionais: Rock in Rio; Volvo Ocean Race; Paradise Garage; Apresentação do novo Beetle VW; Out Jazz; Teatro S. Jorge; Ritz Club, Tertúlia castelense; Tribeca; Pitch; Estados Unidos da América (Brooklin, Philadélphia); Espanha (Madrid, Sevilha). Pedro Tatanka (voz e guitarra), Ciro Cruz (baixo) e Miguel Casais (bateria) são a núcleo dos The Black Mamba que, entre vozes, metais e teclados, eleva-se a oito músicos em palco. Com um ritmo poderoso, Ciro Cruz (ED MOTTA, GABRIEL O PENSADOR, HOWARD LEVY, banda de apoio do ROCK IN RIO, ETC.), Miguel Casais (AUREA, MAFALDA VEIGA, NU SOUL FAMILY, ETC), combinados com a inegável voz especial e desempenho de Pedro Tatanka, compositor e guitarrista.
Mimi Cat - Marisa Mena nasceu em Coimbra. Canta “desde que sabe falar” e desde sempre arranjou maneira de se fazer ouvir, de modo que cedo se revelou, primeiro aos coleguinhas da primária, depois à sua mãe – fadista na sua juventude - até gravar pela primeira vez para a BMG com a tenra idade de 9 anos. Restante infância e adolescência foram passadas entre escola, estúdios de gravação e palcos.
Com 20 anos ingressou no projecto de Pedro Janela, The Casino Royal, como vocalista e autora de grande parte das letras. Gravou dois álbuns que foram editados pela label alemã “ Mole Listening Pearls”. Nessa altura ingressou no curso de Som e Imagem e foi durante esses anos que desenvolveu o seu gosto pela escrita de canções e composição de melodias.
Pronta para a assumir o protagonismo de uma carreira a solo, criou Mimicat , o seu alter ego que nos dá a conhecer o seu lado mais sincero como artista.
Com o apoio do produtor Sérgio Costa, também director musical da banda, desenvolveu os temas que compõem o seu álbum de estreia como Mimicat , editado pela Sony Music Portugal, em que estão presentes as influências dos estilos musicais que preencheram as décadas de 50 a 70, hoje chamados de “oldies” e que foram fundidos às batidas de hip-hop, que são a base de muitas das canções do disco . Enquanto cantora tem como referências pessoais Ella Fitzgerald, Jill Scott, Ray Charles entre muitos outros. O disco espera-se para breve, livre de rótulos conservadorismos. Apenas amor pela música.